Cérebro e minha mente 1

Vou compartilhar minha história de como quando fui classificado como paciente e para tantos que me admiram, meu cérebro foi tão destruída e quebrado. E sei que tem até gente que me vê, como eu era. Mas muitos me vem que sou incapaz de tudo. Mas conto porque , as quedas me faz aprender da vida.

De qualquer forma, todas as vezes que quis ver países e pelo caminho, pensei que vê-los pelo caminho daria a entender qual era o sentido da vida. Mesmo antes e depois de ser paciente no Hospital.

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Mas quero escrever, como ainda posso, e como percebo como me parece ser relatado pelo cérebro . Então, vou detalhar como fui classificado de várias maneiras.

Não pense que eu não valorizo a medicina, é o oposto é pelo caminho que percebi que a medicina, como os métodos alternativos e as culturas. Então fui descobrindo como tudo está na nossa mente. Então vou te contar devagar.

Comecei a sentir coisas diferentes e tinha 26 anos. Eu estava viajando pelo Marrocos com meu marido daquela época o Haiko Ballieux .

Eu queria ir para o Marrocos por um tempo. Eu tinha saído para conhecer o país de 3 pessoas muito importantes na minha vida. Quando me mudei para os EUA em 2001, conheci Leila, Mounia e Mustapha na faculdade. Todos aqueles que me farão ensinar coisas na minha vida. Então eu queria ir e ver como era lá. Consegui ir para lá em 2007 .

Quando cheguei a Marrakesh, a Mounia já tinha feito muitas coisas tão belas, e até tinha resolvido uma viagem pelo Salar. E eu queria ir também a Rabat , e a Casablanca . Como o Haiko tinha que voltar a Londres eu decidi qua iria ficar conhecendo o país melhor, já que estava ficando encantada .

Continuei para Chefchaouen e fiquei maravilhada. .
Eu estava viajando sozinha por algum tempo e os senhores me convidaram para viajar em seu carro.

Ele estava comprando arte do Marrocos, para vender na Espanha e achava que era perigoso para eu viajar sozinha, e que poderia me mostrar lugares no caminho. Não tinha medo, mas achei que iria interessante ver o caminho, e Ceuta.

Mas quando eu estava adorando viajar pelo Marrocos e pela cultura, cruzei do Marrocos para a Espanha. Eu estava dentro do carro e acho que deve ter começado o começo do aquecimento da mente. Eu já fiquei em um hotel e queria voltar para o Marrocos, mas sem carro.

Ir a pé foi fácil, mas atravessar a fronteira africana com a Europa é chocante. Do lado da Europa vêm os africanos que estão desesperados porque nada deu certo na Europa. E quando atravessei vi do outro lado africanos desesperados por uma vida melhor.

Achei um taxi e parei numa cidade, que não me lembro o nome da cidade. Eu só ficava pensando de como era a fronteira. Lembro que na fronteira primeiro estava no carro dos espanhóis, éramos brancos e nem precisamos de esperar nada, já nem vimos os africanos negros. Já eu a pé eu via os Africanos negros e eles me disseram que deveria ir na frente. Eu disse que era igual a todos , mas um homen me disse “ Acho que você não sabe a realidade. “

Nem consegui dizer nada porque , nos brancos do Brasil e de toda America, e America Latin sabemos de quanto é a descriminação , e na Europa. Eu tinha vivido em todas essas areas do mundo.

Lembro que queria parar de viajar, e voltar para Marrakesh . Quando cheguei e contei a minha Mounia tudo, e que vim de ônibus e as pessoas turistas nem respeitam as tradições. Tinha começado o tempo do Ramadã.

Naquela noite fui dormir e com mil pensamentos, comecei a sentir que não sabia o que se passava na minha cabeça. Lembro-me de querer contar a Moon, mas atrapalhava no meio da noite. Eu estava tão confusa que não sabia o que era. Estava com medo, porque parecia que não conseguir de fugir de mim. Porque aconteceu no meio-da noite.

Comecei sentindo um forte choque na cabeça e descobre movimentos involuntários nos dedos de uma mãos. E assim apaguei o que te apaga e no dia seguinte contei a Mounia.

Quando fui voltar a Londres , estava no voo e minha mão da direita começou a se mexer. Do meu lado estava um médico, e me perguntou se não tomei o remédio. Contei tudo para ele, que não tomava remédio . Ele me disse que eu deveria ir a um médico

Acabei ver o lugar dos médicos públicos . Primeiro veio um médico geral, e tive que contar o que se passou, contei e chamou o segundo e tive que repetir o que contei , ele chamou o terceiro médico e me disse que precisava ir ao Hospital. Ou seja, percebeu que era uma caso de neurologia.

Aquilo me deixou desesperada.

Em Outubro de 2007 fui internada no St Mary’s Hospital, em Londres, onde fizeram uma ressonância magnética que mostra lesões desmielinizantes no cérebro. Fiquei dormindo no Hospital pela primeira vez.

Eu vou contra as instruções do hospital para coletar líquido cefalorraquidiano, deixar o hospital e não tomar os anticonvulsivantes prescritos. Ainda tinha pedido ao Haiko de não contar aos meus pais.

Comecei procurando de fazer tratamentos fazer medicina alternativa.

Mas em 2008

Mas em 2008 e estava falando com a minha mãe, e as minhas palavras no Skype não saíam . Então contei escrito. Estava calma, mas minha mãe comprou rápido para começar me ver doente.

Como deixou escrito da minha mãe
“ 14/02/08-ela fica sem palavras enquanto fala comigo no Skype. Ele chega ao Brasil na mesma noite e fica internado no Hospital Samaritano, onde fica de 15/02 a 26/02, sob os cuidados do Dr. Getulio Rabello, neurologista. Lá ela faz todo tipo de exame e nada de errado é encontrado, mas já sai com uma leve sequela na fala (troca de sílabas) e Dr Getulio chega a desconfiar de Esclerose Múltipla.”

Aquilo me deixou desesperada, fazer exame , tocar no seu corpo, na sua cabeça etc

Mas nem quero falar de exames. Quero contar das coisas positiveis. Por que estou aprendendo de quantas coisas belas de irmos aprendendo pelas quedas.

Até foi no hospital, aprendi que fui aceita para meu mestrado na LSE, não teria aprendido da cognição. Nem teria eu caído e ter ido para India e aprender do Budismo e de meditar.

Mas eu também quero contar devagar porque já me classificarão com varias doenças, e também já fiquei no hospital quando não tomei remédio de Epilepsia , e até quando não tomei. Já perdi de falar e andar e voltar. Esquecer de coisas e me lembrar. Já tive alucinações, dor etc.

Mas vou contando aos poucos que estou ainda mais feliz e melhor do que caí. Assim a cada segundo respirar já me vê a vida. Quase tudo está aqui você precisa se libertar como eu,
Com amor,
Ju

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