Eu sempre prefiro a paz, e isso nunca vem com uma guerra

Sempre sou contra armas, mas tenho muitas razões para a guerra contra as quais sou contra.

Também me pergunto quem está por trás disso. Em guerra, sempre há alguém por trás disso.

No meu doutorado, que foi na Lse, eu tinha um amigo que veio de Israel. Eu tinha esperança de paz para Israel e Palestina.

Mas o tema de hoje é Rússia e Ucrânia e eu tenho um amigo querido que era de Lse e veio da Rússia. Ele mora na Suécia, mas há muitos anos não consegue ver sua mãe e ela, ainda não conseguiu conhecer seu neto.

Andrey ficou muito triste com o que está acontecendo em seu país e com a Ucrânia. Mas em seu nome ele não faz parte de uma guerra.

Em nome de um país, ele está destruindo a Ucrânia.

Isso me lembrou de outro amigo de Lse, e ele veio de Israel.

Em Israel você tem que ir para o exército. Mas a noite dele porque achou injusto com a Palestina.

Quando meu amigo me disse que havia negado ir para o exército. Ele foi colocado na prisão dentro de Israel.

Depois de um ano, o exército perguntou se ele voltaria para o exército. Ele negou novamente, então foi colocado na prisão dentro da Palestina. Aprendeu a falar árabe.

Quando eu disse a ele “você deveria fazer isso já que você fala hebraico e árabe, eu nunca estou apenas aprendendo”. Sua resposta foi “por que você não faz isso no Brasil sobre os povos indígenas?”

Foram palavras duras, ele tem razão, é fácil resolver os problemas de quem está longe de nós.

Abandonei meu doutorado e ainda espero pela paz. Não sei como podemos resolver nossos problemas no meu país. E são enormes.

Toda a América, América do Sul que é colonizada pela Europa. Sou descendente de europeus e misturada de un pouco de negro e indígena, mas também conheço indígenas.

O que podemos fazer? Nomes de países, países regionais e religiões e armas não resolvem os problemas.

Então, novamente, sou contra guerras, exército, armas, mas espero que tenhamos que parar de destruir. Acho que não estamos aprendendo com a história do mundo.

Então, como está no momento, espero que nenhum ucraniano crie raiva e ódio e Rússia e signifique armas. Até eu acho cruel que outro país tenha que fazer isso (Ajuda

Então, no momento, eu sei o que Andrey sente, como eu no Brasil, já que estão matando indígenas. Eu sempre admiro os indígenas. Mesmo que eu seja a representação de mim.

Eu sei que meu amigo de Israel admira os palestinos, ele é como eu.

Mas também tenho amigos que são palestinos ucranianos qualquer indígena.

Para mim todos os problemas que relacionei com o mundo. Mas também tenho amigos que vieram de família indígena e moram na Europa.

Acho que sim pessoas simples e humildes que temos na cabeça. Aprendi com os tibetanos e eles me ensinaram muito.

Antes do meu Comas eu estudava política internacional. Na época eu tinha ódio e raiva.

Mas eu aprendo muito com aqueles que perderam de sua terra. Conheci tibetanos que ainda respeitam a China. Eu tinha aprendido com os vietnamitas. Na verdade na Ásia eu nunca ouvi falar de nada que eu quisesse ser uma arma.

Então, quem ele está lutando para ganhar, oh é simples quem está por trás é apenas alguém que nunca percebeu que o poder do dinheiro e da vontade nunca vai fazer você vencer a si mesmo. Então, eu e todos os meus amigos, todos temos ódio e um sentimento de que temos que justificar quem somos. Ainda estou tentando ser melhor e não fazer parte da Destruição. ame a compaixão e experimente a paz.

Amor, Ju

Meu primeiro ataque epilético e a Medicina entrando na vida .

Estava ontem no hospital, e estou grata. Quantas vezes eu abandonei a medicina. Estou tomando Cortizona , e Rituximabe.

Quantas vezes eu tirei. As vezes eu olhava os efeitos colaterais, ficava desesperada e parava o tratamento. Sempre achava que da maneira natural seria melhor. Assim que acabei tendo 2 comas e muitas lesões no cérebro.
Então eu quero contar do princípio da medicina entrou na minha vida. Eu quero te mostrar como começou o meu primeiro ataque epilético que foi no Marrocos. Ela começou quando eu tinha 26
anos e hoje eu tenho 40 .

Começou quando eu estava viajando no Marrocos. Sempre me faz lembrar do deserto Saara
Mas eu falo deserto e dos sentimentos opostos é porque no deserto você sente calor com o Sol e quando ele parte vem o frio.. Ali você sentir um sentimento do oposto quase como é um ataque um epilético, como estamos fora do controle de nós mesmos

Mas depois de conhecer Marrakesh, e muitos lugares. Mas quando cheguei em casablanca , e eu não precisava ir a Londres . Resolvi de ficar mais tempo e ir a cidade que meus amigos tinham me contado.

Fiquei indo e de repente fui conhecer Chefchuen. Mas como o Marrocos foi colonizado pela França a Cidade é chanada de Chefchuen, ( Xexuão ou El Aiún). E quando eu fui viajar sozinha eu escutava mais Árabe do que frances.

Mas quando eu Estava viajando sozinha, conheci dois senhores que ficaram preocupados comigo.
Eles compravam coisas do Marrocos para vender em Ceuta.

Eram 2 senhores que compravam roupas para vender na Espanha . Eles me convidaram para ir no carro deles até Ceuta. Ceuta fica Africa.
Foi incrível viajar com esses senhores, com eles fui observando todos os lugares mas quando chegamos na fronteira eles nem sequer pediram o meu passaporte. Mas eu vi eu fiquei impressionada pela mudança que havia entre um país e outro.

Fiquei um dia em celta porque eu queria voltar ao Marrocos. Fui a pé e quando eu cheguei na fronteira havia centenas de pessoas que não estavam bem.

Eu diria que era uma das coisas mais tristes que eu vi. Muitas pessoas que não foram aceitas na Europa. Me diziam pra eu ir na frente e eu queria estar na fila . Eu disse que eu ia na fila mas os africanos que não foram aceitos por preconceito diziam para eu ir na frente pq eu era branca.

Quando eu atravessei havia 1 milhão de pessoas que queria morar na Europa. Como já contei, minha amiga Leila que é do Marrocos e é uma fotógrafa Na ONU foi morta pelo seu trabalho, e sabia da injustiça que há no mundo.

Aqui no Brasil, o preconceito de todos continua também. Acho que o início das minhas crises epilépticas está relacionado a emoções fortes e pessoas muito próximas a mim. Quando a Leila foi morta eu fui parar no Hospital, e agora estou tomando o Rituximabe que consegui controlar do desespero que me deram quando Sho morreu e eu acabei de estar no hospital. Desta vez já estava ontem, e feliz porque talvez não sinto mal dos defeitos colaterais.

Como disse, apos dois comas, com as perdas de e dificuldade no falar, se eu estava no hospital é porque finalmente eu o levo a sério.

Foi em 2007. Como digo manterei os meus erros sem pedir a ninguém. Temos que dar valor de tentar ficar melhor.

Mas eu lembro que ha anos quando cheguei na casa da mãe da Moon tentei de explicar e como é difícil.

(Fui dormir e à noite veio aquele desespero de algo que eu não sabia explicar. Era como sentir e calor como o deserto do Saara. Como era o Sol e a Lua. Como calor com sol e depois no frio. Mas na cama e frio e o calor e fora de si entender. minha mente isso foi perdendo o controle. Cynthia vibrações de adrenalina, minha mente foi ativada e pensando na prisão das fronteiras, você não pode controlar com o mesmo pensamento. “
Mas sei que ainda não tenho controle , mas tento. Sabemos muito pouco de nós.

Então me lembro de ter ido ao aeroporto para ir a Londres. No avião Minha mão estava se movendo. O senhor estava do meu lado e disse: “Você não está bem e deveria falar com os médicos. “

Porque eu quero contar aos poucos sobre minhas quedas. O primeiro já escapou do hospital em Londres. Fiquei uns dias e exames e saí com minha responsabilidade. Ou seja cai muito.

Até eu sei que os médicos explicaram com nomes diferentes do que eu tenho. Innoway eles ainda estão tentando descobrir que está no meu cérebro.

Mas eu sei que os estudos mudam o tempo todo. Acho muito útil ver que o cérebro não sabemos tanto. Mas posso ver que podemos aprender novamente.

Mesmo que eu não consiga falar uma palavra, e eu consiga o bloqueio a da lingua onde estou falando. Mas ela pode sair na outra lingua. Eu sei, mas a mente sabe.

A mente é tão incrível que pode fazer para encontrar uma maneira de ver falar e ouvir. Até diria devíamos todos de aprender mais línguas. Isso nos ajuda muito.

Posso preencher e respeitar a medicina mas também a Meditação ajuda demais. É como eu respeito a medicina alternativa, mas a medicina tem Juntos.

Com amor, Ju

Sempre continuar o nosso caminho

Devo dizer que escrevo sem que ninguém esteja editando. É difícil escrever e falar. Mas adoro escrever e contar as histórias de outras pessoas, mas vou contar a mim mesma. E eu vou te contar sobre a minha vida. E eu diria que “nunca aceite que não poderia aprender coisas novas”, e Leve a sério os velhos aprendizados da vida, e o novos. De tudo na vida devemos manter a esperança da vida.

Então vou te explicar de como estudei pelo mundo. Aprendi na nas escolas , e aprender línguas. Se não pudesse falar e a tecnologia que pode ajudar a minha mente. Se eu não tivesse aprendido outras línguas, Imagino que seria difícil de eu estar falando e escrevendo. A minha mente funciona assim.

Ganhei uma bolsa no Brasil do IBEU – Instituto Brasil Estados Unidos. Como disse eu estudei na universidade hofstra dos Estados Unidos. Ganhei na faculdade do US ganhei outra bolsa para estudar política internacional, a Universidade de Amsterdã. E então meu mestrado foi na LSE, que fica em Londres. Aí eu ganhei para fazer o doutorado e abandonei.

E eu estava perdida, aprendendo hebraico e árabes. O meu doutorado era sobre uma escola de paz entre Israel e a Palestina. Tudo que eu procurava era de discussões.

Estava eu falando com meu pai hoje, e disse que as vezes que somos treinados, para provar a nossa percepção, do que sabemos. Dizia que é coisa das pessoas chatas 🙂

Quando eu era pequena era do Lycee Pasteur, e minha escola era em francês em Sao Paulo, e em Buenos Aires, e sempre nos fazia provar o que sabemos. Mas o que realmente sabemos, ou escolhemos de quem transferir a responsabilidade?

Às vezes eu penso, o que eu perdi? Percebo que qualquer ataque epiléptico estava relacionado à forma como minha mente está revoltada ou deprimida.

Então, eu quero contar como começou no meu primeiro ataque epilético e e fui no Marrocos. Imagino que o começou, como eu sou. Mas penso que no 911 em Nova York que começou o meu desespero.

Com todos meus interesses, eram de tudo. Passei pela música, cinema, descolonizando, política internacional, e filosofia e antropologia.

Foi em 2007 Que o meu Primeiro ataque epilético, foi no Marrocos. Como eu disse, o Marrocos é um país que eu amo. E até hoje me faz de me conhecer melhor.

Fui visitar a Leila , e a Mounia. O Mustapha é de la também, e trabalhei na escola e era o lugar das línguas mas antes os conhecia nos Eua. Mustafá é a melhor aula que eu tive. Se chama, e como é o meu blog. Se chama descolonizando a mente. Assim eu continuo a me descolonizar a minha mente🙂

Confesso que às vezes fico com raiva quando meu irmão me diz o quão inteligente eu era, ou quando meu pai me manda esquecer o meu passado. O mas eu tento lembrar o passado e o presente.
Talvez eu fingisse que sabia e fingia que sabia🙂

Mas estou aprendendo, que podemos aprender novas coisas. Eu vejo como ha estudos que o cérebro pode ser ativo. Qualquer estudo antigo pensão que esta morto🙂

Então vou tentar de contar o dia antes , do meu coma,E como estou aprendendo diariamente de uma norma de uma nova maneira e de manter o nosso cérebro, a nossa mente.

Mas todos os estudos de agora estão chamando dessa vez que tenho Encefalites Autoimunes. E li “(EAI) são um grupo de doenças inflamatórias do nosso cérebro, causadas pela produção de autoanticorpos contra antígenos neuronais. Em suma, essa inflamação surge quando o sistema imuneataca as próprias células cerebrais. Quanto a esses anticorpos, podemos chamá-los de autoanticorpos.29 de ago. de 2021”

Eu conto porque ja chamaram de varios nomes. Mas alem de ter caído, porque eu tentava usar estar fora da medicina e tive 2 comas. Hoje eu respeito a medicina os outras maneiras de pensar.

Mantenho a meditar ajuda não alucinar. Acupuntura melhorou a mente e o corpo e o floral . Mas eu sei que nem eles não sabem como é o cérebro e a mente. Mas me acalma a nossa falta explicação de quem somos . E ironicamente a mediana do hospital. Ja me faz esta presente e questionar 🙂

Doutor Getulio Rabelo, já partiu , mas me
dizia que eu devia dizer oque eu sentia, na cabeça, na mente , ja que eu falo e sinto. Mas mesmo eu sendo critica, vejo oque eu sinto.

Mas tenho que contando devagar, também percebo é que se eu ficar ativa nós cansamos de nós mesmos.
Com amor,

Ju

Parte 2

Quando eu sair das casas dos meus pais, eu fui a Itaúnas.

Mas a razão era diferente. Eu e a minha amiga Carol voltamos da Austrália.

Nós morávamos em São Paulo, e eu achava muito chato e de ir ao forró. Eu gostava de compor e de tocar violão.

Eu era para o jazz, MPB, samba, e choro. Mas a Carol iria todos os dias .Mas ela iria para os fora do Brasil. Me fez provar que eu ia gostar e de dança.

Ela me fez ir com meu amigo Duda, e que também não gostava. Sei que eu não podia deixar os dois conversarem eu aprendi a dançar. Dançava com todos e no dia que ela foi embora eu comecei a dançar ainda mais.

E eu fui para Itaúnas, eu queria ser uma atriz de teatro, mas a minha faculdade não parecia nada como era da arte. Meu pai sempre queria me fazer alguma coisa que eu iria ganhar dinheiro, não com teatro.

Assim eu levei meu violão e pensei que viveria bem. Assim eu virei uma babá e comecei aprender que funcionava das coisas que nunca tinha visto.

Não me lembro lembro o nome da mulher, mas quando a conheci Itaúnas, e eu contei que não queria ir a São Paulo ela me ofereceu que poderia cuidar do seu filho e escutar a música.

Quando cheguei em Vitória conheci um pouco da cidade. O menino era muito fofo, mas era muito sozinho. A casa era simples mas não era ruim.Não tem como Diogo não lembrar do primeiro dia que eu cheguei chegou uma notícia de um amigo que tinha sido morto.

Foram me mostrar a notícia que estava no jornal, tinha morrido um traficante. Eu só conhecia pela televisão, mas assim que fui escutando.

A mulher me convidou para ver um show, o amigo veio buscar o carro e entramos, vamos andando e um homem que estava no meio da rua pedir pra entrar no carro. Eles ficaram na dúvida, e deixaram esse Com uma mala viraram e tinha droga.

Eu que nunca nem sabia que droga, aquele dia eu aprendi cocaína maconha, craque. Abrir uma parte do carro colocaram todas as drogas e eu fiquei chocada. A polícia e eles desviavam, eu comecei a pensar, meus pais nem sabe onde eu estou, mas vou ser presa .

Desviamos muitas vezes, mais uma vez a polícia pediu para parar o carro. Gritavam sai do carro sai do casal. Entraram ficando olhando, e aí eu encontrei. O cara traficante deu dinheiro, e eu ainda nervosa todos deram risada e falaram pra mim “Julieta você acha que a gente paga e não para por que”

Com 18 anos eu aprendi ao vivo, e nunca usei drogas. Ainda aprendi do traficante nós vamos nos bairros de ricos classe média, é deles que a gente vende Cocaína e maconha.

Mas eu não fiquei com medo, eu fui aprendendo. Não havia existência do pai das crianças, não havia companheirismo da menina e de aprender das coisas da vida.

Mas o dia que mais me chocou, foi quando eu fui numa festa. Todos estavam bêbados drogados, e um cara se matou.

Não foram tantas pessoas que ficaram tão desesperadas mas triste ficou eu e a mulher.
Ela é amiga do cara que se matou e eu me lembro tão bem eu disse pra ligar pro pai dela e na hora que ligou o pai dela não ligou nada.

Então eu liguei para o meu pai e fui contando e contando e contando e meu pai ficou desesperado. Me disseram que eu devia vou ir a São Paulo.

Deixei todas as minhas coisas no Espírito Santo, menos o meu violão. O meu pai sabe que não pode me prender, mas encontrou uma escola de músicaPara eu aprender tudo.

Fiquei até amiga no lugar da música, dos estilos da música, e a minha mãe encontrar um lugar para mim escrever numa Bolsa para fazer no Estados Unidos.

Ganhei, no primeiro lugar escolhi de ir a Nova Iorque.
Ainda tinha dúvida de ir para o Estados Unidos, mas até a gerente da bolsa pediu para mandar para o Felipe me convencer.

Hoje
Fellipe Gamarano Barbosa é um Cineasta . Depois quanto mais.

Passo da Vida

A vida é Engraçada e de Controvérsias . Mas eu queria escrever, mas as vezes é bom é pensar.

Portanto eu falo porque é difícil escrever.

Quem tiver paciência de ler eu vou contando.

A minha mente é ativa mas eu queria contar porque eu sei que eu esqueço.

Eu amava ler escrever e contar as histórias. Antes eu escrevia as histórias das pessoas, mas eu vou contar da minha. Vou contando aos poucos.

De uma maneira eu preciso de uma Fono e as vezes é mais fácil em e inglês francês . .

Eu já me sentia de fora na minha escola, mas me sinto grata. Era Lycee Pasteur e ficar em São Paulo.

. Mas eu me lembro como não havia provas dos livros. Havia uma biblioteca e podíamos escolher qual livro queríamos ler e depois contar aos nossos amigos o que achávamos sobre o que era aquele livro. Ou seja, sempre temos que mostrar o que pensamos sobre o livro, nunca o que o outro pensa sobre ele. um livro. Então comecei a gostar de ler, e hoje é muito difícil.

Lembro que eu pedir para sair da minha escola, a minha escola me fez aprender argumentar. O importante era aprender a defender um pensamento.
Então com 14 anos eu ganhei e fui para escola em português.

Eu fui parar na escola Palmares, meus pais não me deixaram eu ir a

Waldorf. Mas foi no palmares que eu descobri que fazer prova de ler, aquilo me chocou.

Sempre fui chata, minha mãe pensava no intercâmbio, e eu escolhi o lugar mais longe. Com 15 anos eu fuiPara Austrália. Acho que assim se eu comecei a amar a Azia.

A minha escola na Austrália completamente diferente. O melhor que eu fui a Asia.

Na escola na Austrália eu tinha que aprender uma língua diferente do que inglês, eu estudei italiano além do inglês. Eu tinha que aprender uma coisa da casa, nunca tive que aprender isso no Brasil. Na minha dúvida me disseram para ser de mãe, aquilo me surpreendeu.

Usei erros da vida ou eu tive uns pães maravilhosos na Austrália. Eles nunca tinham filhos e me encontraram. A cidade era pequena, e havia uma outra menina que fazia intercâmbio, como eu. Ela se chama Carol , e de Sao Paulo. Ficamos amigos, seus pais de lá já tinham muitos filhos Experiência.

Mas dos pais da Austrália inventar uma viagem maravilhosa e cruzando país . Eu pedi tia Carol podia ir conosco, não queria mas deixaram duas adolescentes falando português o tempo todo e me deram quando voltei a cidade eles disseram que não podia falar em português.

Mais uma vez sai aguentei e sair da casa, fui ficar na casa da Carol mas seus pais no Brasil não deixa. Quando na escolaUm professor me deixou ir mas a mãe não queria.

Mudei de cidade já fica um pouco tempo. A responsável pelo intercâmbio era bêbada mas engraçado, inventou uma viagem os alunos e nenhum responsável. Quatro crianças de 15 anos pegou no avião e com cartão.

15 anos é o começo que eu nunca tive medo as vezes irmos andando e dormimos na praia fiz tudo que é de praia como para quedas.

Mas quando voltei ao Brasil Palmares me pediu a voltar um ano da escola. Vou enviar tudo isso no argumento. Discordei e fui para o Objetivo.

Ou seja fui para o objetivo e entrei na faculdade ESPM .
Mas como sempre eu sair da faculdade e fui para Itaúnas. Levei meu violão e acabei indo virar uma babá uma mulher que mora na capital do Espírito Santo.

Lembro que eu tinha dito o meu pai eu vou embora, e ele me disse que não ia me dar m dinheiro para ir. . Eu lembro que eu tinha 18 anos, e Pela lei não pode mais me controlar, e que ver o violão é meu tinha sido um presente da vovó Jandira.

Mas eu disse babá, foi mais complexo quando comecei a entender um pouco mais polêmico.

Café e quem somos?

Como é maravilhoso eu estar melhor, de falar, de eu escrever e de eu voltar. Então eu vou te contar de quantas razões . Mesmo eu nuca soube, deixar claramente do que eu falo. Eu quero contar do processo de “descolonizar” a mente.      

E vou falar do frio interno e externo na minha vida. E de como vi por fora e dentro.
De como nós somos parte de colonizarmos da nossa terra America, da América latina.  

Antes de nós que viéramos, e antes de nós e claro, também pelos trabalhadores, como negros e escravos era o café para trabalhar

O café, e de como é mais parte de mim, e aos poucos eu sabia, como da história, que me fez ficar e lembrar como eu era afetada pela histórias, dos indígenas.

Mas a vida é irônica, porque até os cafés são selecionados de classe. E na verdade, me fez lembrar do café que era os selecionado lá na Italia. Lá eu aprendi de como da Colômbia e do Brasil iriam os bons para lá. Me fez lembrar como tomei na Turquia, e na Palestina.

E claro, somos muito viciados, ironicamente me fiz da faculdade de antropologia cognitiva, la na LSE eu iria tomar café e ler e estudos para estudar. O café me deixava acordar.   

Seria por que no abandono o meu doutorado sobre e a Palestina e Israel? Seria porque eu pensava de tudo de lugar que sou parte de quem sempre sou?   

E hoje eu com dor de cabeça precisava de café e fui tonar um banho. E a mente de tudo. E o André me disse que “acho que você vai perder o café”. E eu, “Nossa, eu tomo aqui :)”  Melhor  viciado. E eu no frio e me esquentava e num chuveiro. E lá a sua mente e escutava Alexa 🙂 .

Como as Fonos da Sueli e a Marcela e me fizeram, de eu estar de voltar a aprender  de esse caminho. E de Mozart
e me fazer a lembrar da Mente que foi eu voltar ao que eu estudei. Nem imaginam como ativaram a mente.
   

Mas, como digo que a vida é ironica, tomei banho com Bach e tomei café e vendo em minha mente que o café me deu a energia do café no banheiro quente, um resfriado fraco em comparação com a Europa, escrevo a mente. Aqui no frio tudo volta e é quem eu fui e sou.

E claro, Mozart me trouxe e um epilético como eu, mas acalma Bach. Sei que uma vez lembrar como quis celebrar meu aniversário  em  Salzburgo.

Um frio fraco, comparado ao da Europa, eu escrevo e a mente é ativada. Daqui volta que tudo e algo que era e sou. Mesmo parte da escravidão. Ainda sou parte de ouvir Mozart e Samba e penso, “Samba é “agoniza mas não morre” Nelson Sargento, de como somos gratos de que escutamos o Samba e o café e tantos que são de parte e nem tantos vêm o valor que dão.

Digo a nossa mente é o que sabemos. Tão mais que você não percebe. 

Mas também sei que a minha mente deve ir devagar. Eu sei que vou vendo de mim. Preciso de me descolonizando a minha mente. Quando eu sei que me descolonizando, não é tão fácil de nos abandonar de benefícios de como somos. É muito difícil de abandonar de nos encontrar.

Mundos

Escrevi ha anos , mas achei

“Esses dias tive que ir a uma entrevista para obter meu National Insurance Number. A entrevista foi num lugar que eu nunca tinha ido antes. O dia estava lindo e quente. Na minha mala eu carregava ´Clash of Fundamentalisms´do Tariq Ali. Livro sobre a perspectiva histórica do conflito entre fundamentalismo Islâmico e Ocidental. Carregava esse livro e estava vestida de blusa decotada vermelha quando de repente, sem perceber, eu entrei num outro mundo.

Entrei numa rua não muito grande onde só se via muçulmanos. Mulheres de todos os tipos de véu. Shayla, Chador, Khimar.. Contei 13 mulheres de Niqab, e até vi uma mulher de Burqa (Niqab o olho fica de fora, a Burqa era daquelas do Afeganistão, completamente cobertas). Os homens também estavam vestidos tradicionalmente com aqueles chapeuzinhos, se eu nao me engano chamado Kufi. Tunicas ( Djellabas ??) brancas, barbas compridas, as vezes brancas as vezes negras.

Me senti inapropriada, mal trajada, quase nua. Nem se quer compreendi como é que eu tinha mudado de mundo tão rapidamente. Mais uma vez ponderei sobre o encontro de culturas, construção de identidade, sobre liberdade, sobre religião, enfim sobre tantas questões sem respostas.

Fiz minha entrevista e sai procurando o jeito de voltar para casa. Perdida pedi ajuda a uma mulher toda coberta. Ela não falava inglês mas tentou me ajudar. Explicou em poucas, e quebradas palavras que estava indo na direção que eu precisava ir para pegar um ônibus ao centro ou o metro. Não compreendi se era para segui-la, ou não, agradeci , e me afastei com medo que talvez ela não pudesse estar tão próxima de mim. Em seguida, me envergonhei desse pensamento, pois ela olhou para trás espantada que eu não estava ao lado dela. Cedeu lugar ao seu lado.

Caminhei ao lado dela, um turbilhão de pensamentos, de perguntas, de emoções. Queria tanto saber um pouco sobre o mundo dela. Não sabia direito, se estávamos no mesmo, ou em mundos diferentes. Mas tinha certeza que a língua nos separava, e língua é um mundo em si. Ainda assim, não resisti e perguntei de onde ela era. Não me compreendeu, e começou falar alto numa língua que eu não entendia. Só então percebi que ela estava seguindo um homem, seu marido, que estava alguns metros na frente. Ele olhou para trás um pouco espantado ao me ver, enquanto ela provavelmente explicava que eu estava perdida. ´Ah! Eu te mostro o caminho´.

Caminhamos Juntos. Orgulhoso, mostrou- me seus filhos. Uma menina sentada no carrinho de bebê que a mãe empurrava, e o menino que estava segurando a mão dele. O menino era grande, de olhos bem negros, cílios muito longos, muito quieto. Perguntei quantos anos ele tinha, e o homem me respondeu que quase 4. Fiquei espantada, pois ele parecia mais velho, comentei com o pai e ele abriu um enorme sorriso.

Chegando na avenida principal, no ponto de ônibus , agradeci a ajuda e me despedi. Entrei no ônibus, e quando olhei mais uma vez para trás, senti enorme simpatia por aquela família. Pensei na vontade que eu tive de ´libertar´ aquela mulher e menininha dos véus que as cobriam quando as vi pela primeira vez. Dessa vez, quando olhei para trás, apesar de ainda não compreender totalmente, pensei numa outra coisa. Pensei nos índios, nos Nambikwara, nos Tupi, nos Aborígenes, nos Maori… Pensei que eles tão pouco deviam compreender o uso de ternos em lugares tropicais. Imaginei uma mulher indígena achando violento colocar um criança de 4 anos sentada numa sala de aula. Imaginei essa mesma mulher olhando para qualquer criança ocidental e querendo ´liberta-la.´ E pela primeira vez nossos mundos pareceram ;

Escrevi ha anos , mas achei

Você ou senhora ?

Eu nunca chamava a vovó  de senhora e sei que vários que chamam. E as últimas pessoas que viu e voar e foram as suas amigas. Assim é o valor de amizade, e a mente . 
Eu sempre achava que a mente tem que ser ativada e  nada  de senhoras .
Como amigas minhas , e eram da vovó. Já não tem mais essa de senhora.   
Amigas da vovó, 94, 96, e varias mais de 90 que se abrem comigo.  E amigas novas e e que não  eram da vovó. 
Ana Maria me disse “ Eu seu que sou uma senhora, mas me chama  você “ 
Assim estou aprendendo e me contou que a Ana Maria era  psicóloga e aposentada , mas e tinha aprendido e na Argentina. La eram mais evoluídas de fazer  faculdade, do que no Brasil, aqui só pensavam em ser de  casa.  .
Esses dias eu tenho conversado com com a Elsa e passamos dias conversando. 
Ela perdeu a visão, e na consegue ler, mas como começou a ficar a amizade de eu perguntar. Quando perguntei e aperta   
“você prefere senhora, ou não?”  e ela me disse
  “Você, essas palavras são velhas, me chame de você.  “

    O mais interessante é porque muitas coisas me disseram das coisas de que foram de muito tempo atrás, e de ser mãe. Contaram de como eram. E ela era Carioca como a amiga da minha avó.

Esses dias conversei com a Sonia e ja esta perto de fazer 96 anos.  A Sonia um tempo tinha cansado de morar como filha e outra cidade. 
Faz quase um ano que voltou sozinha e na sua casa. Cansada do Covid e ver a televisão. Mas esta escutando a musica e a Cultura. E ainda pensa como estou.
 A Daisy também eu falo no whats e musica.  Conversas muitos assuntos porque a sua mente.
Eu que falo com a fono e especialmente de musica e cognição.
Mas como eu já tive comas, e lesões e não melhorar a mente. Como passei nas aulas de como eu pensava. A nossa vida esta por dentro.  . 

Nada como a fono,  e estou escrevendo e falando melhor.

 Assim eu admiro as pessoas que estão aprendendo as coisas novas.
Ou seja,  não é uma pequenas crianças . Ou seja , nós temos que aprender varias novas coisas, de como fomos  bebês. E o melhor é que não queremos de senhor , senhora e a sua mente é alegada que o outro te descreve. .   

“ Neuroplasticidade, também conhecida como plasticidade neuronal ou plasticidade cerebral, refere-se à capacidade do sistema nervoso de mudar, adaptar-se e moldar-se a nível estrutural e funcional ao longo do desenvolvimento neuronal e quando sujeito é exposto a novas experiências. [1 ] Esta característica única faz com que os circuitos neuronais sejam maleáveis, sendo a base da formação da memória e da aprendizagem, bem como na adaptação à lesões e eventos traumáticos ao longo da vida.”
Assim que tenho me lembrando nas minhas aulas de cognição na LSE . E tendo que escrever e falar e com pensamentos de la. . Assim Vovó tinha aprendendo do computador, suas amigas de utilizar o whats no telefone.
Eu nem sei porque as pessoas não não querem tentar. Talvez porque na nossa brigada e que de pequenos éramos mais adaptados os nossos erros.
Claro o nosso corpo materialmente é mais duro, mas a nosso mente temos que darmos valor de como somos, e todos podem ficar melhor. .
Por isso eu escrevo. A vida é a nossa liberdade de nós mesmos. Grandes companheiros da vida mas tudo é internamente. Com amor, Ju

Amizade no presente

Como a minha amiga Lu me disse para ligar para sua mãe liguei. Primeiro dia não funcionou, mas ontem atendeu e contei que era a Ju , ela ficou feliz e e me perguntou como eu estava.


Quando eu contei que foi a Lu que tinha me feito usar ainda mais a mascaras e levar mais mias sério a ciência. Ela me agradeceu e dormiu, e então fiquei conversando com a enfermeira. Eu fiquei tocada de sentir que Maria Imaculada teria ficado calma e feliz de eu falar da sua filha. Eu sei que a solidão num hospital é forte.


Mas Amizade não é sobre hospital, nem sequer de partido, de países , ela é é mais excessiva, ou seja é mais viva . Ontem foi aniversário do meu amigo Thibau. Fizemos faculdade no Us e agora eu estou em Ubatuba e ele na frança.


Como eu poderia saber que ele vê o Mar e o Sol que eu posto? Eu que posto até pensando que não é de vaidade. Eu as vezes até explico que é para outros virem. Mas Thibaud gostou das minhas palavras e em mensagem e ele pensou num zoom.


Eu adorei e criei uma Messenger coletiva e com a minha memória fui pegando os amigos. E fui me lembrando tanto. Meu amigo ficou feliz e de repente aparece mais amigos do passado. Eu pensei que as pessoas iriam achar bobagem do que eu estava inventando mas de cara alguns gostaram.
Nestas mensagens decidimos que será mo proximo sábado. Mas fiquei sabendo do casamento da Ilana e que foi no tempo do convid m, não pode ir muitos amigos e seus pais.


Fiquei pensando como essa corrida não era só uma doença é deixar de longe relações mais internet nos permitem manter o contato. As vezes Pelo sonhos, memórias de quem partiu, e claro não existem mais. Penso nas enfermeiras mas hoje me fez pensar ainda mais.


Eu contei a ela o que eu admirava demais as enfermeiras. Contei que era antes do CoviD que eu admiro porque tantas vezes eu estive no hospital que eu sei que as enfermeiras tem que lidar conosco com toda paciência do mundo. Digo de mim que sempre cheguei no princípio com medo , vindo tantas vezes vamos ficando mais percebendo que a vida de quem cuida de nós é igual a nós mas quando somos o pacientes nos nem nos damos conta da vida delas. Assim queria escutar mais da sua vida.


Hoje enfermeira me contou que tem mais de 50 anos. Me contou que os dos filhos ligo todos os dias pra perguntar quando ela iria voltar. Um filho tem 26 e a filha tem 14.Aprendi mais da filha que gosta de estudar não tem vontade sair nem de tomar sol por causa da sua pele. Estuda pela internet a falar outras línguas, mas eu aprendi da arte.


Ela me contou porque nossa conversa foi longa. Quando eu sugeri que ela fizesse a arte a enfermeira me contou que a filha adora a fazer mangá. E que ela estudava muito a cada segundo ela fazer um projeto com horários tudo tem que ser feito. Perguntei se era uma família japonesa, meus amigos de família japoneses são muito organizados. Na ironia a filha de 14 anos já fala inglês espanhol italiano e quer aprender japonês 🙂 mas o pai da filha dessa enfermeira é holandês.


A vida é irônica porque quem me conhece sabe o meu primeiro casamento foi com o Haiko e foi muito difícil encontrar um tradutor. Quando eu contei que o meu amigo Akamine e que agora está tentando ser a juiz. Os dois são o resultado de fazer faculdade e aprender de outros lados e não queriam ficar neles.


A enfermeira me contou que com 18 anos fez direito na faculdade. Ela me contou que sua família era militar mas aquilo de ser advogada a deixou muito deprimida. Seu pai estimulou de estudar e assim ela começou a ser enfermeira a mais de 20 anos. Seu pai sempre dizia de nunca parar estudos e ela me explicou como assim ela se ativa demais e não pensava em idade.


A vida é engraçada porque o Akamine estudou e não gostou de jornalismo e agora advogado e quase juiz. Eu acho sarcástico já o Akamine se chama André, como o meu marido, e é o pai da filha da enfermeira é holandês como meu ex. Hoje a minha amiga Ilana me contou que se casou faz pouco tempo e longe dos pais e na Holanda. Cínico que nesse isolamento que todas as relação voltam e parecem que temos pouco tempo para esquecer. A vida é curta.


A enfermeira não para de estudar, porque todos os estudos estão fazendo ela pensar mais. Ela me contou que a filha fala “ mãe já não é a hora de voltar pra casa eu não quero que você morra. Já sabemos que a vacina faz o vírus fica mais fraco em você mas devemos continuar levando sério a máscara o álcool e ficar em casa “ A enfermeira diz aos filhos vocês tem que ter paciência para quanto tempo vai durar.


Eu não sei nem o nome dela. Mas ali nos libertamos. Quando eu contei que faz um ano que vovó faleceu, ela me contou que faz três meses que a sua mãe faleceu. Foi ao seu lado também. Ela me disse uma palavra de como de aceitar, e por isso seus filhos ligam para entender escuta-la . Claro eu contei quando uma enfermeira na hora que a minha vó faleceu disse a frase que repito “você quer que ela viva por você ou por ela?”. A enfermeira entendi é isso profundamente, que enfermeiro não teria visto a perdas.


Desde quinta que ela não vê seus filhos. Diz ela se não tivesses internet não poderiam estar eles aprendendo as coisas, ter mais contato com ela e falar com os amigos. Mas como eu respeito demais dessas enfermeiras de que está doente devemos todos cuidar de nos de expandir a eles.


Assim eu sou tão grata a Lu. A minha amiga de infância que participou da minha vida inteira ao vivo ou pela internet. No Brasil ou fora, e que nós tres meninas, fizemos nossos pais se conhecerem.


Se não fosse a minha amiga que tivesse dito de tudo que se passa com ela eu não teria fechado tudo. E nem passaria a ninguém.
Fechado de casa não quer dizer que não estamos aberto por dentro, não teria eu escutado as palavras da enfermeira da mãe da Lu.


. A profundeza é que a solidão interna me perguntei isso, se uma família militar era do lado de quem eu nunca voto, nem como amigos meus decepção do meu partido do meu lado meus amigos.


O duro é que não devemos tudo que o outro é igual. Ali escutando como essa enfermeira perdeu sua mãe seus filhos estão na escola em casa quanto amizade terão?


Eu criei um zoom os meus amigos pelo mundo. Saudade desses meus amigos que não importa de que lado político de que lado, de que país é, mas todos eles se importam com os outros. Isso eu penso é o âmago. E politico não é só de familia. Isto é de quem se importa com os outros.
Amizade é uma coisa dura. Percebo que para mim não importa a da idade. Eu lembro de amigos na escola, na Argentina, poucas Austrália com 15 anos. Da música meu amigo até hoje e que não estava na mesma aula, na faculdade nos Estados Unidos ainda tenho contato, do mestrado doutorado, mas depois eu ter caído.


Amizade mais velha pensamos mais na política mas quando somos pequenos sabemos que não faz muita diferença o que votamos onde nasceram mas todos meus amigos pensam nos outros todos meus amigos como eu já erramos muito.
E quando aceitamos a nossa perda e a perda de outro continuamos amigos mesmo tendo os afastados. Se não aceitamos e parece temos uma prisão interna muito forte. Eu já errei demais.


Tenho saudade de quando somos mais livres quando somos aprendendo como será o futuro. Como disse amiga da minha vó o tempo do passado é muito rápido mas com mais de 90 parece que um mês parece um dia.


Espero que todos nós que ficamos no belo que lembramos do bom porque a vida é muito curta pra perder me feliz porque de qualquer perda aprendemos muita coisa. Mas como dizem nós sempre ficamos ou no passado ou no futuro e o duro é nós ficarmos no presente. Espero que todos nós estamos bem agora.

Com amor,Ju

Escrever e questionar.

Minha prima Fe me disse que eu deveria voltar a escrever. Aquilo me fez procurar o meu blog “descolonizando a mente” e ver o que eu escrevia antes dos meus comas.


Aquilo me impressionou quando eu vi o que eu tinha escrito quando eu fui à Palestina. Da mente nada desaparece, tendo escrito e me me fez lembrar claramente de cada lugar onde eu fui, das pessoas. Tendo escrito me fez procurar as fotos que fiz. Ou seja eu escrevendo eu sabia que podia encontrar.


Mas escrever representa de nós mesmos, muito mais do que eu imaginava. Além do enorme valor do que as pessoas me ensinaram, me fez lembrar de um amigo no seu doutorado que fazia a sua pesquisa no meio da África. Ele era de Israel e estava numa outra area de minha e na LSE.

Em Israel, um homem e a mulher são obrigados de fazer o exército. Como esse meu amigo tinha negado foi preso por três anos. Um em Israel e dois na Palestina. Foi na prisão que ele aprendeu a falar em árabe.

Hoje percebo que a educação é fundamental. Percebo que como eu aprendi pequena português francês espanhol e inglês. Quando eu bloqueio uma palavra em português me vem em outra. Penso como muito disso me ajuda a mente.

Mas porque eu digo isso? Quando eu perguntei ao meu amigo por que não faz sobre a Palestina e Israel? ele parou e disse e porque você não faz sobre o Brasil?


Faz anos que isso aconteceu mas agora eu entendo melhor. Ontem uma pessoa que eu conheci me perguntou como estava o tempo em Ubatuba e que queria vir aqui e fazer uma visita.


Quando eu disse que não era o momento de viajar e ter contato com as pessoas, essa senhora me disse que essa história de COVID é uma briga política.

Eu já tinha recebido as pessoas e não levava a sério o covid.  Mas quando uma  grande amiga e da infância me contou que estava doente. Ela e toda sua família. Isso me fez acordar. Aqui em Ubatuba desde que vi, ha mais de um ano quase ninguém leva a sério o do covid. Os meus pais em Sao Paulo levam muito mais serio e ficavam impressionados de eu contar daqui.

Aqui veio o meu conflito interno. É fácil eu estar parado aqui na natureza. Mas como eu poderia explicar para uma pessoa que não está na natureza?

Assim me veio à mente o meu amigo de Israel que não fiz sobre seu problema do seu pais. Eu entendo como sempre é mais fácil lidar com o problema de longe. E o mais duro é de encontrar, de como eu poderia dizer.


Ela me disse que era um problema no Brasil. Então eu contei dos meus amigos de Palestina da Europa os Estados Unidos na Tailândia etc que queriam saber de mim e sabiam do caos aqui. E de tantos lugares que perguntaram se eu estava bem. Contei de como as pessoas estão fechadas, com havia regras que não era político era a ciência.


Talvez do meu lado egoísta eu não levava tão a sério até a minha amiga da infância e sua família inteira no hospital.


Aqui me meu pai me diz de de comprar uma televisão e voltar a estudar do caos.

E começar levar muito a sério. Mas como ter voltado para o jornal. Portanto expliquei que eu não viria ninguém. Disse a ela não é que eu queira que eu faço por ter medo de morrer, eu não quero causar para o outro.

Assim eu escrevo como era antes, eu escrevia pensando nos outros não só em mim. Percebo escrever fundamental se eu não tivesse escrito no passado não conseguia lembrar.

As reflexões vem depois de ler o que eu tinha escrito antes. Sou grata a Fernanda porque antes eu não teria pensado do ponto fundamental do que eu escrevi.


Quando somos pequenos temos que aprender a ler, escrever e ter reflexões. Ela é fundamental para a mente, todos nós temos que ponderar o que está acontecendo. Assim como eu escrevo porque neste governo está diminuindo o dinheiro para escola pública e universidade. Isto são de alto valor.


O valor de não saber. Porque alguém quer que a ciência seja desvalorizado a educação é desvalorizado não aceita o que eu disse o que se passa pelo mundo.

Eu escrevo o que me faz lembrar do valor da ciência e da educação. Veja quem não te obriga aceitar uma verdade se você não questionar, isso não é a ciência isso não é liberdade e isso não se importa com com você e nem comigo.