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Sobre julietafalavina

Eu escrevo da minha vida, e agora sobre a minha recuperação da saúde .

Cérebro e minha mente 1

Vou compartilhar minha história de como quando fui classificado como paciente e para tantos que me admiram, meu cérebro foi tão destruída e quebrado. E sei que tem até gente que me vê, como eu era. Mas muitos me vem que sou incapaz de tudo. Mas conto porque , as quedas me faz aprender da vida.

De qualquer forma, todas as vezes que quis ver países e pelo caminho, pensei que vê-los pelo caminho daria a entender qual era o sentido da vida. Mesmo antes e depois de ser paciente no Hospital. Já que já morei em muitos países, e também já até fiquei sem andar, falar, sem escrever, sem ser consciente, pensar e e alucinando etc. Mas aprendi que temos fazer tudo devagar.

Mas quero escrever, como ainda posso, e como percebo como me parece ser relatado pelo cérebro . Então, vou detalhar como fui classificado de várias maneiras.

Não pense que eu não valorizo a medicina, é o oposto é pelo caminho que percebi que a medicina, como os métodos alternativos e as culturas. Então fui descobrindo como tudo está na nossa mente. Então vou te contar devagar.

Comecei a sentir coisas diferentes e tinha 26 anos. Eu estava viajando pelo Marrocos com meu marido daquela época o Haiko Ballieux .

Eu queria ir para o Marrocos por um tempo. Eu tinha saído para conhecer o país de 3 pessoas muito importantes na minha vida. Quando me mudei para os EUA em 2001, conheci Leila, Mounia e Mustapha na faculdade. Todos aqueles que me farão ensinar coisas na minha vida. Então eu queria ir e ver como era lá. Consegui ir para lá em 2007 .

Quando cheguei a Marrakesh, a Mounia já tinha feito muitas coisas tão belas, e até tinha resolvido uma viagem pelo Salar. E eu queria ir também a Rabat , e a Casablanca . Como o Haiko tinha que voltar a Londres eu decidi qua iria ficar conhecendo o país melhor, já que estava ficando encantada .

Continuei para Chefchaouen e fiquei maravilhada. .
Eu estava viajando sozinha por algum tempo e os senhores me convidaram para viajar em seu carro.

Ele estava comprando arte do Marrocos, para vender na Espanha e achava que era perigoso para eu viajar sozinha, e que poderia me mostrar lugares no caminho. Não tinha medo, mas achei que iria interessante ver o caminho, e Ceuta.

Mas quando eu estava adorando viajar pelo Marrocos e pela cultura, cruzei do Marrocos para a Espanha. Eu estava dentro do carro e acho que deve ter começado o começo do aquecimento da mente. Eu já fiquei em um hotel e queria voltar para o Marrocos, mas sem carro.

Ir a pé foi fácil, mas atravessar a fronteira africana com a Europa é chocante. Do lado da Europa vêm os africanos que estão desesperados porque nada deu certo na Europa. E quando atravessei vi do outro lado africanos desesperados por uma vida melhor.

Achei um taxi e parei numa cidade, que não me lembro o nome da cidade. Eu só ficava pensando de como era a fronteira. Lembro que na fronteira primeiro estava no carro dos espanhóis, éramos brancos e nem precisamos de esperar nada, já nem vimos os africanos negros. Já eu a pé eu via os Africanos negros e eles me disseram que deveria ir na frente. Eu disse que era igual a todos , mas um homen me disse “ Acho que você não sabe a realidade. “

Nem consegui dizer nada porque , nos brancos do Brasil e de toda America, e America Latin sabemos de quanto é a descriminação , e na Europa. Eu tinha vivido em todas essas areas do mundo.

Lembro que queria parar de viajar, e voltar para Marrakesh . Quando cheguei e contei a minha Mounia tudo, e que vim de ônibus e as pessoas turistas nem respeitam as tradições. Tinha começado o tempo do Ramadã.

Naquela noite fui dormir e com mil pensamentos, comecei a sentir que não sabia o que se passava na minha cabeça. Lembro-me de querer contar a Moon, mas atrapalhava no meio da noite. Eu estava tão confusa que não sabia o que era. Estava com medo, porque parecia que não conseguir de fugir de mim. Porque aconteceu no meio-da noite.

Comecei sentindo um forte choque na cabeça e descobre movimentos involuntários nos dedos de uma mãos. E assim apaguei o que te apaga e no dia seguinte contei a Mounia.

Quando fui voltar a Londres , estava no voo e minha mão da direita começou a se mexer. Do meu lado estava um médico, e me perguntou se não tomei o remédio. Contei tudo para ele, que não tomava remédio . Ele me disse que eu deveria ir a um médico

Acabei ver o lugar dos médicos públicos . Primeiro veio um médico geral, e tive que contar o que se passou, contei e chamou o segundo e tive que repetir o que contei , ele chamou o terceiro médico e me disse que precisava ir ao Hospital. Ou seja, percebeu que era uma caso de neurologia.

Aquilo me deixou desesperada.

Em Outubro de 2007 fui internada no St Mary’s Hospital, em Londres, onde fizeram uma ressonância magnética que mostra lesões desmielinizantes no cérebro. Fiquei dormindo no Hospital pela primeira vez.

Eu vou contra as instruções do hospital para coletar líquido cefalorraquidiano, deixar o hospital e não tomar os anticonvulsivantes prescritos. Ainda tinha pedido ao Haiko de não contar aos meus pais.

Comecei procurando de fazer tratamentos fazer medicina alternativa.

Mas em 2008

Mas em 2008 e estava falando com a minha mãe, e as minhas palavras no Skype não saíam . Então contei escrito. Estava calma, mas minha mãe comprou rápido para começar me ver doente.

Como deixou escrito da minha mãe
“ 14/02/08-ela fica sem palavras enquanto fala comigo no Skype. Ele chega ao Brasil na mesma noite e fica internado no Hospital Samaritano, onde fica de 15/02 a 26/02, sob os cuidados do Dr. Getulio Rabello, neurologista. Lá ela faz todo tipo de exame e nada de errado é encontrado, mas já sai com uma leve sequela na fala (troca de sílabas) e Dr Getulio chega a desconfiar de Esclerose Múltipla.”

Aquilo me deixou desesperada, fazer exame , tocar no seu corpo, na sua cabeça etc

Mas nem quero falar de exames. Quero contar das coisas positiveis. Por que estou aprendendo de quantas coisas belas de irmos aprendendo pelas quedas.

Até foi no hospital, aprendi que fui aceita para meu mestrado na LSE, não teria aprendido da cognição. Nem teria eu caído e ter ido para India e aprender do Budismo e de meditar.

Mas eu também quero contar devagar porque já me classificarão com varias doenças, e também já fiquei no hospital quando não tomei remédio de Epilepsia , e até quando não tomei. Já perdi de falar e andar e voltar. Esquecer de coisas e me lembrar. Já tive alucinações, dor etc.

Mas vou contando aos poucos que estou ainda mais feliz e melhor do que caí. Assim a cada segundo respirar já me vê a vida. Quase tudo está aqui você precisa se libertar como eu,
Com amor,
Ju

Memórias do Presente , é presente.

Faz anos que não vejo meu amigo Rodrigo Vilela e ele veio me visitar. Eu tenho meditado por um tempo, mas sempre faço perguntas sobre histórias de vida. Ainda mais que meu amigo. ele trabalhou em reciclagem, e ele trabalhou para a Globo. Então eu sabia que ele teria histórias ao redor do mundo. Mas nosso encontro nos fez meditar e aquietar nossas mentes.

A história que ele me contou me tocou, achei que deveria virar filme. Era sobre um jovem, digo que nasceu no Brasil, em Minas, era de sua cidadezinha e gostava de filosofia e queria ser padre. Ele quase não tinha dinheiro, mas foi para São Paulo e ajudou os alunos a entrar na faculdade. Ele mesmo não podia ir.

Mas foi na época da ditadura e estava começando, que vi jovens que queriam estudar em faculdades que não queriam de gente que gostava de questionar.

Mas foi uma fase e mesmo assim não foi muito aceito para ajudar os alunos. A certa altura percebeu que ia ser morto e teve que morar em casas e bairros e fugir do Brasil.

Até isso eu pensei que era uma das coisas terríveis que já escutei, mas a vida ainda me surpreendeu mais.

Ele teve que fugir do país e descobrir como iria a pé até a fronteira boliviana. Consegui falsificar a hora de um jogo de futebol.

Ele foi e conseguiu chegar no Chile e tentou ir para Suíça, Itália e negou. Ele consegui ir para a França.

Não parava de querer ser padre, foi aprender francês e foi ao templo e começou a estudar e escrever poemas.

Lá ele se apaixonou pela freira, que estava ali e começou a escrever poemas para ela. E finalmente conseguiram se livrar dos livros.

Isso me tocou. Porque essa história não era do Desconhecido, mas eu não sabia.A história veio dos pais, do meu amigo Rodrigo, com quem nos casamos na festa junina e estudamos no Licée Pasteur.

Ainda mais irônico é que meu amigo é gay. E nós somos ateus e gostamos mais da reencarnação.

Talvez porque nos sentimos chamados na vida, e ainda estamos na vida. Eu brinco que somos esquerda caviar, mas pensamos, e estamos nos descobrindo através da meditação. Estamos juntos na espiritualidade da descoberta de quem somos. Não abandone quem você é, nem dá para saber quantas pessoas te ajudam, você já ajudou. Mas isso é o quanto você verá através da meditação.

Com amor Ju

Sho aos poucos 1

Sho era um amigo especial, desde que o conheci em Nova York, em 2001. Mas nos conhecemos pelo mundo e pelo tempo. E fez , e pensava no outro , e quando partiu estava acordando. Ele sempre fazia o ato de defender os outros, mas sempre não via o dele , seu valor.

O Sho ia para a faculdade à noite e eu ia para a faculdade de manhã, mas foi o André Akamine quem me apresentou. Estivemos no restaurante indiano. E até hoje é minha comida preferida. Foi nessa época em 2001 que comecei a aprender a tradição da Índia.

Na Índia aprendi que a comida é a mente que nos traz saúde. De volta à Índia, comecei a beber 2 litros de água por dia, água e chá. Eu nem bebi café no Brasil, mas tomei no Oriente Médio, e agora tomo café🙂 . Mas da última vez que Sho me apresentou ao café com ovo, ele nos apresentou ao Vietnã.

A última vez que viajei para a Ásia foi em 2018. Queria avisar meu marido, estávamos no Laos e soubemos que Sho estava lá. Ele nos disse que iria comemorar seu aniversário no Vietnã.

Como estive na Ásia por tanto tempo, e sempre ouvindo que era perigoso e feio, sempre pensei que eles nunca tinham estado lá, sempre sei que nunca vai saber das coisas belas pelo mundo.

Então comemoramos seu aniversário e aprendemos mil coisas tocantes e maravilhosas. Como aprendi com a ocupação do Vietnã, que era francesa e americana. Mas da colonização pelo mundo, o que mais me tocou foi aprender com os lamas e não ir para a guerra. Eles meditaram durante ser queimados.

Mas já digo, normalmente quem fala, não deveria ter ido. Adoro descobrir novos países e áreas. E também sei que Sho já morou em várias cidades, assim como eu e isso nos deixa mais abertos do que nunca. É um olho.

“Criado pela primeira vez em Hanói em 1946, o café com ovo é uma criação de Nguyen Van Giang. Em resposta às pressões de uma escassez de leite causada pela Guerra Francesa (também conhecida como a Primeira Guerra da Indochina), Giang colocou um ovo como um substituto muito necessário enquanto trabalhava” como bartender no Sofitel Legend Metropole Sempre digo que vale a pena visitar a Ásia, mas também digo que a primeira vez que fui a Londres, fui ver Sho, e estava com minha amiga Pet de Hong Kong.

Além disso, como tomamos café com ovos? Muita gente tem nojo de experimentar, mas é gostoso e a gente aprende a história.

Uma vez e tinha me formado da Hofstra e tava no Brasil , e contei ao Sho que queria conhecer um outro país, e não sabia quem queria viajar. Sho sugeriu a Bolivia para ver o Salar de Uyuni.

Mas Sho estava trabalhando em um banco. Assim eu digo que o mundo é assim, as coisas nos faz nos conhecer melhor. E anos depois eu estava em Londres, e o Sho estava num outro país .

Mas para eu contar aos poucos, de como comecei aprender viajar sozinha. Mas é sempre é de buscar quem somos.

Com amor ,
Ju

Mandala e Lótus na inpermanencia

Sempre quis escrever um livro, mas aos poucos como uma Flor de Lótus, e no meio de uma Mandala. E esses dias no meu caminho descobri como o Lotus é a nossa vida.

Aprendi que é um dos símbolos mais importantes para o budismo. E meu primeiro coma na Tailândia em 2013, quase morri e com muitas lesões cerebrais.
Mas nem foi a primeira vez que fui para a Ásia.

Não foi nem a primeira vez que fui para a Tailândia, na primeira fui ser voluntaria de dar aulas de inglês até com as crianças uma vez. Nem foi da vez que trabalhei numa pousada. Eu tinha abandonado meu doutorado na LSE, e nem sabia o que queria fazer e fui para India de novo. Ainda mais perdida e me chamarão a Pousada Mut Mee. De uma maneira engraçado porque me sentia mais em casa.

Mas quando fui pela primeira vez para a Índia, e já tinha de ter meu primeiro ataque epilético e fui classificado como estava. Aconteceu no Marrocos e eles começaram a me ver como paciente. E, de fato, todo ano muda o que os neurologistas pensam. E de fato sabemos que a mente e o cérebro são um mistério.

Mas foi em 2013 que eu escrevi um livro em ingles, e baseados nos meus blogs. Este livro se chama Mosaic , o que me faz sorrir por que a vida é irônica.

Engraçado, nem foi a primeira vez que fui para a Ásia foi em 2004. Pela primeira vez fui visitar a casa de um amiga da China, e ela veio aqui a Ubatuba.

Diz minha minha mãe, que em 2007 – acorda no meio da noite, na casa de uma amiga no Marrocos, sentindo forte choque na cabeça e constata movimentos involuntários nos dedos de uma mão. Embora assustada, volta a dormir e, no dia seguinte, já nem sabe dizer se aquilo foi real ou um sonho. No avião, já de volta a Londres, onde estava morando, torna a sentir os movimentos involuntários dos dedos dessa mão.

Mas eu me lembro que quis manter em segredo, até uma vez travei de falar e fui ao hospital e 2008
fui parar no hospital no Brasil.
Fiz muitos exames, e ali vem medo e frustração, E o Dr Getulio chega a suspeitar de Esclerose Múltipla. E aquilo ainda questionava tudo.

Aí eu fui para India , tinha uma esperança de conhecer uma outra cultura. Eu me formei como Antropóloga, e musica.

Lá eu comecei a admirar a cultura e cheguei a aprender do Budismo e nem perceber. As vezes sinto que o que somos já está dentro e ninguém tem que te convencer. As vezes vem desde desde 2008

Nunca viajei de elite, nem poderia e nem queria. Mas fiz couchsurfer e hospedei , e amigos pelo mundo. Assim me sinto do mundo . As vezes não consigo chamar de um lugar , mas de um fluxo pelo caninho.

Agora que tenho a minha casa, até me dizem que parece asiática. Eu vejo diariamente de tudo que me faz lembrar que passei pelo mundo, e me faz lembrar dos que vieram. E de uma maneira eu me sinto mais pelo mundo. Tanto como eu morei pelo mundo, e os meus amigos todos que Vieram aqui.

De certa forma, isso me lembra até colegas de faculdade e chouch. Eles vieram da Azia, América, América Latina, África e Oriente Médio. Em outras palavras, as pessoas do mundo. .Todos eles me fizeram aprender tantas coisas, mas de certa forma a Azia está mais presente.

A minha primeira vez que fui à Índia, fui parar em Dharamshala. Ali eu entrei mais no budismo e nem percebi. Fiquei tão tocada de ver os lamas tibetanos fazendo a Mandala e desfazer. Aquilo me fez entender porque nunca fui tão apegada de umas coisas , mas é em Ubatuba que entrei mais no budismo, entendi.

Estava numa festa , e quando entrei na casa com um Bandeiras do Tibete, e eu perguntei a senhora se era Budista e disse que não. Contei que tinha ido a India e por acaso tinha chegado no dia da aula do Dalai Lama.

Ainda não estava nem procurando. Mas iria sempre aparecia na minha rotina. Sei que no dia seguinte essa senhora me mandou uma mensagem e disse “ Sabe que não tem que ir a Asia para ver um monge . Aqui vem um Lama do Nepal.”

Já, já com os preconceitos, fui mandar um recado para uma amiga budista e a conheci na aula do Dalai Lama, na Índia. Ela me apresentou a HH Karmapa, e eu nem sabia quem ele era. E por causa dela conheci muitos Lamas.

De forma precisa, saber quem era esse Lama de Ubatuba. Mas naquele ano comecei a participar mais das reuniões de budismo.

Toda semana eu medito e aprendo o budismo. Minhas novas amigas Thalita e Ana Paula e que fazem a gente perder algo, largar algo que nem ligamos, mas é abrir mão de coisas que nos apegam. Assim como temos que nos desapegar, como manter os que partiram.

Este ano percebeu que estava mais apegada a uma coisa. Foi uma xícara de chá que meu amigo me deu e faleceu. Era minha preocupação perder o que ele simbolizava para mim. Mas quando eu quebrei, eu entendi o que era uma Mandala. Ali que aprendi que nada prende a nossa mente, desde que queremos.

Era do meu amigo Sho . O conheci em Nova York, num restaurante Indiano. Ele estudava na mesma faculdade e me escreveu uma carta e me mandou num papel uma mensagem. Dizia que pensa que nos encontramos há muito tempo. Naquela época achei que era uma carta boba. Mas à família do Sho é da India.

Mas o Sho se tornou num amigo que eu encontrava em vários países. E esteve em casa varias vezes, e poucos tempo de falecer. Eu fui parar no hospital porque coisas me atacam emocional. Uma coisa da mente e seu espirito está aqui. Minha meditação flutua com sua libertação.

Isso toca na minha alma porque entra a me reconhecer como sou. Esse me reconhecer e querendo dividir como caímos e renascemos. E tenho uma gratidão enorme como hoje me disse a ana paula .
“ temos que abrir novos canais” e eu espero que aparecem a me visitar “Vai no fluxo, relaxada”.

Mas com meus comas, me sinto como a mandala e as flores e o lótus, sinto que escrevo do meu jeito, cometo erros, mas sigo pelo caminho.

Com amor
Ju

.

Aprendi o valor do Silêncio

A meditação está me ajudando profundamente a me sentir melhor.

Tenho meditado até na cama quando vou dormir, e até quando acordo . E até aprendo do silencio, e vejo um debate dentro de si. Eu antes acordava muito cedo, e até antes do Sol nascer, e eu dormir pouco, e virava dor de cabeça.

Até me ajudou com minha raiva, ao contrário do que penso. E até de perceber quem está com uma raiva, e dor interna.

E mesmo quando sou atacado verbalmente, sempre tentava lutar pelas palavras. Tento abandonar as palavras , podemos abandonar

Nossa briga é interna, e sempre fui de fugir do que discordara comigo. E sinto que até estou lidando com como estou tentando simplesmente ouvir a revolta de alguém que me ataca. Sinto até compaixão, porquê não é fácil lidar como somos.

Agora vejo que a do outro, é de si. Assim , como vejo que que até vejo a minha agressividade das minhas palavras. Tento ser mais quieta , e observar. Até eu estou entendo o valor da palavra do silêncio, como amor e não como escutava, e pensava negativamente .

Mas sempre sou das palavras , mas tento me descolonizar a minha mente. E eu aprendi mais de meu amigo Ruan. Sempre aprendo de falar com os outros.

Ontem aprendi com o Ruan, e ele tem 5 anos. Eu estava sentada na rede e ele estava no sofá, que ficava na frente. Ele é tímido. E estavam 5 adultos e meu amigo Ruan. Eu tinha dito a ele que não sou tia, sou a Juju meu amigo.

Fiz um gesto de jogar uma almofada para mim. Pensei em brincar e olhei-o nos olhos. Certa vez, ele aprendera a olhar com compaixão.

Ele olhou para mim, surpresa no começo e então começou a olhar cada vez com o olho mais parado e aberto. Aí comecei a me surpreender. Ele ficou me olhando nos olhos e eu olhei e fiz o gesto de jogar o travesseiro.

Isso estava na minha mente. Ele se levantou e se aproximou e voltou. E eu fiz o mesmo gesto para brincar, mas ele se levantou e foi tocar na minha mão.

Fiquei tão surpresa e tocada. Ele voltou e sentou-se no sofá. Eu perguntei o que eu estava vendo.

Ele estava quieto, e eu estava pensando e nem sabia o que dizer. Eu não quis dizer que era um jogo. Ele havia olhado profundamente. Eu disse “eu viajei pelo planeta, e você”. E ele disse “eu vi você Papai Noel”

Aquilo me tocou, me fez ver que o silêncio é profundo. O que vemos é o que queremos. Assim eu sinto o silêncio , uma meditação é a compaixão.

Então eu tento. Embora sempre tenha sido de debate, fuga, a meditação nos lembra que o silêncio nos liberta. E a toda compaixão.

Com amor, Ju

Conflito Israel

Escrevi há mais de 10 anos. E escrevi em Israel e fazia doutorado, e Chouch Surfing.

“ Tzlil tem 20 anos. Ela é namorada de um dos meus anfitriões. Durante uma semana eu a cumprimentei quando a vi. Ela realmente não respondeu de volta. Ela parecia deprimida, pensei. Ontem à noite fui levado a um bar em florentino, em Tel Aviv. Era um lugar legal. Um daqueles que poderiam estar em qualquer lugar do mundo. Estava frio, e as pessoas pareciam todas diferentes. Senti que poderia estar no Brasil. Sentei-me ao lado de Tzlil. E tudo o que ela não disse na primeira semana ela deixou escapar em uma noite.

Tzlil é linda e está no exército. Ela era uma oficial destacada na área próxima à fronteira do Egito e Gaza. Perguntei a ela sobre isso. E a partir do momento que eu perguntei a ela ela falou por uma hora sem parar. Ela me disse que estava traumatizada. Isso ela viu muitas vezes egípcios alinharem refugiados sudaneses e atirar neles. Ela continuou repetindo. Eu não aguentei. Eu tive que ir embora. É tanta violência de todos os cantos, de todos. Você muda. Você vê seus amigos mudando na frente de seus olhos. Eles não fazem. Mas eles mudam.

Perguntei a ela o que ela estava fazendo ali. Ela estava ensinando hebraico para os beduínos. Aparentemente, o exército tem um grupo de soldados beduínos. Ela me explicou que estava encarregada de ensiná-los a escrever e ler em hebraico. Eles podiam falar, mas não ler. Ela me contou sobre um homem que, uma vez capaz de ler, ficou muito chateado. Perguntei a ela por que e ela explicou porque em todo o texto está escrito em hebraico “morte aos árabes”. você não viu? ela disse em hebraico traduziu para o inglês. Ela disse tudo isso como se fosse chorar.

Perguntei-lhe se falavam árabe. Ela olhou para mim e disse “claro, eles são árabes, beduínos e israelenses” por que eles não podem ser tudo isso? Eu que costumo ter tantas perguntas fiquei quieta. Eu a ouvi. Tudo o que ela tinha para me dizer. Ela era uma mistura de traumatizado, com depressão, com tristeza, com raiva por ter tirado 2,5 anos de sua vida.

Meus olhos se encheram de lágrimas. O que eu poderia dizer. O sul-africano israelense ao nosso lado, percebendo o quão intensa foi nossa conversa, disse “sem política, garotas, vamos apenas aproveitar a noite”

Eu coloquei minha mão na dela como um ato de compaixão, de compreensão. nós aderimos ao desejo de nossos companheiros israelenses. sorrimos, tomamos mais um gole do que estávamos bebendo e sorrimos. isso é tel aviv.

amor,
Ju

Um pequeno Filosófico

“É como se tudo fosse e voltasse no mar, mas na piscina parece que tudo para. Mas o mar, ele vem e volta. E às vezes vem de uma maneira que é diferente.

A filosofia profunda veio de um menino de seis anos . Eu estava andando pela praia , e falando com as pessoas. Fazia muito sol, e sua mãe dizia que o resto da família estava na piscina da pousada. Ela me contou que era do interior, ela conhece o calor, mas pouco da chuva estava adorando.

Ela preferia voltar para a piscina, mas o menino tentou me explicar por que ele gostava mais do mar. Aquilo me tocou, ele não quis se manter em silêncio, não queria falar de telefone, queria ver a natureza.

“Ele me disse que vendo o mar, ele viu que tudo vai, e volta de maneiras diferentes.” E ele me contou coisas incríveis da sua criatividade, e eu estimulava.

Como sou formada em antropologia cognitiva, estou curioso para saber o que vejo é a mente desse menino é tão diferente das crianças que vejo aqui.

Copiei a Monja Coen, para ser a criança também. E eu já fui voluntariei com crianças em Londres e na Tailândia. Eu sempre me coloco, como se eu fosse uma criança.

Também me pergunto por que fui tão tomado pela Internet. E não vendo o círculo da vida e preso pela telefones.

Então esses dias estou tentando usar menos o telefone.

Acordei varias vezes e lembrando das pessoas que eu conheci esses dias. Elas me fizeram estar presente.

Como disse o Lama teria dito dos efeitos de um telefone, e não estar presente.

Conheci uma nutricionista e que me indicou que eu deveria ter uma rotina.

Sei que eu iria ter uma rotina de andar e fazer ioga de manhã. E pela tarde fui andando e vi duas mulheres que tirava foto. Assim começou a nossa conversa.

A conversa conversou pela foto, ao budismo espiritualismo e a gratidão pela natureza. Virou uma caminhada e começou uma amizade.

Andou pela caminhada, a conversa, as histórias e até observar o mar.

O jovem filósofo está certo

“ É como se tudo fosse e voltasse no mar, mas na piscina parece que tudo para. Mas o mar, ele vem e volta. E às vezes vem de uma maneira que é diferente.”

Nossos amigos vão e voltam. Eles aparecem de uma maneira diferentes. E os novos que chegaram e não estão na prisão de um telefone, nos faz nos lembrarmos de quem somos. O melhor é a nossa jornada .

E esse pequeno filosófico também me contou que viu que esses no joguinhos , e nem vem as conchas .

É , ainda bem que eu abaixei e ganhar um professor de filosofia, e ele me fez lembrar que a natureza faz agente ver a vida.

Mas esse pequeno filosofo , me disse “ Que legal Juju , nem trouxe um telefone . “”

Gratidão

Um pequeno Filósofo

“É como se tudo fosse e voltasse no mar, mas na piscina parece que tudo para. Mas o mar, ele vem e volta. E às vezes vem de uma maneira que é diferente.

A filosofia profunda veio de um menino de seis anos . Eu estava andando pela praia , e falando com as pessoas. Fazia muito sol, e sua mãe dizia que o resto da família estava na piscina da pousada. Ela me contou que era do interior, ela conhece o calor, mas pouco da chuva estava adorando.

Ela preferia voltar para a piscina, mas o menino tentou me explicar por que ele gostava mais do mar. Aquilo me tocou, ele não quis se manter em silêncio, não queria falar de telefone, queria ver a natureza.

“Ele me disse que vendo o mar, ele viu que tudo vai, e volta de maneiras diferentes.” E ele me contou coisas incríveis da sua criatividade, e eu estimulava.

Como sou formada em antropologia cognitiva, estou curioso para saber o que vejo é a mente desse menino é tão diferente das crianças que vejo aqui.

Copiei a Monja Coen, para ser a criança também. E eu já fui voluntariei com crianças em Londres e na Tailândia. Eu sempre me coloco, como se eu fosse uma criança.

Também me pergunto por que fui tão tomado pela Internet. E não vendo o círculo da vida e preso pela telefones.

Então esses dias estou tentando usar menos o telefone.

Acordei varias vezes e lembrando das pessoas que eu conheci esses dias. Elas me fizeram estar presente.

Como disse o Lama teria dito dos efeitos de um telefone, e não estar presente.

Conheci uma nutricionista e que me indicou que eu deveria ter uma rotina.

Sei que eu iria ter uma rotina de andar e fazer ioga de manhã. E pela tarde fui andando e vi duas mulheres que tirava foto. Assim começou a nossa conversa.

A conversa conversou pela foto, ao budismo espiritualismo e a gratidão pela natureza. Virou uma caminhada e começou uma amizade.

Andou pela caminhada, a conversa, as histórias e até observar o mar.

O jovem filósofo está certo

“ É como se tudo fosse e voltasse no mar, mas na piscina parece que tudo para. Mas o mar, ele vem e volta. E às vezes vem de uma maneira que é diferente.”

Nossos amigos vão e voltam. Eles aparecem de uma maneira diferentes. E os novos que chegaram e não estão na prisão de um telefone, nos faz nos lembrarmos de quem somos. O melhor é a nossa jornada .

E esse pequeno filosófico também me contou que viu que esses no joguinhos , e nem vem as conchas .

É , ainda bem que eu abaixei e ganhar um professor de filosofia, e ele me fez lembrar que a natureza faz agente ver a vida.

Mas esse pequeno filosofo , me disse “ Que legal Juju , nem trouxe um telefone . “”

Gratidão

Acordar

Domingo eu aprendi uma coisa valiosa do Lama Khenchet Rinpoche, e ele me disse como às vezes nós aclamamos, para ver a realidade nós vemos a realidade pela internet.

Mesmo que ele fosse um lama budista e sua aula fosse em inglês. Não é linguagem. Mas dentro de mim faz mais sentido porque já morei em muitos países.

Quando o Lama disse, parece que estamos alucinando e precisamos acordar.

Neste momento que tentamos ver a realidade da Internet . E quase sempre precisamos ver o que outro vive.

Quando eu o perguntei que as vezes penso que estou alucinando depois do meu segundo coma.

O lama me disse “ Como você pensa que é uma alucinação ? “

“Disse que percebo , mas me atrapalha “

E ele me disse que ajudou muito

“ Então está acordando do que é realidade “

Aquilo me fez começar a dar o valor de querer ser acordada.

Então comecei a tirar o telefone quando acordei. Até meditei na minha cama, comecei a observar meu corpo, a minha mente e qua do acordei tirei o meu telefone e o do André.

Acordamos para a realidade e para onde estamos.

Sei que a realidade de tantos países ao redor do mundo está presa pela informação que somos. E de certa forma estamos presos ao mundo e às informações da internet e do que está fora da nossa realidade que construímos.

Assim percebo que todas as realidades dos meus amigos são de países, de indiferença da sua Percepção da politica. Todos meus amigos não querem matar ninguém. Eu começo a me acordar que espero que as pessoas se acordem da realidade .

Andrey ainda mora na Suecia e sua familia mora na Russia e assim sei que precisa se acalmar como eu. Assim como sei que meus amigos da Asia sempre me entendem
.
Mas talvez eu tenha tido a sorte de conhecer novos amigos. Esses podem entender. Estes me fazem acordar. E pela internet posso manter contato com meus amigos e eles nem são próximos. Mas suas mentes estão próximas.

Tudo o que o Lama fez me deixou ainda mais grata a todos.

Com amor, Ju

Um abraço

Esses dias ouvi uma história muito bonita. E isso me lembra muitas coisas da minha vida.

Ontem eu estava no encontro sobre o Budismo e a ação ao outro. Mas me fez pensar que não é sobre dar dinheiro é sobre a compaixão .

Me fez lembrar que meu amigo me dizia que todos temos uma solidão interna. E ele praticou colocar um abraço aos desconhecidos

Quando eu viajava sozinha , eu sempre digo que nós que viajamos assim, sempre ficamos nunca sozinhos. As vezes quando fomos juntos com o outro talvez somos mais sós.

Então eu fiz muitos amigos que quando nós encontramos nos abraçamos na despedida dos nossos que fomos sozinhos. Nunca tivemos a solidão.

Ontem, me contaram uma história sobre uma pessoa que estava na rua e pediu dinheiro. A pessoa na rua morava na rua, e o menino tentou dar. Mas ele olhou em sua bolsa, mas não a tinha. Mas podia dar um abraço.

A pessoa ficou tão emocionada, vivendo nas ruas e durante anos não sabia que seu valor era muito maior que o dinheiro.

Isso me tocou e me lembrou que meu amigo mora em Londres e estava fazendo a campanha do abraço.

Lembro-me de que nunca pensei que faria sentido na Inglaterra. Conheço um senhor de Amsterdã e ele mora na Ásia e sempre abraça.

Mas eu na Solidão me fez lembrar que em Londres conseguimos ver jovens, novos e velhos e que queriam o abraço do meu amigo e da campanha do abraço. As vezes riam, as vezes choravam e falavam.

Estes do abraço estavam certo , que o abraço vale mais que o dinheiro.

Um abraço,

Ju