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Sobre julietafalavina

Eu escrevo da minha vida, e agora sobre a minha recuperação da saúde .

A comida pode ajudar o corpo, e a mente.

Queridas quero dividir. Eu que era vegetariana e uma vez o médico me disse que eu precisava comer carne. Contra meu desejo comi. Deu colesterol alto e voltei ao vegetarianismo. Preocupada da minha imunidade comecei comer muitos ovos , e queijo.

Meu exame quando era vegetariana, disse que tinha colesterol e meu neurologista disse que deveria ser genético. Disse que iria tentar ser vegana e descobrir . Estou vegana desde o 2 de novembro e me senti bem. Fiz meu exame de sangue e do 250 de LDL como vegetariana. Então resolvi tentar ser vegana. Agora fiz o exame e deu100 LDL.

Bom na minha família somos frescos de escolher o que comer. Meu pai até dizia “ Eu vim de uma família que vive para comer , e minha mãe come para viver”

Bom, eu comeria com prazer e nem perceberia de onde vem a comida. Morei em muitos países( Argentina, Australia, Eua, UK, Thailandia, Peru, .

Para complementar minha felicidade vi o documentário do Netflix, “Você é o que você come”.Um teste vegano e carnívoro. E a nossa alimentação também está relacionada com a mente. Este documentário é um teste com gêmeos idênticos. Claro, assim como a produção de alimentos e a ginástica.

Bom depois do meu segundo coma, e muitas lesões do cérebro em 2017, também fiquei fora de saber o que comer. Comecei comer comida japonesa, peixe, e nem prestar atenção, so o prazer. Mas quando meu amigo Sho, de quem é próximo faleceu e fui ao hospital. Sempre quando e parece que é ima coisa emocional, mas no hospital pensavam que era pouca vitamina B12 e devia comer carne. Bom quem já quase morreu, leva sério a vida.

Mas no ano passado, em novembro fiz o exame de sangue e demonstrou que estava colesterol tão alto que deveria tomar remedio.Meu médico achou que era genético, mas eu disse que iria ser vegana . Ainda indo viajar com meus pais na Espanha , na rota do vinho. Consegui e andando muito

Mas quando fiz o exame e já fazia 2 meses que eu nem sabia se ia cair, isso me emocionou muito. E quando o documentário mostrou os exames dos gêmeos e a saúde deles, me trouxe uma gratidão enorme.
Pareceu-me que a genética pode ser modificada. Extremamente feliz porque no meu frescor me tornarei como minha mãe e minha.

Até pode chamar de frescura . Mas quero comer para viver, e estou amando ser vegana . Ainda mais comer para viver. E ser parte de defender a Amazonia e dos animais.

Ano passado , contei do meu primeiro coma, que fiquei 30 dias e veio uma deusa ( Ou Tara) e me disse porque você quer viver? Naquela época disse minha avó, e meu namorado.

Hoje eu diria, e digo “ Vivo para dividir, uma queda é um presente, e para eu aprender quando vier o pensamento negativo e descobrir a beleza, e ver lado positivo. ”.

E sò quando comecei aprendi porque vem na nossa rota da espiritualidade. E quando volta o negativo , de repente volta a ver a beleza da queda, ali te faz ser presente.

Com amor,

Ju

Temos que ver a beleza das nossas quedas.

Queridos,

Sabe que agente nem percebe que uma pessoa entra na nossas rotas da vida.

No começo da minha primeira lesão do meu cérebro. Foi em 2007, e morava em Londres. Tinha 26 anos e já tinha morado em tantos países, e viajado sozinha. Naquela época fui para a India.

Assim, sentada na aula do Dalai Lama e nem queria estar. Já era a pessoa que fazia demonstração de meus pensamentos.

Eu sentada do lado de 2 mulheres e comecei aprender do Budismo. E eu que nem queria aprender.

Sei que fiquei amiga Denise Robson que sentiu que deveria conhecer Hh Karmapa.E eu nem sabia quem era.

Eu a perdida, perdido da minha mente e meu cérebro. Ela me fez conhecer Lama Lobsang que fazia palestras em Londres e nunca fui.

De uma maneira, vejo que ele morto ha anos entendo seus ensinos , mesmo que meu cérebro foi mais destruído nesses anos 2013, 2017, 2020. Para mim, todas vezes foi relacionados a uma coisa emocional.

Mas foi em 2008 que aprendo de Lama Lobsang “ É um presente”

Hoje, em 2024 que vejo como temos que ter pensamentos positiveis.

Então meus queridos, a nossa vida temos que aceitar a nossa existências. Quando ficava na lamentação, era como diminuir a nossa vontade de ficar melhor.

As vezes nem percebia quantas pessoas ficavam positivas, e queria ir no lugar do sofrer, debater quando me chamavam que não existo, sou ignorante etc.

Disso tem que ver é um presente. Quando estraguei meu cérebro, me fez apagar mais a minha arrogância, e na minha ignorância começou ficar fluir pelo meu caminho de compaixão.

Como tantos desse nosso caminho temos que aceitar a essência da nossa alma.

Então quem tem queda, procure a beleza. Faz agente estar parado. Faz as vezes a nossa luta com noz mesmos temos que amar. Assim conseguimos entender a nossa essência, e tenho muita gratidão que vieram no meu caminho.

Gratidão mesmo, profunda e as vezes nem sei reconhecer rostos, nomes. Mas as palavras das coisas belas .

Toda gratidão com amor Ju

A espiritualidade dos nossos caminhos da nossa vida

A espiritualidade é uma coisa incrível. Conheci uma mulher na feira de orgânicos em meio à natureza, em uma área de conservação, em Ubatuba. Ela é paulista e nem conhece muita gente em Ubatuba. No dia em que nos conhecemos, fui com ela resolver os problemas da casa dela em Ubatuba. No meio da natureza começou nossa amizade.

.

Minha nova amiga Fernanda, Me disse que tinha quebrado seu braço com vidro, ela tinha ido ao médico e disse que deveria ser operado. O médico disse que era tão grave que deveria ir para São Paulo.

Nossa amizade começou , pelas mensagens e pelos meus esquecimentos das minhas coisas no carro dela.

Era uma quarta-feira e fazer uma semana que nos conhecemos, eu que não posso mais dirigir resolvi ir junto.

. Fomos eu e ela e um gato de Ubatuba a São Paulo. Ela foi dirigindo com uma mão, e me pedia ajuda e eu que tive lesões no meu cérebro não conseguia entender o que apertar. Para ela não pensar que não queria ajudar, quis fazer ela escuta de quantos anos eu fiquei indo ao hospital depois que começou a minha doença em 2007, ela entendeu.

Bom, ela parou de achar que aprendeu como tirar as palavras e sim me fazer que parte do carro eu devia apertar.

Para aumentar a espiritualidade , a Tibetan House , já tinha me dito que no Hospital Sírio Libanês , que HH Ratna Vajna Rinpoche, iria dar uma palestra.

.
Na hora que a Fe cortou que a sua mão ficou cortada e falou de detalhes, e eu nem entendi.

Mas dentro de mim e senti temos que ir a Sao Paulo. Mesmo, que na verdade nem sabia quem ela era, e como tava.

Viemos no carro, como uma conversa da nossa vida.

Eu no carro e a Fe me fez lembrar que eu tinha falado de um Lama. l

Naquela quarta 1 de Novembro ela foi ver o médico, e o Hospital. Eu naquele dia fui aprender de HH Ratna Vajna Rinpoche. Ontem consegui ter um encontro privado de HH Rinpoche e hoje Fe deve alta do Hospital.

Hoje fui ver a Fe, e ela disse que é incrível em espiritualidade essa viagem. Ela foi no hospital quarta-feira, e Domingos saiu. Mesmo que tem dor rimos e sorrimos.

Lá eu senti compaixao, espitualidade e pensando dos meus amigos na sua quedas.

Esses meus amigos na queda entra na minha alma.

Eu que tenho na minha memória falha, me fez lembrar de lama lobsang disse quando reclamei da minha doença

“ Uma doença é um presente, te faz saber ser presente.”

Como HH Karmapa disse para mim e chegando o meu cérebro . “ Está na sua mente. Sempre vou estar perto”

E ontem que tive uma benção de alguém me deu um horário com Ss quando não perguntei nada do meu cérebro, falei minha história como os budistas sempre chegam perto da minha vida.

Hh Rinpoche disse. “Mas mesmo ainda com desenvolvimento material, ainda temos sofrimento
Quando queremos experimentar a felicidade, temos que modificar a atitude mental negativa.”

Eu que nem sei explicar como o budismo entrou na minha vida, e nem mandei uma mensagem para poder vilo.

Comecei mandar mensagens ao budistas um horário privado marcou para mim.

Fiquei tão feliz, mas descobri que era numa outra cidade. Contei ao meu marido, de uma extrema generosidade veio a São Paulo, e fomos conhecer a outra cidade e o templo.

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Vimos, pelo caminho Sol, natureza, árvores , gatos, cachorros e Pássaros . E eu sentei do lado da árvore e eu me senti toda paz

L

Quando chegou a hora de falar, eu nem sabia o que dizer. Contei como surgiu o budismo com uma aula do Dalai Lama porque cheguei na Índia e meu ex-marido gostava de Dharam Sala. Mas nem um de nós eramos budistas. Mas conhecemos lá a Denise que sentiu que deveria ir no seu encontro privado com Ss Karmapa. Nem estavamos nessa busca, e nem sabíamos quem era Karmapa. Isso foi em 2008

Então em 2023 quando sentei para falar, sem querer nem saber porque estava lá.

Contei por que vivemos aqui na terra.

Ss Ratna Vajna Rinpoche,disse “ Ja que estamos vivo temos que ajudar os outros.”

Quando perguntei de que linhagem do Budismo . Ele me disse que todas são conectadas.

E quando perguntei o que significa uma árvore. Ele me disse Sidarta nasceu e morreu do lado de uma árvore. Assim se elevou.

Ali eu entendi como toda espiritualidade da minha vida vem nas árvore . Assim como senti do Budismo, dos Indígenas, do Taoismo , d Tantra e como essa amiga que foi para o hospital, e nos encontrei do lado das árvores. Assim como tanta Conexão das pessoas que tem sua alma, a espiritualidade com natureza. E essa eu aprendi depois da minha queda. Mas, foram os seres humanos que me faz entender, e tenho uma enorme gratidão a vocês

Com amor, Ju

Minha Oca

Estive no Clube Pinheiros neste sábado, em São Paulo, e nunca havia prestado atenção ao sentimento na minha alma. Quando ouvi duas senhoras falarem sobre a beleza do Eucalipto, prestei atenção. Ainda mais porque adoro árvores e comecei a admirá-las quando estava perto da natureza

Eu fui andando de volta e fiquei tocada de ver a árvore e senti, e toquei na árvore e comecei a ficar de novo entender porque será parei para observar as árvores. Ali que eu senti que voltei da do caminho da Espiritualidade.

Depois vi uma senhora e me perguntou se eu sabia como podia chamava um carrinho do clube. Eu disse que não sabia.

Eu tinha um plano de ir a um lugar do café no clube, dei uns dois passos olhei para as árvores e senti porque não iria ajudar aquela senhora. Descobri, sentei do lado dela e começamos de conversar.

Ela me contou que o clube o ajudou quando ela ficou viúva e nem sabia o que poderia fazer

Com 80 ficou viuva, e faz 10 anos que está no clube. Dança, nada e ganhou muitas amigas e ama ver a natureza.

Quando contei quando que amo morar em Ubatuba e que eu tinha morado em tantas áreas do mundo, mas nunca tinha morado do lado das árvores. Uma coisa que não é nacionalidade é de querer devolver a natureza e diminuir a minha poluição.

Eu já não entro em debater de noticias, mas eu e o André fazemos compostagem e começamos de ver como a vida nunca termina. Como quando o que comemos ela renasce.

Ela me contou que seu filho é médico e descobriu a felicidade quando comprou um sítio começou fazer compostagem, reciclagem, plantar e comer coisas naturais. Ela adorou ir conhecer mas não queria perder suas amigas.

Essa Senhora Juracy, me contou que seu pai era japones, e ela não toma remédio. E no mesmo dia fui visitar minha amiga Laura no Hospital Israelita Albert Einstein. Nossa veio ainda mais espiritualidade das nossas conversas.

Eu que digo o Hospital é meu hotel demos até risada das nossas perdas, doenças e nada negativo. Temos tanta conversas e contei da senhora Juracy.

Minha amiga Lau, é neurologista e sabe da consequências do meu cérebro, e é incrível estar bem. Mais profundo porque como disse Lau como amigos são fundamentais.

Fiquei tão tocada de ver a Lau, e de repente na nossa conversa veio me ligou a Sa. Quando estava no no hospital e foi ela que ligou.

Somos amigas desde a época que faríamos doutorado . Lau fazia de neurologia, a Sa fazia matemática, e eu Antropologia Cognitiva. E eu digo que até na minha ignorância das lesões do cérebro me fez ser ser mais humilde.

Peguei um Uber para sair , e eu que sou de falar o motorista contou que foi dignificado com cancer terminal, e quando já tinha ficado em paz, ninguém entende porque não morreu. . Assim como não realmente sabe o que tenho. Então até mandei a Lau

“Lau fiquei super grata de ter ti visto. Toda nossa espiritualidade, ter visto sua irmã (é Taís ?), a Luciana e até a distância falamos com a Sa 🙂 Todas que te amam e divide a todas. Muito grata, sabe até num hospital flutua a compaixão. Com amor Ju”

Aquele momento até pensamos que é espiritual, aquilo eu senti de árvores e de minhas amigas que me fazem deixar flutuar uma espiritualidade.

Então quando nos vimos entendi aquela senhora Juracy me fez encontrar numa conversa do lado de uma árvore.

Essa é a nossa Oca, são nossos amigos que não nos julgam, nem se importam com nossas perdas que oscilam , que aparecem ao longo dos anos, e ficavam perto das árvores . Meus amigos, são minha Oca.

Com amor, Ju

Uma doença vira ver é um presente

Uma doença vira ver é um presente

Em 2008 eu fiquei amiga do Lama Lobsang. Ele era do Tibete e dava aula do Budismo , nunca fiz suas aulas, mas ficamos amigos. Lama Lobsang quando me disse quando foquei com uma doença do meu cérebro. Lama Lobsang me disse que era um presente na nossa vida.

Eu detestei, e ele me contou de tudo que tinha na minha vida, e ainda não via. Já quando fica doente você vai parar de lidar para coisas banais e vai estar presente.

Sabe que eu fui diagnosticada com vários nomes de doenças, e dizem tive muitas perdas de áreas do meu cérebro , mas agora me sinto felicidade. Primeiro porque a inpermanencia do que chamam uma doença, as percepções de como acham do cérebro e da mente.

Fiz 42 domingo e eu tinha visto que apesar da minha quedas, das lesões eu senti amor .

Na hora que vi que meus novos amigos que me ve como era, e sou. , e os que sempre ficam me perto. Me deu enorme compaixão.

Agora eu entendo o que Lama Lobsang me faz entender.

Uma queda é um presente. É uma possibilidade de apagar do que fomos colonizados.

Somos colonizados até por nome, família, religiões, nacionalidade, a beleza e idade, percepção do que é a coisa certa, e o que é bom, e o que é ruim que é a doença, a dor , e a morte.

Então assim eu percebo que quando é diagnosticada, nada alem do que é uma percepção do correto. Nada do que ser presa no sistema.

Ontem fui no meu Dr. Rodrigo Holanda e ele fica inspecionado como estou bem, ou melhor em e paz.

Todos ficamos doentes, mas sempre quer classificar, e desvalorizar. Mas a cada dia, fico percebendo que a doença faz ver que a nossa morte, e a nossa essência vai ficando mais clara.

Quando vi Espiritualidade e Saúde, no Hospital Sírio Libanês estava Hh Ratana Vajra Rinpoche , e ele perguntou a nossas perguntas.

Quando uma médica perguntou o que ele pensa se dizer se um paciente.

Hh disse que nunca devemos dizer nada negativo porque a nossa mente pode prejudicar nosso corpo, e a nossa mente. Disse que temos que sempre ser positivos com tudo.

A beleza da nossa essência aparece devagar na nossa mente, sim acho que nas nossas quedas, nossas doenças me ajudarão.

Com amor,
Ju

Compaixão a todos no mundo

Como tenho amigos pelo mundo, e me querem entrar num conflito. Especialmente meus amigos da Russia, de Israel e da Palestina. Nesse momento das guerras, o mais difícil eu dividir, eu aqui de um lugar sem guerra. Mas sinto que que estamos destruíndo os outros que é parte de nós mesmos. .

Mas o que aprendi com a minha vida, quando quase morri 2 vezes, e como até perdi áreas do meu cérebro destruído, o melhor a foi aprender é acalmar a minha mente.

É porque toda raiva se transforma em doença comigo. Muitos tentam fazer com que não libertemos a nossa mente, mas é assim que assim não muda do ódio, da raiva, do materialismo. Ou seja, é outro que consegue nos deixa manipulado.

Percebo, porque não sabia o que dizer aos meus amigos da Palestina, de Israel, e da Russia. Nunca a minha mente quer modificar o meu amor por causa de uma nacionalidade, somos seres humanos.

Se a minha casa com uma bandeira do Tibet, não é por causa de uma nacionalidade. Para mim é uma bandeira da Impermanência, da compaixão , e a Paz
Com amor,
Ju

As Naçoes em guerra e a Natureza

Sempre que estamos no presente. Mas o presente, me fez no passado e onde estou

As vezes uma palavra nos faz nos modificar ,nem percebe na hora.

Bom em 2010, eu fazia meu doutorado na LSE que era sobre Israel e a Palestina e abandonei. Fui tão bem tratado em Israel e na Palestina e eu nem sei árabe e hebraico. Eu até tinha que fazer aula de Árabe e Hebraico. Mas eu não sabia como poderia ter paz.

Na minha faculdade tinha um amigo de Israel e que tinha negado ir ao Exército. Em Israel o menino tem que fazer 3 anos, e a mulher 2 anos. Meu amigo tinha negado fazer o exército . Foi preso por um ano e perguntou e disse não iria, então foi preso dentro da Palestina. Pensavam que iria mudar de idéia , mas em 2 anos na prisão dentro da palestina ele aprendeu Árabe

Bom, meu amigo fazia seu doutorado sobre a Africa, e fui contar que eu tinha visto o exército de Israel dentro da Palestina e tinha visto criança sendo presa e fiquei chocada. Fui contar , como ele sabia das injustiças eu disse a ele

“Mas se você fala hebraico e também sabe falar árabe, você pode ajudar”

E ele me disse

“ Mas se você é de família de fazenda, porque nao faz sobre indígenas?”

Bom eu fui embora do meu Doutorado para a India e entende de onde somos porque a prisão interna é complexa. Acho que comecei entender que problemas sócias é sempre mais fora do que sua sociedade. Fora da sociedade, fica mais clara o que tem valor interno.

Gosto da Índia porque em Dharam Sala há cursos de tibetano, ou seja, cursos que não focam em coisas materiais. Lá conheci tibetanos que não estão presos a uma sociedade, o seu valor não é fixo, é impermanente. E nos ensinamentos das pessoas

Esse ano conheci a Rafa e a conversa nos começamos falar da nos desconhecer, e da nossa doença. Bom fui eu perguntar da faculdade. E ela me contou é da biologia.
Bom quando eu contei do meu sonho das arvores, e ela me contou dos estudos como arvores tem sentimento.

Nossa quando ela me contou de um estudo fui ver, e fui até escutar o som da árvore. Chorei de emoção. Plantas choram . Plantas até escutam. Alguns dos estudos que vi foram em Israel.

Desde o dia que escutei e vi o estudo comecei a tocar naz arvores. Assim como amor ao mundo.

Bom, porque eu quero deixar as duas coisas. Porque meu amigo de Israel que defende da Palestina, e eu não posso ser critica da nossa realidade como as Arvores, e os indígenas estão sendo mortos.

Mas uma palavra fez agente pode se acordar.

Posso evitar a realidade da televisão, sempre que querem demonstrar uma. A única coisa que posso ver, na minha realidade é que o mar entrou quase perto de casa, e não posso lutar com o Mar.

Agora o que posso é admirar a natureza, como posso até plantar para tentar equilibrar a natureza. É observar como uma nação é uma forma de prisão, de se afastar do outro.

De qualquer luta é para se libertar da nossa mente. É nos prender da compaixão .

Assim como meu amigo Russo não defende a Guerra do seu país . Como um senhor que conheci no ano passado e é do exercito da República Checa , talvez podia ser mandado na defesa da Ucrânia . Ele me explicou a historia Hipócrita do Zelensky.

Assim como vários amigos Judeus não gostam do Netanyahu, e sao poucos Palestinos que são do Hamas,

Então como meu amigo Judeu e defende a Paz, , como meu amigo Russo que não quer destruir a Ucrânia , e eu nunca iria nenhuma guerra, e entendo como os indígenas sempre respeitaram a natureza.

Então fico perto das Árvores, procuro ouvir a paz delas. Tudo o que podemos fazer é plantar-nos na rua, em casa e saber que a nossa luta é compreender que a nossa guerra nascida não tem sentido. Sempre foi de economia .

A nossa destruição da nossa terra, não é de nação é dos egoísta do dinheiro, e de nem percebem como toda a natureza está se mudando todos nesse mundo.

Acho que é nesse momento que devemos estar juntos com a natureza. Assim vamos podemos viver. Porque se não nos ajudamos a terra e a natureza nem vamos existir.

Com amor,
Ju

https://www.terra.com.br/byte/plantas-choram-com-sede-ou-sob-estresse-e-podem-ser-ouvidas-por-animais,c50cadf93f8ad839fa8c37b5a9de10c1en4t8rwp.html

Somos pássaros.

Quando aprendi hoje de uma nova amiga , que me contou sua paciente, de uma menina, que diz que sua irmã voou.

Ela começou a voltar ao passado, e não estar no presente. E já querem classificá-lo com doenças.

Bom, já tive tantas alucinações, sei que tem de várias percepções, como são diferentes. E o pior é fazer que se repita mil vezes e nem um remedio ajuda. Todos os remédios, tiveram muitos efeitos colaterais. Nem nenhum hospital ajudou. Mas meditar ajuda muito, mas temos que praticar.

Não quero dizer, que sou contra a medicina. Já fui, mas sei que precisamos equilibrar. Não é tudo a medicina, nem tudo é a meditaçao

Mas eu já estava definido por uma doença, e veio o desespero e a decepção.

Mas a doença também foi alterada diversas vezes

Os médicos sabem que não conhecem a base do cérebro, da mente e da nossa essência

Mas nós mesmo que temos nos acalmar.

Um médico humilde sabe. « Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância. »Socrate

“Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro; a real tragédia da vida é quando os homens têm medo da luz.” Platão

Eu entendi tão bem, porque quando a minha avó voou com 95 anos em 2020. E me deixou na frente do mar.

Mas quando minha avó parou de falar, de se mexer, e eu fiquei desesperada, meu marido ligou do hospital quando o pessoal da emergência chegou em casa e disse “Você quer que ela viva para você ou para ela? “.Ali eu entendi que voava. Aquilo me acalmou. Sabia que sua essência nunca sai de mim.

Ou quando meu amigo Sho, quando meu médico Dr. Getúlio, Leila, fui parar no hospital. Todos os sentimentos, como de querem pender que permaneçam na terra

Aquilo me fez entender, e até hoje sinto que eles voaram.

Digo voar, porque para mim a morte significa nada, quase como se a essência acabou.
.

Esse voou, fica até mais presente em mim.

Moro num casa que minha avó me deixou no lugar da paz.

Aqui em Ubatuba que me fez meditar mais. E até aprender de uma nova amiga Ana Paula, me disse

“Um pássaro é amor, tem duas aves, Compaixão e sabedoria “

Com ela ela me fez aprender com um lama. E eu disse a ele que estava tendo alucinações.

“Todos temos alucinações, porque pensamos que a percepção é a mesma, nunca vemos todos da mesma forma. “

Quando eu contei as sobre minhas lesões cerebrais, ele me contou.

“Usamos 3 por centro do cérebro, temos que usar outras“

Fui até verificar, mas eu que fiquei sem falar, andar, escrever, ler , alucinar, e sair de ser presente.

Consegui voltar escrever, andar, falar, e acalmar e não focar nas perdas.Nam minhas alucinações, melhorou muito.

É difícil , mas a tecnologia ajuda escutar.

Mas o melhor não focar em perda. Temos que aceitar o tempo.

Até quando medito, as vezes durmo, mas até tanto medico, e um Lama tibetano. Não importa que dorme no meio da meditação. Como disse Lama Dorjee.

“ Se dorme na meditaçao, ótimo, respeite que seu cérebro tá cansado.”

A nossa essência nã está numa palavra .

Tudo que eu posso dizer . Temos que deixar o voou seja feliz ainda mais quando não prendemos. E nos que as vezes nos perdemos o corpo , do passado até nesses voos acredito tudo que vem dando novos amigos. Isso veio dos voos.

Como disse Lama Lobsang disse em 2008 , no principio da minha doença “ Que sorte, tem uma possibilidade de aprender ser presente”

Demorou anos , para sair do medo, da raiva , para entender do presente da doença e do voou.

“O tempo é uma ilusão produzida pelos nossos estados de consciência à medida em que caminhamos através da duração eterna”Isaac Newton

Como saímos da rotina ,de classificação , aí vamos entender.

“Um pássaro é como um pássaro com sabedoria e outro com compaixão.”

Somos pássaros, quem sabe um dia descobriremos quem somos

Com amor,
Ju

Encontrar o Amor

Minha cidade é São Paulo, ou melhor nasci aqui e meus pais moram aqui.

Mas sempre fugi de morar em Sp.

É aqui que nos faz sentir como se estivéssemos fora de nós mesmos.

. Faz 2 dias que estou aqui. Assim que fiquei desesperada, comecei a sentir algo que me fez observar, e o Calar ficou fraco, e escutei que aqui estava articulado e em declinando de quem somos. Não é calar de meditar, é fazer a mente de varios pensamentos sem silenciar a alma. Assim é que sinto no primeiro dia em Sao Paulo .

Me faz observar, porque tantas pessoas, nem se quer observar o ser humano. Tantas pessoas que eu vejo olhando as pessoas desesperadas. Se digo bom dia, olham para fora

Pior foi escutar das pessoas falando do medo de ser roubada, se quebrada, e morta.

Então me fez pensar nas filosofias, ensino desenho do taoismo. Me fez observar com o de qualquer palavra precisamos ver de outra maneira.

Temos que enfraquecer que a realidade é da televisão. Aquelas conversas que escutei ontem me fez eu focar desesperada. Minha bateria acabou, e o André falou que iria chegar as 5 . As 6 comecei a ficar revoltada, depois com medo que tinha desaparecido.

Para piorar minha bateria acabou, e eu não sabia de cor o numero do André, e meus pais estão na Europa.

Então na casa dos meus pais, fui procurar tudo de negativo. Fui ver que era meu quarto era tudo do meu irmão.

Depois que carreguei esqueci a senha . Então as 9 da noite perguntei ao Porteiro se conseguir ligar para meus pais. Eu sabia que era muito tarde na Italia mas liguei.

Meu pai ficou preocupado de eu estar nervosa. Ele ligou ao André e me disse que estava trabalhando, e tava bem.

Bom, veio felicidade e de repente veio a minha raiva.

Fui procurar a noite uma massagem, virou um lavar o cabelo com uma massagem. Pedi a mulher o que fazer para acalmar a mente. Ela falou que sabe fazer uma massagem na cabeça. Veio a paz temporária.

Quando dormimos, fiquei feliz. Quando fui ligar para meus pais foram me derrubar, dizer que não sou mais capaz de fazer nada como era. ,etc . Voltou a revolta.

Bom, voltou a revolta, mas pensei que de tudo que passei das pessoas que não me desvalorizar.

Então, quis não queria fazer o que fazia, lembrei das pessoas que tem paz em si, e dividi com os outros.

Lembrei da familia do André, que sempre devolver toda espiritualidade da natureza. A sorte da Cecilia que me fez desses meus novos amigos que não estão presas no material, Ana Paula pelo Budismo, o Paulo com o Tantra.

Então, me fez entender que essa queda me fez eu encontrar ver.

No meu coma, a Deusa, ou Tara ou a minha mente disse “ Você quer viver ?” Eu disse “ Sim” E ela me perguntou porque . Eu disse “Eu queria por causa da minha avó, e do namorada daquela época .”

Sábado, quando me perguntarão se eu tinha medo do coma, da morte .

E me fez pensar, não tenho medo de ter outro coma e da morte.

Eu amo viver, mas essa pergunta por que porque quero viver .

Hoje diria “Sim eu gosto de viver, pela capacidade de evoluir a minha raiva, a minha mente e abrir meu ego e continuar a compaixão a todos e devolver a natureza. “

Só pela queda que vemos a beleza da Vida.

Então esses dias conheci a Fatume , que é a mãe da nossa amiga. Comecei conversar e ela me contou que veio do Líbano , de ter fugido do seu país.

A conversa foi longa e me perguntou do que era a vida.

Fiquei quieta e demorou para eu dizer. “ Eu dizer que não acredito de Deus “

Ela disse “ Você não gosta de uma palavra, mas é só uma palavra. Já fui budista, mas ainda chama de Alah. Pode chamar de qualquer palavra. Pense que é o amor. Isso vejo em você.”

Nossa, saiu lagrimas. Aquilo me tocou. Porque era a lagrima de amor. Assim como
Olhamos a alma dos olhos.

São Paulo é só uma palavra , a nossa visão é o amor.

Com amor,
Ju

Faz bem acalmar a mente

Levei um tempo para escrever, por que a rapidez e me domina quando escuto uma coisa terrível , ou pior por que eu escutei de um terremoto.

Quando escutei , imediatamente liguei para minha amiga Moon, que é minha amiga desde de 2001. O Marrocos é dentro de mim porque tenho amigas, e meu professor que me fez entender sobre descolonizar a mente. Mais profundo, é meu primeiro ataque epilético, que tive em 2006 em Marrakech.

A palavra ainda disse que foi o terremoto foi no Marrachech. Então e eu fiquei até ler como classifica um terremoto.

Me calei, porque devemos acalmar a mente , quis ainda quis entender, como minha mente ficou nervosa, ansiosa . Resolvi, parar e entender o que significava « é o resultado de uma súbita liberação de energia na crosta do planeta Terra, geralmente por conta do choque entre placas tectônicas, o que cria ondas sísmicas. «

Me fez sentir, que é forte porque um ataque epilético é como meu primeiro ataque epilético da casa da Moon, e foi a primeira vez que não tenho domínio do meu cérebros , e da energia e comecei saber que era o caminho da nossa ignorância.

Mas, nessa queda, eu comecei aprender que não devemos focar no negativo, porque aprender a essência da nossa existencia, nao esta nem na nossa terra, nem do nosso corpo. Mas isso vamos aprender devagar.

Quando minha amiga Leila Alaoi, que além de ter morado comigo nos EUA, fazíamos faculdade junto, e quando morei em Londres me visitou . Quando tive meu primeiro coma em 2013 na Tailândia, durou 30 dias e quase morri. Quando eu estava em São Paulo, minha mãe disse que me ligava todos os dias para conversar. Leila veio ao meu casamento em 2015. Em 2016, quando ela foi morta e era fotografava da Ono, fui para o hospital depois de perder minha amiga.

Já o professor da minha aula nos EUA era “Decolonize the mind” Que virou o nome o meu Blog Descolonizar a mente. Moon, Leila e Mustapha são do Marrocos. .

Foi depois da minha queda que fui aprendendo pelas minhas lesões do cérebro que fui para a India 2007. Foi na hora do desespero . E tive até aula do Dalai Lama e continuo respeitar porque todos os Tibetanos me fizeram aprender que numa batalha é conosco mesmo.

E foi na India que comecei de aprender de meditar. E confesso as vezes esqueço, fico com preguiça , até evitar mas meu corpo faz voltar, quando tiro de filosofias. As vezes deixa a minha mente cansada. Mas quando vem uma vacuidade vem a paz.

Mas foi quando fico revoltada, e o querendo dominar a minha lesão, temos que aprender a compaixao da nossa mente. Aprendi do Lama observar a mente.

Então percebo também que nem a medicina nem o hospital podem resolver minhas alucinações. Já falei isso, até no hospital, e a observação é difícil. Agora, senão vou equilibrar. Às vezes o cérebro cansa e devemos dormir pelo menos 8 horas. E se você ainda estiver cansado, durma mais. Mas quando puder medita.

Meus queridos, não pense que nada é negativo . Qualquer queda, temos que observar que todas nossas quedas é a nossa possibilidade de saber observar.

Sou uma pessoa que comete mil erros, raivas, etc. Mas. Se eu seguir esse caminho, nossa situação será pior. Demorou dias, anos, mas comecei a entender

Então, poeticamente, uma crise epiléptica é o resultado de uma liberação repentina de energia na crosta do planeta Terra, geralmente entre placas tectônicas, que cria ondas sísmicas. E uma possibilidade de observar a velocidade da nossa mente. Num ataque epilético alem de sentir, vem a velocidade da minha reação que me faz perder mais.

Como derrubei agora água quente na minha mão do chá, lembrei de colocar num prato fundo com água gelada onde deixei gelo e agua e tentando observar a minha mente e focar em gelo e pensar na agua fria. Desloquei de ser queimada, mas de acalmar a minha mente. E já me sinto bem melhor.

Devemos ainda mais a respeitar a nossa terra, a nossa natureza e às vezes queremos dominar, e não respeitar a natureza. E como diz meu professor Mustapha, precisamos descolonizar a mente. Espero que meus amigos do Marrocos, naquele momento das perdas, dos medos temos uma possibilidade de conhecer as coisas belas das perdas.

Com amor,
Ju