Aprendi o valor do Silêncio

A meditação está me ajudando profundamente a me sentir melhor.

Tenho meditado até na cama quando vou dormir, e até quando acordo . E até aprendo do silencio, e vejo um debate dentro de si. Eu antes acordava muito cedo, e até antes do Sol nascer, e eu dormir pouco, e virava dor de cabeça.

Até me ajudou com minha raiva, ao contrário do que penso. E até de perceber quem está com uma raiva, e dor interna.

E mesmo quando sou atacado verbalmente, sempre tentava lutar pelas palavras. Tento abandonar as palavras , podemos abandonar

Nossa briga é interna, e sempre fui de fugir do que discordara comigo. E sinto que até estou lidando com como estou tentando simplesmente ouvir a revolta de alguém que me ataca. Sinto até compaixão, porquê não é fácil lidar como somos.

Agora vejo que a do outro, é de si. Assim , como vejo que que até vejo a minha agressividade das minhas palavras. Tento ser mais quieta , e observar. Até eu estou entendo o valor da palavra do silêncio, como amor e não como escutava, e pensava negativamente .

Mas sempre sou das palavras , mas tento me descolonizar a minha mente. E eu aprendi mais de meu amigo Ruan. Sempre aprendo de falar com os outros.

Ontem aprendi com o Ruan, e ele tem 5 anos. Eu estava sentada na rede e ele estava no sofá, que ficava na frente. Ele é tímido. E estavam 5 adultos e meu amigo Ruan. Eu tinha dito a ele que não sou tia, sou a Juju meu amigo.

Fiz um gesto de jogar uma almofada para mim. Pensei em brincar e olhei-o nos olhos. Certa vez, ele aprendera a olhar com compaixão.

Ele olhou para mim, surpresa no começo e então começou a olhar cada vez com o olho mais parado e aberto. Aí comecei a me surpreender. Ele ficou me olhando nos olhos e eu olhei e fiz o gesto de jogar o travesseiro.

Isso estava na minha mente. Ele se levantou e se aproximou e voltou. E eu fiz o mesmo gesto para brincar, mas ele se levantou e foi tocar na minha mão.

Fiquei tão surpresa e tocada. Ele voltou e sentou-se no sofá. Eu perguntei o que eu estava vendo.

Ele estava quieto, e eu estava pensando e nem sabia o que dizer. Eu não quis dizer que era um jogo. Ele havia olhado profundamente. Eu disse “eu viajei pelo planeta, e você”. E ele disse “eu vi você Papai Noel”

Aquilo me tocou, me fez ver que o silêncio é profundo. O que vemos é o que queremos. Assim eu sinto o silêncio , uma meditação é a compaixão.

Então eu tento. Embora sempre tenha sido de debate, fuga, a meditação nos lembra que o silêncio nos liberta. E a toda compaixão.

Com amor, Ju

Conflito Israel

Escrevi há mais de 10 anos. E escrevi em Israel e fazia doutorado, e Chouch Surfing.

“ Tzlil tem 20 anos. Ela é namorada de um dos meus anfitriões. Durante uma semana eu a cumprimentei quando a vi. Ela realmente não respondeu de volta. Ela parecia deprimida, pensei. Ontem à noite fui levado a um bar em florentino, em Tel Aviv. Era um lugar legal. Um daqueles que poderiam estar em qualquer lugar do mundo. Estava frio, e as pessoas pareciam todas diferentes. Senti que poderia estar no Brasil. Sentei-me ao lado de Tzlil. E tudo o que ela não disse na primeira semana ela deixou escapar em uma noite.

Tzlil é linda e está no exército. Ela era uma oficial destacada na área próxima à fronteira do Egito e Gaza. Perguntei a ela sobre isso. E a partir do momento que eu perguntei a ela ela falou por uma hora sem parar. Ela me disse que estava traumatizada. Isso ela viu muitas vezes egípcios alinharem refugiados sudaneses e atirar neles. Ela continuou repetindo. Eu não aguentei. Eu tive que ir embora. É tanta violência de todos os cantos, de todos. Você muda. Você vê seus amigos mudando na frente de seus olhos. Eles não fazem. Mas eles mudam.

Perguntei a ela o que ela estava fazendo ali. Ela estava ensinando hebraico para os beduínos. Aparentemente, o exército tem um grupo de soldados beduínos. Ela me explicou que estava encarregada de ensiná-los a escrever e ler em hebraico. Eles podiam falar, mas não ler. Ela me contou sobre um homem que, uma vez capaz de ler, ficou muito chateado. Perguntei a ela por que e ela explicou porque em todo o texto está escrito em hebraico “morte aos árabes”. você não viu? ela disse em hebraico traduziu para o inglês. Ela disse tudo isso como se fosse chorar.

Perguntei-lhe se falavam árabe. Ela olhou para mim e disse “claro, eles são árabes, beduínos e israelenses” por que eles não podem ser tudo isso? Eu que costumo ter tantas perguntas fiquei quieta. Eu a ouvi. Tudo o que ela tinha para me dizer. Ela era uma mistura de traumatizado, com depressão, com tristeza, com raiva por ter tirado 2,5 anos de sua vida.

Meus olhos se encheram de lágrimas. O que eu poderia dizer. O sul-africano israelense ao nosso lado, percebendo o quão intensa foi nossa conversa, disse “sem política, garotas, vamos apenas aproveitar a noite”

Eu coloquei minha mão na dela como um ato de compaixão, de compreensão. nós aderimos ao desejo de nossos companheiros israelenses. sorrimos, tomamos mais um gole do que estávamos bebendo e sorrimos. isso é tel aviv.

amor,
Ju

Um pequeno Filosófico

“É como se tudo fosse e voltasse no mar, mas na piscina parece que tudo para. Mas o mar, ele vem e volta. E às vezes vem de uma maneira que é diferente.

A filosofia profunda veio de um menino de seis anos . Eu estava andando pela praia , e falando com as pessoas. Fazia muito sol, e sua mãe dizia que o resto da família estava na piscina da pousada. Ela me contou que era do interior, ela conhece o calor, mas pouco da chuva estava adorando.

Ela preferia voltar para a piscina, mas o menino tentou me explicar por que ele gostava mais do mar. Aquilo me tocou, ele não quis se manter em silêncio, não queria falar de telefone, queria ver a natureza.

“Ele me disse que vendo o mar, ele viu que tudo vai, e volta de maneiras diferentes.” E ele me contou coisas incríveis da sua criatividade, e eu estimulava.

Como sou formada em antropologia cognitiva, estou curioso para saber o que vejo é a mente desse menino é tão diferente das crianças que vejo aqui.

Copiei a Monja Coen, para ser a criança também. E eu já fui voluntariei com crianças em Londres e na Tailândia. Eu sempre me coloco, como se eu fosse uma criança.

Também me pergunto por que fui tão tomado pela Internet. E não vendo o círculo da vida e preso pela telefones.

Então esses dias estou tentando usar menos o telefone.

Acordei varias vezes e lembrando das pessoas que eu conheci esses dias. Elas me fizeram estar presente.

Como disse o Lama teria dito dos efeitos de um telefone, e não estar presente.

Conheci uma nutricionista e que me indicou que eu deveria ter uma rotina.

Sei que eu iria ter uma rotina de andar e fazer ioga de manhã. E pela tarde fui andando e vi duas mulheres que tirava foto. Assim começou a nossa conversa.

A conversa conversou pela foto, ao budismo espiritualismo e a gratidão pela natureza. Virou uma caminhada e começou uma amizade.

Andou pela caminhada, a conversa, as histórias e até observar o mar.

O jovem filósofo está certo

“ É como se tudo fosse e voltasse no mar, mas na piscina parece que tudo para. Mas o mar, ele vem e volta. E às vezes vem de uma maneira que é diferente.”

Nossos amigos vão e voltam. Eles aparecem de uma maneira diferentes. E os novos que chegaram e não estão na prisão de um telefone, nos faz nos lembrarmos de quem somos. O melhor é a nossa jornada .

E esse pequeno filosófico também me contou que viu que esses no joguinhos , e nem vem as conchas .

É , ainda bem que eu abaixei e ganhar um professor de filosofia, e ele me fez lembrar que a natureza faz agente ver a vida.

Mas esse pequeno filosofo , me disse “ Que legal Juju , nem trouxe um telefone . “”

Gratidão

Um pequeno Filósofo

“É como se tudo fosse e voltasse no mar, mas na piscina parece que tudo para. Mas o mar, ele vem e volta. E às vezes vem de uma maneira que é diferente.

A filosofia profunda veio de um menino de seis anos . Eu estava andando pela praia , e falando com as pessoas. Fazia muito sol, e sua mãe dizia que o resto da família estava na piscina da pousada. Ela me contou que era do interior, ela conhece o calor, mas pouco da chuva estava adorando.

Ela preferia voltar para a piscina, mas o menino tentou me explicar por que ele gostava mais do mar. Aquilo me tocou, ele não quis se manter em silêncio, não queria falar de telefone, queria ver a natureza.

“Ele me disse que vendo o mar, ele viu que tudo vai, e volta de maneiras diferentes.” E ele me contou coisas incríveis da sua criatividade, e eu estimulava.

Como sou formada em antropologia cognitiva, estou curioso para saber o que vejo é a mente desse menino é tão diferente das crianças que vejo aqui.

Copiei a Monja Coen, para ser a criança também. E eu já fui voluntariei com crianças em Londres e na Tailândia. Eu sempre me coloco, como se eu fosse uma criança.

Também me pergunto por que fui tão tomado pela Internet. E não vendo o círculo da vida e preso pela telefones.

Então esses dias estou tentando usar menos o telefone.

Acordei varias vezes e lembrando das pessoas que eu conheci esses dias. Elas me fizeram estar presente.

Como disse o Lama teria dito dos efeitos de um telefone, e não estar presente.

Conheci uma nutricionista e que me indicou que eu deveria ter uma rotina.

Sei que eu iria ter uma rotina de andar e fazer ioga de manhã. E pela tarde fui andando e vi duas mulheres que tirava foto. Assim começou a nossa conversa.

A conversa conversou pela foto, ao budismo espiritualismo e a gratidão pela natureza. Virou uma caminhada e começou uma amizade.

Andou pela caminhada, a conversa, as histórias e até observar o mar.

O jovem filósofo está certo

“ É como se tudo fosse e voltasse no mar, mas na piscina parece que tudo para. Mas o mar, ele vem e volta. E às vezes vem de uma maneira que é diferente.”

Nossos amigos vão e voltam. Eles aparecem de uma maneira diferentes. E os novos que chegaram e não estão na prisão de um telefone, nos faz nos lembrarmos de quem somos. O melhor é a nossa jornada .

E esse pequeno filosófico também me contou que viu que esses no joguinhos , e nem vem as conchas .

É , ainda bem que eu abaixei e ganhar um professor de filosofia, e ele me fez lembrar que a natureza faz agente ver a vida.

Mas esse pequeno filosofo , me disse “ Que legal Juju , nem trouxe um telefone . “”

Gratidão

Acordar

Domingo eu aprendi uma coisa valiosa do Lama Khenchet Rinpoche, e ele me disse como às vezes nós aclamamos, para ver a realidade nós vemos a realidade pela internet.

Mesmo que ele fosse um lama budista e sua aula fosse em inglês. Não é linguagem. Mas dentro de mim faz mais sentido porque já morei em muitos países.

Quando o Lama disse, parece que estamos alucinando e precisamos acordar.

Neste momento que tentamos ver a realidade da Internet . E quase sempre precisamos ver o que outro vive.

Quando eu o perguntei que as vezes penso que estou alucinando depois do meu segundo coma.

O lama me disse “ Como você pensa que é uma alucinação ? “

“Disse que percebo , mas me atrapalha “

E ele me disse que ajudou muito

“ Então está acordando do que é realidade “

Aquilo me fez começar a dar o valor de querer ser acordada.

Então comecei a tirar o telefone quando acordei. Até meditei na minha cama, comecei a observar meu corpo, a minha mente e qua do acordei tirei o meu telefone e o do André.

Acordamos para a realidade e para onde estamos.

Sei que a realidade de tantos países ao redor do mundo está presa pela informação que somos. E de certa forma estamos presos ao mundo e às informações da internet e do que está fora da nossa realidade que construímos.

Assim percebo que todas as realidades dos meus amigos são de países, de indiferença da sua Percepção da politica. Todos meus amigos não querem matar ninguém. Eu começo a me acordar que espero que as pessoas se acordem da realidade .

Andrey ainda mora na Suecia e sua familia mora na Russia e assim sei que precisa se acalmar como eu. Assim como sei que meus amigos da Asia sempre me entendem
.
Mas talvez eu tenha tido a sorte de conhecer novos amigos. Esses podem entender. Estes me fazem acordar. E pela internet posso manter contato com meus amigos e eles nem são próximos. Mas suas mentes estão próximas.

Tudo o que o Lama fez me deixou ainda mais grata a todos.

Com amor, Ju

Um abraço

Esses dias ouvi uma história muito bonita. E isso me lembra muitas coisas da minha vida.

Ontem eu estava no encontro sobre o Budismo e a ação ao outro. Mas me fez pensar que não é sobre dar dinheiro é sobre a compaixão .

Me fez lembrar que meu amigo me dizia que todos temos uma solidão interna. E ele praticou colocar um abraço aos desconhecidos

Quando eu viajava sozinha , eu sempre digo que nós que viajamos assim, sempre ficamos nunca sozinhos. As vezes quando fomos juntos com o outro talvez somos mais sós.

Então eu fiz muitos amigos que quando nós encontramos nos abraçamos na despedida dos nossos que fomos sozinhos. Nunca tivemos a solidão.

Ontem, me contaram uma história sobre uma pessoa que estava na rua e pediu dinheiro. A pessoa na rua morava na rua, e o menino tentou dar. Mas ele olhou em sua bolsa, mas não a tinha. Mas podia dar um abraço.

A pessoa ficou tão emocionada, vivendo nas ruas e durante anos não sabia que seu valor era muito maior que o dinheiro.

Isso me tocou e me lembrou que meu amigo mora em Londres e estava fazendo a campanha do abraço.

Lembro-me de que nunca pensei que faria sentido na Inglaterra. Conheço um senhor de Amsterdã e ele mora na Ásia e sempre abraça.

Mas eu na Solidão me fez lembrar que em Londres conseguimos ver jovens, novos e velhos e que queriam o abraço do meu amigo e da campanha do abraço. As vezes riam, as vezes choravam e falavam.

Estes do abraço estavam certo , que o abraço vale mais que o dinheiro.

Um abraço,

Ju

Em nossos caminhos, tentamos acordar.

Bem, minha avó Lúcia era católica e minha casa está mudando como ela deveria ter imaginado.

Desde pequena aprendi com minha avó “O que você dá não é mais seu”. Foi porque muitas pessoas ainda querem controlar como se fossem seus.

Ela está lentamente se tornando asiática. Assim que chegou a Dao que ela é uma linda gata. Que são os mesmos que ela viu nos tempos de Burma e na Tailândia.

E tudo que eu passei na Ásia foi mais meditar e fazer yoga e de repente eu encontrei os budistas. Felizmente em Dharamshala encontrei e fiz aula con o Dalai Lama e Karmapa.

A primeira palavra do Dalai Lama foi “Não seja budista, respeite todas as religiões, respeite o que está dentro de você”

Então comecei a admirar o budismo e conhecer tantos lamas , e isso me fez encontrar um caminho. E assim m encontrar grandes amigos que nem estão pertos.

E eu procuraria o lugar certo. E nunca soube. Eu ia de todas as regiões do mundo em que morava e sempre decolava e me sentia presa
E o budismo sempre ficou no meu caminho.

Ontem eu estava ouvindo Lama Dorje e isso realmente me tocou. Eu o conheci em junho, mas desde aqueles dias tenho meditado mais e minhas alucinações desapareceram.

Tocou-me quando uma pessoa enviou sua pergunta. “Lama, qual é o nível de compaixão? Se eu já ajudo meu irmão, se ele não tem casa, e ele está muito bêbado, etc. O que eu faço? Lam disse: “Primeiro você fez bem em ajudá-lo, não o julgue. Fazer isso ajudará a deixá-lo mais bêbado.”

Até ele me lembrou que eu tinha aprendido que nunca devemos julgar um gato que fez algo errado, porque isso estimula a mente do gato. Quando jogamos, sempre nos incentivando a fazer o mesmo.Eles não podem nem falar, mas a mente funciona como um gato.

Um Lama contou que um amigo disse que nunca estamos sozinhos.

Eu escutei algo assim, mas também me lembrei que um Tibetano me disse uma vez “Agora se queremos sempre pensar que somos sozinhos que estamos sozinhos numa coisa negativo. Mas na verdade nunca estamos sozinhos, mas precisamos nos libertar de nos mesmos.
Enquanto estamos como nós mesmos em paz , aí temos o caminho de compaixão .” Assim que a minha casa que minha avó me deu e virou asiática. Budas por dentro e por fora. E a vovó ainda está dentro de mim, e tantos amigos. E como os lamas tibetanos, isso me faz pensar em Tara que ela é a mãe de todos os Budas.

Gratidão a minha mãe e por ela que é ainda mais da minha casa Tara. E é claro que eu sei que tudo é impermanente como o mar, e minha casa está se tornando minha casa, mas eu sei que é uma mandala, como nós. Assim como o lugar é a nossa mente.

Com amor,
Ju

Meus amigos do caminho

Como eu disse, todas as quedas têm uma vantagem.Eu alucinei muito e os pensamentos eram os mesmos. No primeiro Coma sempre pensei negativo, e pensei que as pessoas queriam me envenenar. No segundo ouvi vozes. E então virou uma voz dentro da minha cabeça de fora e se afastou de mim. Voltei a meditar. Eu esqueci. E tive sorte quando falei com um lama do Tibete e perguntei o que era. Isso aconteceu no ano passado. Eu me perguntei se era uma coisa de inimigo espiritual e ele me disse que devia ser uma lesão no meu cérebro, que eu deveria meditar. Confesso que, para variar, me decepcionei e esperava algo melhor. E que tinha uma resolução

E segundo o Dr Rodrigo vi o resultado do meu novo exame. E ele me disse que não há nenhuma nova lesão no meu cérebro, você nem pode imaginar da minha felicidade.

Nada é valorizado no momento e nada se saber Voltei a meditar.

Eu te falei sobre eu meditar, e que eu percebo que quando eu alucino parece ter algo a ver com quando eu fico nervoso e alucino e que eu medito isso diminui.

Dr Rodrigo me disse que ele deve
Lesão relacionada a uma parte do cérebro.

Voltei do meu jeito. Além de pedir ajuda da natureza, peço para estar conectado pela energia dos meus amigos.

Isso me tocou, afinal ele pensava como Lama GyaLtseng, que era uma lesão. O Budismo sempre respeita a ciência.

Peço contato com meus amigos que conheci por acaso e que estão neste caminho.

Então veio Sho, a Denise que conheci na aula do Dalai Lama, e ela me apresentou aos lamas do Tibete. Depois eu conheci a Isabel e quando eu morava no Peru e fui numa aula de um lama e ela mora no Peru, mas ela é do Chile.

Mas este ano, conheci a Lúcia em uma aula de Drinkung em Ubatuba. E o Lama mora no Chile e é do Nepal.

Durante esse contato, a conheci meditando com Thalita. E eu meditando de frente para o mar, e a Helena que conheci e ela filmou e aí quando acordei ela me perguntou se eu podia. Ela tem sido dias e me enviou.

Fiquei tão emocionada, pude ver as pessoas que ainda estão em minha mente, em minha meditação.

Nas nossas conversas sobre tantas coisas. E eu me senti como somos amigos. Nada está errado, com as pessoas que estão no mesmo caminho.Assim como as pessoas que nos ajudam e nem sabem. Então meus amigos, só queria dar a minha gratidão. Então meus amigos, a meditação é o melhor presente. Todos nós já fizemos isso, mesmo por alguns segundos.

Com amor, Ju

Como vê o negativo ?

Todas as coisas que você vê, você sempre vê o negativo, não importa o que seja. Se você vai mostrar o bem, ainda verá o negativo.”

Aprendi com um amigo de Israel, quando o conheci na Asia.

Ele me contou que ficou preso no Japão por anos. La não pode falar, ele não podia ver ninguém, nem ver livros, etc. Fique com você mesmo.

Quando eu perguntei por que ele foi preso. Ele disse .“Você vai mudar como você me conhece? "

Me lembro que eu pensei tanto tempo para pensar. Eu o conheci quando ele era professor de ioga.Mas passei a me conhecer melhor. O que posso criticar e não conhecer a realidade do outro? Eu seria alguma coisa?

Fiquei pensando até saber porque estava preso. E me faz até hoje e pensar do que me fez ensinar.

Então eu, que já havia desistido do doutorado na LSE e queria falar sobre o processo de paz entre Israel e Palestina. Era numa escola em Jerusalém.

E eu abandone talvez porque eu via as minhas percepções negativas do que era possível. Estive em Israel e na Palestina tantas vezes.

Assim como meus amigos de Israel tiveram que ir para o Exército, e como tantos amigos da Palestina ficaram presos. Mas hoje ainda querem a paz .

E eu queria falar sobre a injustiça. Mas todos não querem guerra, é nossa ?

Mas eu via , o que eu queria ver. Mas me faz lembrar meu amigo preso no Japão veio à mente, pensei que era possível.

Quando ele me disse que era contrabando. Eu ri.

É verdade que mudou a minha forma de ver. Lá eu tive compaixão e pensei que anos atrás ele deveria ter passado com ele mesmo.

Ele deveria ter alucinado consigo mesmo. Uma solidão, uma angústia.

Mas pouco a pouco ele me ensinou uma lição em anos. Isso é difícil para nós sabermos e tentarmos com nós mesmos.

Então até eu vejo que meu coma é positivo. Eu posso ver como é bom perder. .
Ele continua a defender a meditação. Se um Vipassana, já me fez sentir preso

Mas como disse um Indígena

Como conheci este alguns caciques de kuikuro que foram para os EUA e foram dar conselhos. Tinham ido às reuniões dos Indígenas do mundo

Teve uma hora , que as pessoas e podiam falar com os Caciques e contar os seus traumas . Traumas da vida e pesados , como até de ser vitimas de tráficos de ser humanos.

Os caciques que eu conheci não falam português, mas seu filho sabe falava em português, mas a minha amiga Rafaela foi traduzir para Inglês.

Ela me contou sobre os traumas que ouviu, e até o caciques ficaram surpresos, mas disseram.

“Vamos ficar em uma nova vida, deixar de lado o passado e ficar no presente. “

O que mais me toca é que tenho amigos que já foram vítimas de crimes e perdas pesadas. Mas o que mais admiro é que eles são um dos meus grandes amigos e sabem ir a qualquer outro lugar. Eles sabem apreciar a Impermanência quando estão presos em suas mentes.
,

Esse é o caminho da minha mente. É aqui que eu quero encontrar a paz.

Com amor Ju

Aprender das crianças.

Aprendo muito com as crianças e como a escola é fundamental. Mas ainda é fundamental aprender a diversão de aprender coisas diferentes do que você aprendeu em casa e copiar tudo de casa.

Aprendi muito com as crianças.

Este ano, quando fui tomar sorvete e havia um lugar para reciclar.

Nós sempre reciclamos, mas quando perguntei a um menino de 7 anos, perguntei se os pais dele reciclam.

“Meus pais nem têm escola, nem vão saber quanto lixo deixa o mar sujo e eu quero um mundo melhor”

Quando fui falar para a senhora que ela meio que é dona do lugar, ela me disse que é verdade, são as crianças que levam para reciclar, mas os pais jogam tudo no lixo. Ela tem esperança lá. Do jovem.

Ela me lembrou de quando eu trabalhava em uma pousada na Ásia e uma criança foi colocar água no lugar do Buda. Quando eu vi eu perguntei, por que fez isso?

“Você não sabe, sempre temos que observar e respeitar os lugares onde estamos? Estamos na Tailândia, é um país budista”

Ele é da Suíça, mas seus pais viajaram pelo mundo e a escola era online. Tornei-me amigo da família e, quando fui visitar a Suíça, aquilo foi parar na minha mochila.

Continuo aprendendo com as crianças que sabem que temos que respeitar a terra e respeitar todas as percepções de onde estamos.

Com amor, Ju