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Sobre julietafalavina

Eu escrevo da minha vida, e agora sobre a minha recuperação da saúde .

It’s good to calm the mind

It took me a while to write, because the speed takes over me when I hear something terrible, or worse because I heard about an earthquake.

When I heard it, I immediately called my friend Moon, who has been my friend since 2001. Morocco is within me because I have friends, and my teacher who made me understand about decolonizing the mind. More profoundly, it is my first epileptic attack, which I had in 2006 in Marrakech.

The word still said that the earthquake was in Marrachech. So I went to read what it was un earthquake

I kept quiet, because we must calm the mind, I still wanted to understand, how my mind became nervous, anxious. I decided to stop and understand what it meant « is the result of a sudden release of energy in the crust of planet Earth, generally due to the clash between tectonic plates, which creates seismic waves. «

It made me feel, which is strong because an epileptic attack is like my first epileptic attack at Moon’s house, and it was the first time that I didn’t have control over my brain, and energy and I started to know that it was the path of our ignorance.

But, in this fall, I began to learn that we should not focus on the negative, because learning the essence of our existence is neither in our land nor in our body. But we will learn this slowly.

When my friend Leila Alaoi, who in addition to having lived with me in the USA, we went to college together, and when I lived in London, visited me. When I had my first coma in 2013 in Thailand, it lasted 30 days and I almost died. When I was in São Paulo, my mother said that she called me every day to talk. Leila came to my wedding in 2015. In 2016, when she was killed and she was photographing Ono, I went to the hospital after losing my friend.

The teacher of my class in the USA was “Decolonize the mind” which became the name of my Blog, transplanting thoughts, Decolonize the mind. Moon, Leila and Mustapha are from Morocco.

It was after my fall that I learned from my brain injuries that I went to India 2007. It was at a time of despair. And I even took a class from the Dalai Lama and I continue to respect it because all Tibetans made me learn that in a battle it’s with ourselves.

And it was in India that I started learning to meditate. And I confess, sometimes I forget, I get lazy, until I avoid it, but my body makes it come back, when I start thinking about philosophies. Sometimes it makes my mind tired. But when emptiness comes, peace comes.

But that’s when I get angry, and wanting to control my injury, we have to learn compassion from our mind. I learned from Lama to observe the mind.

Then I also realize that neither medicine nor the hospital can solve my hallucinations. I’ve already said this, even in the hospital, and observation is difficult. Now, otherwise I’ll balance it out. Sometimes the brain gets tired and we should sleep at least 8 hours. And if you’re still tired, sleep more. But when you can, meditate.

My dear ones, don’t think that anything is negative. Any fall, we have to observe that all our falls are our possibility of knowing how to observe.

I am a person who makes a thousand mistakes, anger, etc. But. If I follow this path, our situation will be worse. It took days, years, but I began to understand.

So, poetically, an epileptic seizure is the result of a sudden release of energy in the crust of planet Earth, usually between tectonic plates, which creates seismic waves. And a possibility to observe the speed of our mind. In an epileptic attack, in addition to feeling, comes the speed of my reaction that makes me lose more.

As I poured hot water into my cup of tea, I remembered putting it in a deep dish of ice water, where I left ice and water, and trying to watch my mind, focus on the ice and think about cold water. I went from being burned to calming my mind. And I already feel much better.

We owe even more to respecting our land, our nature and sometimes we want to dominate, and not respect nature. And as my teacher Mustapha says, we need to decolonize the mind. I hope that my friends from Morocco, in that moment of loss, of fear, we have the possibility of knowing the beautiful things of loss.

Loads Love,

Jules

Faz bem acalmar a mente

Levei um tempo para escrever, por que a rapidez e me domina quando escuto uma coisa terrível , ou pior por que eu escutei de um terremoto.

Quando escutei , imediatamente liguei para minha amiga Moon, que é minha amiga desde de 2001. O Marrocos é dentro de mim porque tenho amigas, e meu professor que me fez entender sobre descolonizar a mente. Mais profundo, é meu primeiro ataque epilético, que tive em 2006 em Marrakech.

A palavra ainda disse que o terremoto foi em Marrachech. Então e eu fiquei até ler como classifica um terremoto.

Me calei, porque devemos acalmar a mente , quis ainda quis entender, como minha mente ficou nervosa, ansiosa . Resolvi, parar e entender o que significava « é o resultado de uma súbita liberação de energia na crosta do planeta Terra, geralmente por conta do choque entre placas tectônicas, o que cria ondas sísmicas. «

Me fez sentir, que é forte porque um ataque epilético é como meu primeiro ataque epilético da casa da Moon, e foi a primeira vez que não tenho domínio do meu cérebros , e da energia e comecei saber que era o caminho da nossa ignorância.

Mas, nessa queda, eu comecei aprender que não devemos focar no negativo, porque aprender a essência da nossa existencia, nao esta nem na nossa terra, nem do nosso corpo. Mas isso vamos aprender devagar.

Quando minha amiga Leila Alaoi, que além de ter morado comigo nos EUA, fazíamos faculdade junto, e quando morei em Londres me visitou . Quando tive meu primeiro coma em 2013 na Tailândia, durou 30 dias e quase morri. Quando eu estava em São Paulo, minha mãe disse que me ligava todos os dias para conversar. Leila veio ao meu casamento em 2015. Em 2016, quando ela foi morta e era fotografava da Ono, fui para o hospital depois de perder minha amiga.

Já o professor da minha aula nos EUA era “Decolonize the mind” Que virou o nome o meu Blog Descolonizar a mente. Moon, Leila e Mustapha são do Marrocos. .

Foi depois da minha queda que fui aprendendo pelas minhas lesões do cérebro que fui para a India 2007. Foi na hora do desespero . E tive até aula do Dalai Lama e continuo respeitar porque todos os Tibetanos me fizeram aprender que numa batalha é conosco mesmo.

E foi na India que comecei de aprender de meditar. E confesso as vezes esqueço, fico com preguiça , até evitar mas meu corpo faz voltar, quando tiro de filosofias. As vezes deixa a minha mente cansada. Mas quando vem uma vacuidade vem a paz.

Mas foi quando fico revoltada, e o querendo dominar a minha lesão, temos que aprender a compaixao da nossa mente. Aprendi do Lama observar a mente.

Então percebo também que nem a medicina nem o hospital podem resolver minhas alucinações. Já falei isso, até no hospital, e a observação é difícil. Agora, senão vou equilibrar. Às vezes o cérebro cansa e devemos dormir pelo menos 8 horas. E se você ainda estiver cansado, durma mais. Mas quando puder medita.

Meus queridos, não pense que nada é negativo . Qualquer queda, temos que observar que todas nossas quedas é a nossa possibilidade de saber observar.

Sou uma pessoa que comete mil erros, raivas, etc. Mas. Se eu seguir esse caminho, nossa situação será pior. Demorou dias, anos, mas comecei a entender

Então, poeticamente, uma crise epiléptica é o resultado de uma liberação repentina de energia na crosta do planeta Terra, geralmente entre placas tectônicas, que cria ondas sísmicas. E uma possibilidade de observar a velocidade da nossa mente. Num ataque epilético alem de sentir, vem a velocidade da minha reação que me faz perder mais.

Como derrubei agora água quente na minha mão do chá, lembrei de colocar num prato fundo com água gelada onde deixei gelo e agua e tentando observar a minha mente e focar em gelo e pensar na agua fria. Desloquei de ser queimada, mas de acalmar a minha mente. E já me sinto bem melhor.

Devemos ainda mais a respeitar a nossa terra, a nossa natureza e às vezes queremos dominar, e não respeitar a natureza. E como diz meu professor Mustapha, precisamos descolonizar a mente. Espero que meus amigos do Marrocos, naquele momento das perdas, dos medos temos uma possibilidade de conhecer as coisas belas das perdas.

Com amor,
Ju

A Beleza Interna

A beleza interna, demora para ver , até eu que tendo ver por dentro, parece que não consigo saber o óculos, e talvez imaginar parece está embaçado por dentro da mente.

Bom, quando estamos nesse caminho, não nos importamos muito com a beleza externa, pois quando caímos do nosso corpo, já notamos quase nada do que pensávamos antes.

Então, eu que busco a minha beleza interna. Foi a minha queda que me faz ser presente.

Então, quero dividir como tenho muitos amigos, na espiritualidade e dividirão comigo, que uma queda é até um presente.

Como o Hospital é quase meu hotel, digo a todos tentem meditar, e temos que lá também tem um espelho e não se vê. Comecei a ver com mais compaixão aos atendentes, médicos, enfermeiras, limpadeiras.

Porque apesar das minhas perdas, das minhas lesões cerebrais, das dores. Mas agora vejo como é difícil todo mundo vir todos os dias quando vem cuidar do doente. E como eles tiveram que lidar com toda a dor, a raiva, a Insatisfação e a morte. Comecei a ficar mais calado com os atendentes. Tento estar menos no meu ego.

No começo da minha queda, foi em 2007, mas hoje em 2023 sou grata pelas minhas quedas e vou vendo o que tinha aprendido e não percebi o valor do ensino.

Em 2008 fiquei amiga do Lama Lobsang, e me disse” tudo que você me disse é um presente em tudo na sua vida.“

Disse isso inclusive o meu primeiro diagnóstico e disse “ vai te fazer aprender a ser presente”.

Bom, eu fiquei revoltada, angustiada. Afinal por ele não poderia entender , ou pior sabia que que deveria ter passado com coisas mais duras.

E ainda mais duro era porque sabia que era do Tibete e tinha passado por problemas profundos , do corpo , como é do tipo de tortura, mas Lama Lobsang é de uma compaixão grande.

Mas esses anos tem umas palavras que minhas novos amigos me ajudarão muito.

“ Deixa o pensamento fluir.” Ela nem imagina, quando deu a liberdade da mente comecei, perceber e consegui não seguir o pensamento na meditação , e me fez ter consciência.

E um outro amigo que conheci na Ásia e era de Israel e foi preso no Japão. Ele era traficante, e no Japão ficou preso anos e não podia falar, ler e estar sozinho. “ “Temos que aprender quem somos, o dinheiro não é nada, o corpo é nada, a prisão mais dura é com nós mesmos. Mas quando conseguir se descobrir fica até pela prisão.” Assim fez ele aprender as pessoas libertarem a mente.

A última vez que fui parar no hospital, e com uma uma lesão do meu cérebro foi em 2021Foi bem na hora que o meu grande amigo Sho morreu.

Eu sofri bastante de perder meu amigo, mas hoje vejo de uma maneira, foi triste, e belo. Sho é de uma família da Índia, e ele como eu moramos em muitos países e nos sentimos sempre que somos de fora de tudo. As vezes me parece que ainda está mais presente.

Como nos nos fizemos faculdade em NY, depois nos encontramos em varias áreas do mundo. Quando eu não era presa em nem humano religião, nem filosofia . Fui ver como o Sho dizia , para eu me libertar de tudo da mente.

Fui escutar as palavras do whats do Sho.

Diferença fundamental entre religião e espiritualidade explicada em uma foto.

Como ele disse “ A diferença de uma religião é como

Aquário. , e a espiritualidade é o Oceano.

Sabe, depois da morte do meu amigo me fez sentir a espiritualidade está do meu lado. Apareceu o Lama do Nepal em Ubatuba, também depois veio o meu amigo Rodrigo e trouce a meditação do Chopra, e depois veio uma monja do Tantra e então um um grupo de mulheres estamos nas filosofia de Chopra.

Foi até chocante, até sai e voltei. A mente até as vezes faz cansar. Mas de cansar de gratidão.

De uma beleza, que uma perda as vezes percebe e nem se vê por fora. Talvez de quem somos,e quando descobrimos a nossa beleza interna e de que somos iguais. Talvez é de quando conseguimos aceitar de tudo que ainda sente quem somos um só nesse universo.

Com amor,
Ju

A árvore está em minha mente

Tive um sonho cognitivo, desta vez foi como as pessoas que alugaram a minha casa e desejavam destruir as árvores.

Minha casa fica de frente para o mar, mas quando alugaram, decidirão que iriam casar e decidiram cortar uma árvore. A árvore é velha e bonita, mas as pessoas não respeitam a natureza.

Eles começaram a destruir a árvore, a árvore começou a cantar para mim, dizendo Ju, Ju. Pedi imediatamente para as pessoas que alugaram de não cortar. Já dava para saber que as árvores tem sentimentos.

Eles não estavam me respeitando, eu estava com muita raiva e sabendo como eles podem não respeitar a natureza.

Esse pessoal que alugou minha casa, e começou a pedir ajuda a Deus. Eu então , a ateia fui pedir ajuda do mar, e e da natureza.

Cantei “Mar, você pode destruir minha casa, mas pode ajudar a árvore”

O mar também pediu socorro ao vento, e o vento pediu socorro à chuva. Todos queriam ajudar a árvore

A árvore disse: “Ju suba na árvore, assim você vai sobreviver.”
Então ei subi na árvore.

Dao veio junto, e muito lentamente, porque sabia que vem o mar.

A chuva começou forte e as pessoas destruíram outra árvore. O vento era até forte e as pessoas quando cortavam, os cocos caíam, e o vento sentia eles caindo nas pessoas que cortavam. “Ação e reação

Cantou o pássaro, que poucos seres humanos sabem que têm muitos deuses. Dao (minha gata) disse que aqui ela quatro deuses, e deusas conhece o sol, a lua, a terra e o mar. Mas uma árvore disse ter muitas outras, e nenhuma parece ser um ser humano

Esse foi o meu sonho, me fez pensar muito, o que isso significa.

Então resolvi dar uma volta pela cidade e ver as árvores. Eu estava observando por acaso, vi uma loja com árvores e quando entrei, vi uma senhora tão hostil. Fiquei surpresa, mas queria manter minha mente em paz.

Ela era tão antipática , era a atendente do lugar. Era o lugar onde vendiam árvores. Quando eu estava olhando para uma árvore, fiquei muito surpresa, era uma árvore grande, e eu disse que queria plantar. E ela me disse que era para decoração.

Minha reação foi me contar sobre o meu sonho, ela me ignorou, saí e foi andando . Eu disse para explicar a minha mente. Até eu tentei lembrar de tudo o que vi na minha vida. Mas lembro que não deveria pensar em coisas negativas. Iria controlar a minha mente.

Lembro que foi ótimo, me lembrou disso dentro de mim. Resolvo caminhar, meditar e escrever. Comecei a observar o que vejo. Eu estava me perguntando, o que eu acho tanto do sonho.

Quando cheguei em casa e vi, me fez pensar que minha casa era feita de árvores. Mas eu nem sabia como se chamava. Minha mãe me disse que ela era de Ypêit, meu marido disse que era de Peróba.

Mas quando comecei a ponderar e a observar as árvores. Lembrei-me de que quando fui olhar as árvores na base da minha casa, a consciência veio. Minha casa é feita pelo desmatamento me fez entender o meu próprio entendimento.

Isso me fez lembrar que minha casa é por natureza. Fiquei pensando em como seria a casinha de passarinho, onde ficariam os animais que vagam pelas árvores.
Lembro do cata, macaco, coala
esquilo, preguiça, panda, urso.

Isso me fez lembrar das frutas, e dos que comemos, animais também. Vieram de eu lembrar dos indígenas , as Ocas e que eram as sua casa.

E então me fez lembrar que quando Sidarta encontrou a mente, ela estava perto da árvore.
Mas a árvore me faz entender a base da consciência. Me faz pensar como meu sonho me faz observar como decorar é querer demonstrar para o outro, não para si mesmo. A árvore é a base de nossas Ocas, e a reação e ação. Temos que plantar as árvores.
Para começar, pense que são as árvores que alcançarão o vazio e a Compaixão para todos nós.

Com amor,
Ju

Uma partícula da Vacuidade

Ontem de repente, tudo que que discutimos , veio a ventania aqui em Ubatuba. Eu que moro na frente do mar , fui olhar e via a árvore discutindo, indo e voltando. Ela parecia meu espelho. Mas eu nem percebia.

Fiquei olhando, gravando e vendo quanto tempo levaria aquela guerra de das árvores com o vento, e fui ao banheiro e ouvi as coisas que estavam quebrando. Eu e o André (meu marido) estivemos em lugares diferentes da casa. Nós perguntamos o que quebrou. A casa estava fechada , e não vimos nada.

Bom, não achamos o que estava quebrado, mas aquela queda me fez pensar como a natureza é muito alem de como somos.

Me fez pensar porque , antes do vento estava eu e o André discutindo fortes , mas vendo a natureza me faz porque eu estava revoltada . Lembrei que em em lugares lá em cidades e tantas pessoas com tanto medo, negativas, e tantas coisas belas.

Então, quando abri no outro dia casa, vi o vidro do lado da casa e foi atacado pela árvore, mas lembrei que nem devíamos pensar em coisas negativas. Já até aprendi dos Tibetanos que é a a maneira de se prejudicar a si mesma.

Me fez lembrar das coisas belas, me fez pensar das coisas que aprendi dos encontros que tenho visto.

Aprendi da minha amiga Ana Paula que nos Pássaro tem duas aves uma Vacuidade e uma tem Compaixão.

E achei essas palavras “As duas partes da aceitação genuína — ver com clareza e manter nossa experiência com compaixão — são tão interdependentes quanto as duas asas de um grande pássaro. Juntos, eles nos permitem voar e ser livres”

Também escutei de uma senhora de 99 anos que me fez pensar, ela disse da sua vida. Ela ela disse “é uma partícula com consciência.”

Cada dia tenho vendo pessoas que já pararão de ter que provar nada, mas ainda tenta saber do porque vivemos, e quem somos.

Também estava numa festa de 95 anos e me disse quando viu uma moça e disse “ Não sei se é namorada do meu filho, mas tem hora que não devemos dizer nada.”

Confesso , como tantos falam de deus, eu me sinto muito incomodada de ouvir de deus.

Agora quando minha amiga disse que era muito preso na minha mente. contei escutei de uma amiga que a palavra deus, karma etc, me ajudou tirar o medo das palavras, disse “ é ainda está presa na sua mente.”

Então quando conheci esses dias a Fatume , e é do Líbano e faz 41 anos que está no Brazil. A nossa conversa foi de conversa de tudo. Conversamos do Islã. Ela me contou e é Muçulmana me disse allah ( deus).

Ela me perguntou o que penso da existência. “ Eu disse que já li muitas filosofias e teologias, já que quase morri, as vezes nem sei se estou na terra. O que sei, é que não sei quase nada, nem sei porque vivo.” Nada de tristeza, mas não sei quem somos.

Percebo, que as vezes quando vou limpando a minha mente, aí a pessoa vai contando para mim.

E toda hora vou encontrando as pétalas( as pessoas menos presas nas tradições )vai aparecendo as pessoas que falam que sou o amor. Fatume, me disse, não importa o nome de uma coisa. Para ela é Allah, para min nunca soube, talvez uma espiritualidade, com amor e liberdade. .

Mas sei quando fico revoltada, contrariada faço tudo que não deveria.

A senhora Fatune , me disse que tem uma conexão com deus e senti “quase ninguém vai entender. Mas eu entendo, Sò nos que somos loucas. “

Saiu lagrimas de nós duas . A minha foi de felicidade, amor.

Quem sabe que um dia sou uma partícula da Vacuidade, e aì nem reage quando as palavras do outro vê que é um espelho que reconhece e desapareceu.

Com amor,
Ju

Voltando a liberdade da Mente.

Esse caminho , é mais belo quando vemos as coisas simples, quando antes nem percebemos.

Estava no posto de Gasolina , para esperar a Claudia. Vi um casal de idosos e concertando um carro velho e eu fui até pedir para tirar a foto e a senhora me contou “ Meu marido quer irmos para Sao Paulo , e vamos subir por um carro que pode quebrar. “

Naquele minuto me fez ponderar, sobre a liberdade da da mente.

Assim como tinha perdido, a confiança na minha mente, admirei do senhor.

Quem me conhece, que eu nem tinha medo de ir a cidades, países e sempre ia.
Tinha confiança em mim, e nos outros seres humanos.

Bom quando, tive meus comas, sempre tinha que ir ao Hospital , com meus pais, e o André, minha avó e meus amigos. De uma maneira de carinho, mas faz a nossa essência começa se modificar numa prisão. Porque as vezes queremos deixar o outro amor, e não quer ver quem somos.

Então eu decidi que eu iria ao Hospital sozinha . Eu vim a São Paulo num tipo Bla Bla car , com a Claudia que não conhecia. Assim como fazia antes dos meus comas de ir sozinha na Palestina, na India, na europa, na America Latina, na Africa, no Oriente Medio, na Ásia, andava com os desconhecidos.

Eu acabei com aquele medo que aqueles comas me fizerão ser presa, já até antes como era, sem medo do desconhecido.

Eu já até estava fugindo do meu grupo budista, o grupo de filosofias, e eu até em casa do tantra fiz me afastar.

Talvez uma fuga da literatura, das religiões, das regras. Mas explodi do meu desespero mas uma amiga budista disse

“ Quando você medita, deixa qua você pode controlar a sua mente.”

Eu a pessoa da desconfiança , fui tentar esses dias. Bom então fui voltando como sou, e tinha me modificado.

Vim de ubatuba e fomos , fomos conversando de doenças. De filmes, de árvore já que até encontrei outra pétala .

Ontem fui tomar Rituximabe. Levou 6 horas de eu estar lá e me senti destramente feliz.
Mas na verdade, eu tenho um sentimento de ir sozinha. Ter a capacidade e se não soubesse , demostro no hospital.

Quando não sei, eu pergunto ao desconhecido , ai eu voltei a ser como sou.

Fiquei 6 horas tomando remedio, e saí e queria ver uma árvore, meditar e me calar.

Ali vendo a árvore, e tentava escutar o silencio, da música das árvores. Me deu uma felicidade de escutar a minha mente.

Assim comecei a ver a liberdade da mente do senhor com um carro velho, e não se fica preso na mente. Ele do seu próprio pensamentos, não como é do outro pensa. Senti que ele está livre. Entendia que uma marca não significa nada, e ter que demonstrar a o outro.

Como eu andar, como vejo as árvore, e eu olha do para o céu. Ali quase um espelho da minha mente vendo a liberdade. Presa em nada, nada de obrigação da sua mente.

E me veio o mantra de OmTara tutare tuhe soha , que nunca esqueci. Ele é um mantra que aprendi em Dharam Sala, na India. Um mantra do Tibet. Em 2007 começou a minha doença em Marrocos, em 2008 fui a India acalmar o meu caminho.

E significa
Tare” é aquela que liberta. “Tuttare” elimina todos os medos. “Ture” concede todo o sucesso. “Soha” significa: “Possam as bênçãos de Tara

Fiquei tocada, porque nem sabia. Simples foi porque fui descobrir. Mas olhando esse meu espelho lembrei que Tara é tão antiga, um nome sânscrito como , uma estrela.

Aquilo me deu mais liberdade da mente, de saber que a nossa sabedoria da nossa inpermanencia. As vezes ficamos presas no nosso corpo, mas na nossa mente podemos nos libertar.

Com amor , Ju

Somos pétalas, quem sabe uma árvore.

A vida é maravilhosa, e as vezes de quando tivemos uma queda.
Claro, que não é na queda, mas de quando já aceitamos a queda. Quando enxergamos o fluxo, e nos faz observar que na nossa queda faz aprender de quem somos. Assim, comecei tentar escutar as árvores, e entender o que tem por dentro da alma.

Bom, quando já contei dos meus comas, e as as pessoas lamentam . Antes me chamam que eu sou doente , agora acham que eu sou estrangeira🙂

Adoro, porque no final nas quedas , como falava várias línguas, e também morei muitos anos em várias áreas do mundo, agora com a minha queda faço erros, mudo de sotaques e dou risada. Então a minha Oca é pelo mundo, e é de varias áreas da minha mente . Assim consigo aprender ser mais presente.

Bom, eu estava na feira orgânica, aqui em Ubatuba e fica no lugar das árvores, tem os estrangeiros que moram aqui. E tem comida, cremes, arte, música e de quem não quer ser presa na tradição comun.

Quando eu fui falar como uma mulher, e eu pensava que eu conheço.
Fui dizer “Nossa, não sei se te lembro, mas sabe como tive comas, eu fico na dúvida.”

Assim, ela me disse “ Pode ser, mas como tenho autismo, e nem saio muito de casa , mas a psicologia me fez conseguir. Mas eu gosto de fazer arte, da natureza.”

Pessoas, que não gosta de falar de queda, não entendeu a profundeza da nossa conversa. Bom nós duas que nem medo , nem vergonha das nossas quedas, então veio conversar sem tristeza. já até tamos livres. E aprendendo de coisas belas., fora da queda. Nos falamos das árvores.

Fui contando do meu sonho, sobre o qual escrevi em meu último post. Foi de viver em outro planeta que as deusas eram as árvores e falavam como música.

Ela adorou porque a sua faculdade era de biologia, e ela fazer arte de animais de lã da natureza. Assim os pais podiam levar. Tão belos, e de uma profundeza do pensamento.

A conversa foi indo, como quer deixar a arte que é leva, e não que deixa os pais com a televisão . Nossa, ficou a nossa conversa.
Quando mostrei meu post do Planeta das Árvores, ela adorou e me disse que viu um estudo e me mandou.

Nossa, quando vi. Me veio uma emoção , uma gratidão . Hoje fiquei vendo que o vento, as árvores conversando

A Rafa que conheci me mandou,

“Para escutar as plantas, a pesquisadora Lilach Hadany, da Universidade de Tel-Aviv, em Israel, e membros de sua equipe, colocaram plantas de tabaco e tomate em pequenas caixas com microfones.”

E eu fui mandar aos meus amigos, e veio
e veio conversar uma outra antropóloga me mandou como sabe na Kerala, na Índia.
E aprendi que os indígenas aqui também conversa com as árvores

Me fez lembrar do meu Doutorado e ia a Israel e a Palestina e não pensar nas árvores . Abandonei a LSE e pensava que nunca haveria paz.

Me fez lembrar do meu amigo Pai Chi Chi, que hospedei ele no Coch surfing em Londres e me visitou aqui no Brasil.

Ele viajou por anos, mas me disse uma coisa que nunca entendi.

“Jules, você é muito diferente de quem me hospedou.”

Lembro que eu disse “ Por que pensei de celebrar o ano novo da China,“

“ Não sei se vai entender.”

Eu disse
“ Tente” já fazia uns dias que estava em casa.

“ Você é brilhante, bonita, positiva,”

Achei ótimo, fazia doutorado n e tinha bolça , mas ele completou

“ Imagine uma árvore, uma árvore antiga e que tem flores “

Achei lindo, mas ele completou

“quando a árvore , ali por cima vai ter uma pétala de outra cor, você vai se sentir sozinha porque poucas pessoas vão te entender, e nem vocês dos outros”

Apesar, de isso ter sido faz antes de comas eu não poderia esquecer . Aquilo me marcou e nem entendi.

Mas agora , quando eu encontrei outra pétala e nem se prende em nada. Ali nos encontramos porque nos da queda podemos percebe.

Vi esses dias o filme “ no ritmo do coração”. Tão bonito, era uma família de surdos e uma filha que escuta. Essa filha canta e tem uma voz muito bela. Quando ganhou toda os alunos da escola o pai viu a admiração dos outros não entende, já que é surdo.

Quando estavam em casa, pediu para a filha cantar. Ele pediu para escutar a mesma música, que estava na escola . Quando ela cantou, ele foi tocando nas partes do corpo, para escutar a música pela movimentação do corpo, da respiração , da alma.

E quando eu agora o vento faz as árvores ouvindo , eu tocando nas arvores e tento escutar sua respiração, seu som, sua musica. Agora quando encontro outra Pétalas vem a paz.
Com amor,
Ju

Um sonho em outro planeta

Ontem tive um sonho que me fez pensar.

Sonhei com o Guto, e estávamos em outro planeta, e estávamos caminhando e vimos uma Oca e de um lado tinha um dinossauro de ser humano.

O planeta víamos as árvores, e não havia seres animais também. Havia rios, e mar.

Acordei rindo que são as árvores que são as Deusas. Lembro que a última palavra, perguntei ao Guto se queria ser reencarnada aqui, ou voltar para a terra. O Guto respondeu “ Prefiro ficar aqui, eu sou gay você é mulher somos muito desvalorizada lá na Terra prefiro ficar como uma árvore.” A árvore parecia que tocava como Bebe do Hermeto Pascoal.

Então quando fui escrever, coloquei a música e parece como uma flor uma árvore que demora pra crescer e crescer e se evoluir.

Mas quando fui mandar, fiquei pensando no símbolos.

Faz tempo que não vejo o Guto. Nos conhecemos no LSE College em Londres.

Guto, além de formado em antropologia, é diplomata. Então
ele sabe o que vai além da distinção da Amazônia.

Fiz antropologia cognitiva, também estudei música e um pouco de política internacional me fez pensar sobre minha mente. Principalmente porque já tive 2 comas e destruição cerebral.

.
Acho que amamos a natureza e gostamos da liberdade da mente e não somos presas de nenhuma filosofia ou teologia.

E do nada uma amiga falou comigo sobre a palavra incerteza. Lá ela me fez entender o sonho. A base é de outra terra, oca como a nossa mente. Que precisamos estar do lado que nos valoriza da mesma forma.

O mais interessante é que nesse sonho começamos a não falar, conseguimos se comunicar sem língua. A nossa admiração pelas árvores que não precisam de língua.

E nós que fugimos para outro planeta, ainda mais do que aqueles que eu controlo. Ficamos ali no silêncio, da mente. Toda fuga é porque não vai ficar presa em nada, nem na nossa mente que a gente quer.

Com amor, Ju

Estou me vendo

Estou me sentindo de volta como sou, até que um dia me disseram que meu cérebro não teria volta.

Mas nem foi faculdades, medicina, países, culturas, cursos, famílias, religiões. São as pessoas que me conhecem por dentro e por fora e me fazem ver.

Essas pessoas sabem da minha revolta contra alguma coisa. Toda vez, chateada, eu fugia.

Eu poderia fazer uma lista de fuga. Talvez um coma seja até uma fuga de mim mesma.

Mas eu estou vendo o meu espelho e sentindo uma gratidão dos meus amigos que voltaram a me ver. E gratidão aos meus novos amigos que já sabem que fugi e me perguntam onde estou.

Às vezes, nem falar, mas essa fuga é encontrar o nosso espelho.

E como dizem os Taoistas
“Aquele que sabe não fala; aquele que fala não sabe.”
Lao Tsé

Com amor e gratidão aos que me fizeram me conhecer, agora vejo no espelho e aceito o que antes não via.

Com amor,
Ju

Gambá e a espiritualidade

Quero contar do gambá, e que é como eu sinto. Minha gata, a Dao só tinha um amigo. O Gambá.

Fazia anos que o conhecia, ou melhor sabia que ficava por aqui. Já tinha até fui aprender dos tipos etc. Mas eu nunca mato um animal. E até voltando ao vegetarianismo e quem sabe um dia vegana.

Mas ontem sentiu um cheiro forte e pensamos que era um gambá morto. Mas nós nem olhamos. Gostávamos tanto do gambá, apesar de não chegar nem perto. Ele tinha medo dos humanos.

Quando o André viu que era o Gambá e veio mil sentimentos.

Primeiro achávamos que foi envenenado, e até já querer quem deve ter feito.

Aí eu lembrei do karma é uma palavra do sânscrito (antiga língua sagrada indiana) que significa ação ou ato deliberado. Portanto tinha que deixar na minha mente o ato não iria ficar.

Ali veio aí , emoção . Fui perguntar aos meus amigos e todas as filosofias mas eu desde o começo queria cremar.

Fui até saber que so perguntei a quem liga para animais, e que nem é seu.

Fui tantos me falavam para enterrar, mas eu não queria enterrar.

Até minha amiga Tailandesa me disse para enterrar e plantar uma flor e poder se sentir.

Me tocou, mas eu e o André fomos até buscando a lenha. Fomos achando pelo caminho, vendo plantas secas, e eu fui buscar lugar adequado, incensos e e fiquei cantando um mantra de Tara verde e fiquei até pensamentos de tantos novos amigos e da espiritualidade .

Esse dia foi muito simbólico . O gambá escolheu , até onde sua vida foi respeitada.

Assim como quero ser cremada, e não quero ser presa na terra . Mas já minha amiga quer ser colocada na terra para com seu corpo vai comido por animais.

Então eu que vejo a Dao está
Angustiada, e o André até acha que ela tem medo.

Então é como a espiritualidade da vida a gente vê que é algo além da terra.

Já que somos todos feitos de átomos mas a espiritualidade está em tudo que sinto.

E neste percurso vamos encontrar e mais difícil é de lidar de quem somos nós mesmos. Até entendo a angustia da Dao.

Com amor, ju