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Sobre julietafalavina

Eu escrevo da minha vida, e agora sobre a minha recuperação da saúde .

Meu caminho.

Minha amigas, e amigos me faz até entender como nossa experiência pelo mundo, de observar quantas visões diferentes em qualquer lugar.

Esses meus amigos que tem experiência e viajarão no mundo, não de turista rápido. E até de terem morado em outros países e não são presos em sociedades. Para mim, nessas experiências também nos afastar até de onde nascemos. Não é de afastar é negativo, só que não ligamos como pessoas demonstram das coisas conseradas normai.

São essas que vão devagar, na observação da vida. Essas eu sei que não são colonizadas por nada.

Vocês nem sabem como suas palavras me fazem fazer sentido da minha vida.

Eu não sou a unica, e me acalma a minha existência. Me fazem até ver, que sou próxima das loucas 💚, não dos os colonizados que ainda estão colonizados, até que temos ter paz dos que ainda querem ser presos na sociedade que nos quaslifica.

Muito bonito que a Dri me mandou de uma artista falar da arte, mas não sou artista, mas para mim escrever faz me entender, mesmo que nem sei que alguém vai ler. Assim como vejo que os artistas deixa para dentro a alma como todos podem intender o que está na sua interpretação. Então nem se quer ler a sério as percepções.

Interessante, que meu blog descolonizando a mente, como foi minha a aula da faculdade, mas nem sei como foi a minha percepção daquela época em Ny 2002.

Mas escrevendo com meus erros, tento me faz entender o que quero escrever para minha mente. E sim, vira uma solidão por fora e mais presente. E nada de solidão por dentro.

Assim, o Budismo me acha faz entender perdas, doenças é a busca da vacuidade , e não do que formos colonizado. Até nossa lingua, família, paises, amigos, escolas, e do que nos faz querer fazer sentido de demonstrar da vida.

Escrevendo do para saber o que quero descobri.

Mas acho que é o caminho de nossa saindo da vacuidade da sociedade

Mas tenho que aceitar os próximos que é o mais difícil

Talvez, quando sabemos aceitar tudo, e deve vir a vacuidade. Mas talvez percebo de uma coisa me coloniza do Budismo também me afasto .

Como disse minha amiga Iris que me fez perceber vem a raiva , vem de quando sou contrariada.

Mas agora nem vem raiva, me faz querer me afastar. Observo até me faz até das pessoas que nem são são presas por filosofias, e nem ligão do materialismo. Me faz afastar em paz, mas quando ta em paz me faz entender do nosso caminho.

Acho que essas minhas amigas loucas, me fazem ver, que nem se quer nem viajar, nem morar em outros paises é simplesmente encontrar as loucas que não está presa no ensino.

Não é mais de encontrar livros, de escolas etc. É mais do que aparece a arte, musica , da naturezade tudo de nós que que somos fora do contesto. Alí quando me dou conta pode ser em qualquer lugar encontrar a espiritualidade sem nome e regras. Ali que vejo minha gratidão das minhas amigas que entendem me fazer me descobrir.

Com amor,
Ju

Nosso Mar

Ontem eu acordei e fui navegar pelo mar.

Me fez lembrar quando era, acordava sem nenhum planejo e alguém me contava do que iriam fazer. Ontem foi a Cecilia e a Regina.

Ontem acordei soube e o barco iria as 9, 30. Fui ligar e me incluir, fazer meu café da manha, e fazer um saco de comida pelo dia vegana.

Eu já imaginei que nas ilhas, não iria ter opções de veganos. Mas até me contarão podia comer a comida local, arroz e feijão .

E de repente no outono, com sol maravilhoso e nem forte, o mar limpo e estar perto das pessoas que nos faz admirar a natureza e respeita.

Nos éramos poucas pessoas no barco. E paramos em lugares lindos, praias do lado da natureza, e o mar claras e verde.

Talvez é navegar nessa nossa ária do mar e admirar as árvores das áreas do meio ambiente, as árvores preservadas.

Conheci uma menininha que admirava tanto no mar. Mas aquela era a última vez que podíamos nadar no meio do mar, essa jovem menina, sabia estar presente e vermos o mar no meio do mar.

Então quando ela pulou, eu tentei e desanimei do frio. Mas ela me chamou, é o nosso mar.

Com amor,

Ju

Liberdade dos conceitos.

Sorte que no meu caminho, até me fazem entender das prisões da minha mente. Vejo que encontros no caminho pessoas me fazem ponderar como todos esses que não são presos em conceitos, mas sabem que a mente é só nessa vacuidade da que nos liberta das nossas prisões.

E é nesse caminho, são esses amigos que não são presos por conceitos, são desses que me faz ajudar a nossa mente, esses me ajuda me libertar.

Me tocou de mais, tanto já da meditação , das minhas lesões cerebrais, da medicina, do ayuasca me fizerão alucinar. O bom que foi tanto a meditação é o que mais me liberta de ser presente.

Ela faz transformar a faculdade sensorial, eu entendo é como perdemos a consciência, ela transforma o corpo, a mente como uma alucinaçao. Sei como há uma forma que pode sentir uma coisa espiritual, mas para mim me faz sentir que vem perter a consciência de onde vem.

Isso para mim, começou alucinar desde que tive meu primeiro coma. E parece como tomei muito remédios no hospital, e até de psiquiatria, e neurologia, ayuaska, mas sinto a mente que podemos libertar.

Dessa vez, senti de uma maneira diferente, tentei meditar, não perder aquela consciência que levo há para tentar focar no meu corpo, no ouvido, na mente e nem lutar com nada. E nem sabendo porque fui tomar.

Dessa vez, senti de uma maneira diferente tentei meditar, não perder aquela consciência que levo há para tentar focar na consciência.

Adorei de aprender, que tanto de tudo de alucinações, não devemos lutar com esses, não seguir o pensamento.
Temos que nos dar de conta do nosso pensamento.

Entendo que alguns adoram buscar à alucinação para encontrar o caminho espiritual. Mas desta vez me fez muito sentir, não quero encontrar nada, só saber estar presente e nada de saber de uma outra vida.

Me senti tão feliz, só tentar ficar presente, e estimular esses meus amigos de não desanima de doenças, nem de lesões cerebrais etc. Quero demonstrar como neste nosso caminho, podemos ajudar a nossa mente. Sinto que até das nossas perdas, é ali que encontramos da beleza das nossas perdas. Para mim, é ali que faz saber ser presente.

Estes anos, veio no meu caminho vejo a beleza da simplicidade das pessoas que nem querem demonstrar.

Adorei esses dias, e eu e o André fomos dormir com os indígenas do, Waiampy que é no Amapa. O Pajé Kikiwa que não tomou Ayuaska, porque é muito sensível para tomar. E mesmo sem ele falar muito de falar português, e nem sei falar sua sua língua, mas conversamos. Estava perto dos indígenas de diferente áreas do Brasil.

Me tocou de conhecer e conversar com com o Benki Piyãko, sobre as árvores e plantar. Ele me ensinou plantar das coisas locais, não de trazer de fora do Brasil. Nos trazemos de Ubatuba Araça, e lá também plantamos Jussaras.

Escrevendo e me faz observar os indígenas, e me faz até pensar nos antigos ensinos do Taoismo e o respeito da natureza. Me fez lembrar da árvore de Bodhi onde Sidarta meditava e se iluminou. Me toca porque a natureza mas me faz ensinar ser presente .

Então nos que aceitamos a alucinação, e até vemos que há uma variedade do que é uma coisa é real. Mas no meu caminho, a alucinação, as doenças, as lesões é quase uma dualidade do que é ou não. Nesse caminho está me fazendo estar presente toda gratidão.

Como amor,
Ju

2, A Beleza do Silêncio

Devido com meus amigos desse caminho. Descobri a minha Raiva, é minha Insatisfação.
Estava tanto me silenciar, e até achando que eu entendo.

E eu quando tenho uma raiva, quando enxergo a hipocrisia. As vezes imagino que dizem a verdade, mas enxerga as mentiras do Interesse. Me fez libertar da raiva, que me fez ver a insatisfação de mim mesma.

Escrever sempre me faz entender. E claro, quando amigos Budistas me faz entender melhor. Nunca pensar é por caso do outro

E observo do budismo, 7 áreas, Raiva, apego , aflições mentais , Arrogância , ignorância, visão aflitiva, duvidas.

Esses meus amigos de visões espirituais, me fazem aprender observar estar presente e não querer demonstrar beleza, riqueza, medo. A nossa vida é tão curta, e de fato é o nosso treino diariamente.

Agora o que me surpreende, de quando encontra um momento pacifico, silêncio e está observando tudo em paz. Mas se encontra uma palavra, para tirar do silêncio faz a mente voltar reagir mais rápido da revolta.

Mas numa palavra de contradição, me faz fugir do pensamento. Me faz ponderar como no ocidente o isolamento vê depressão, mas a paz interna como sabe lidar como seres humanos está ainda querendo debater?

Qual é a maneira de não demonstrar ao outro, mas faz ver o espelho que tá tentando diminuir os erros ?

Não sei a resposta, mas sei que não quero ganhar na luta do debate. Mas quero conseguir mudar das minhas revoltas da minha mente, acho que devemos encontrar no nosso silêncio interno.

Com amor,

Ju
❤️🪷🌹

Minha Raiva da Insastifaçao

Devido com meus amigos desse caminho. Descobri a minha Raiva, é minha Insatisfação.
Estava tanto me silenciar, e até achando que eu entendo.

E eu quando tenho uma raiva, quando enxergo a hipocrisia. As vezes imagino que dizem a verdade, mas enxerga as mentiras do Interesse. Me fez libertar da raiva, que me fez ver a insatisfação de mim mesma.

Escrever sempre me faz entender. E claro, quando amigos Budistas me faz entender melhor. Nunca pensar é por caso do outro

E observo do budismo, 7 áreas, Raiva, apego , aflições mentais , Arrogância , ignorância, visão aflitiva, duvidas.

Esses meus amigos de visões espirituais, me fazem aprender observar estar presente e não querer demonstrar beleza, riqueza, medo. A nossa vida é tão curta, e de fato é o nosso treino diariamente.

Agora o que me surpreende, de quando encontra um momento pacifico, silêncio e está observando tudo em paz. Mas se encontra uma palavra, para tirar do silêncio faz a mente voltar reagir mais rápido da revolta.

Mas numa palavra de contradição, me faz fugir do pensamento. Me faz ponderar como no ocidente o isolamento vê depressão, mas a paz interna como sabe lidar como seres humanos está ainda querendo debater?

Qual é a maneira de não demonstrar ao outro, mas faz ver o espelho que tá tentando diminuir os erros ?

Não sei a resposta, mas sei que não quero ganhar na luta do debate. Mas quero conseguir mudar das minhas insastifaçao da minha mente.

Com amor,

Ju
❤️🪷🌹

Meu caminho do Grilo

No dia 21 e ainda sem usar insta, face e fone mais para escrever, google e do whats, que até esqueço de usar.

Ontem vi o Grilo verde, e nem sabia quem era. Ele parado fiz uma foto, e comecei dizendo para ele “ Sabe, você é tão lindo, verde e não tenha medo de nos matar. Somos vegano, vegetariano e e respeitamos a vida de tudo. Posso tirar fotos para me lembrar?

Ele começou andar, e eu falar como sentia. E disse vai encontrando o seu caminho, e a sua saída.

Nossa, eu saí e fui voltar e ver como estava, e estava presente e observando a sua vida.

Fui até entender o que o grilo significa espiritualidade. Ainda, começou uma ventania.

E vi.

Significado espiritual do grilo

“Além de seu simbolismo de boa sorte e proteção, os grilos são vistos como um sinal de despertar espiritual e conexão com o mundo espiritual. Acredita-se que a presença de um grilo possa ajudá-lo a se conectar com sua intuição e orientá-lo em sua jornada espiritual. Os grilos representam a voz interior e a intuição e podem ajudá-lo a encontrar clareza e tomada de decisão consciente.”

Me tocou como se tudo entende nossa alma, aquilo me impressionou.

Ainda mais que tinha visto do Tao, tinha escutado do.

Desde o dia que fiquei comendo como vegana, para provar ao médico que não é genético.

“Nada no mundo é mais macio e suave que a água.
No entanto, para atacar o duro e forte,
Nada a supera.
Nada a substitui.
O fraco vence o forte.
O suave supera o duro.
Todos sabem disso,
Mesmo assim, ninguém se aproveita.
Tao Te Ching, Cap. 78”

E de repente pela rota, começou saindo dos meus pensamentos de revolta. Mas via uma solidão interna.

So sei que faz meses sem telefone para ligar. Eu comecei admirar o que é presente.

Então, comecei entender que veio a solidão interna , e querendo que o outro me ajudaria curar a solidão interna.

E me afastar das pessoas que me dizem coisas negativas, e dominar a minha mente.

Mas nessa rota vegana, sem usar muito telefone comecei ver a beleza da vida de todos.

Abandonei de de ser a pessoas que me classifica doente, das lesões do cérebro, nem buscar que o outro iria me ajudar e voltar o pensamento de cura.

Foi mais de observar o meu espelho com compaixão, para pode ser presente e não para cura de nada.

Nesse meu veganismo me fez até ser consciente do que como.

Ali, na hora que vi o que o grilo, pensei é espiritualidade e nem sabia nem seu nome. Mas aquele parte da voz interna me tocou demais. Porque eu sentia, mas fui tentar de onde vinha o meu sentimento.

Quase como precisava uns outros sentirão iguais. Porque nesse nosso caminho, não precisamos de cura, precisamos que estar nesse nosso caminho ajuda nos conectar por que essa nossa solidão interna é só voltar a nossa espiritualidade da natureza.

Essas conexões nos fazem entender que temos que conectar tudo de forma positiva. Até da alimentaçao, da meditação, da medicação, e até da morte. Sò não podemos perder é a nossa consciência interna.

Com amor, Ju

Meu foco na consciência

Tento me afastar de Insta, e Face, e até do telefone que manda mensagens.

Faz um tempo que tirei de mensagens que ficam mandando, e o som que me tira de focar.  Até tirei das ligações, porque agora penso que não quero ser presa do telefone, como nasci sem telefone, e vivi muito sem querer  que o outro sabe da minha vida , e até demonstrava onde estou.  

Sempre era de querer escrever, e colocar no meu blog ( descolonizando a mente) do que aprendi pela minha rota, e aprendi pela vida.

Mas  derepente, eu comecei publicando  no face, e no instagram tudo e nem entendia e meus amigos nem queria ter esse caminho de facebook, instagram porque já sabiam como funciona.  

Faz um tempo que estou fora de focar.  Antes diziam que é perda de áreas do cérebro, mas penso que não é isso, é como é o estilo da vida agora. 

 Deixei até de escutar de tudo. Sem o som, depois olho e vejo mensagens que escuto coisas belas e nada negativo. 

Assim comecei voltar a focar.

Demorou olhando as fotos e os contatos, mas duvido que me arrependo.

Então, eu deixei de ver  pouco o telefone. Ou melhor, comecei a usar o telefone para escrever que me ajuda   focar.

Acho que cancei de ser dominada pelo controle da mente , e dominar o que vemos.

Faz tempo como achava que o livro os irmãos Karamazov de 1889 deixou claro como funciona  a  manipulação.

Como são os irmãos. 1 irmão é militar,  2 o jornalista, 3 é da igreja.  

Nada mudou, é tudo mais rápido como insta, tik tok  e o face como quer demostrar a realidade.

O bonito é que na nossa busca pela essência da nossa vida temos que ter consciência da nossa inpermanência em tudo, até na respiração, em tudo. Mas para tudo isso, temos conseguir focar.

Aí paramos e podemos ver tudo e nem precisamos de aulas. Precisamos nos conectar com pessoas que estão conectadas assim.

Escrever me ajuda até a pensar como, de fato, tudo sobre perda nos faz parar de procurar ajuda, mas não é isso. Sinto observar a vida, até das plantas como é, e as pessoas conectadas que nos traz compaixão. Me parece  que me fazem entender a paz interna.

Mas também entendo, que os caminhos são diferentes dos outros. Todos nós temos que achara nossa oca. Nessa hora encontramos o caminho, sem ninguém pode obrigar.

Claro, nem o Facebook, nem o Instagram, nem o Tik Tok nos obrigam. Mas, toda vez somos encorajados a visualizar os outros, e demonstrar o que queremos para os outros, e mudar as coisas rapidamente e colocar muitas informações em nossa mente sem que percebamos. A partir disso quero aprender a estar mais presente e entender o foco até das pessoas, ou mesmo de um filme e entender o que é. Em outras palavras, quero aprender nossa mente.

Com amor,

Ju

A beleza do Silêncio

Descobri que para mim temos 2 opções na nossa vida, se queremos deixar a nossa mente positivas, ou a negativa na nossa mente.

Como queremos o desespero, na doença na morte. Devemos fazer a nossa opção.

Nesse caminho que aparece o negativo, consegue até dominar a nossa mente. Talvez consegue enxergar a parte negativa da minha mente

Por isso, no nosso caminho existem pessoas que, quando positivas, nos trazem amor. Quem está muito elevado com a negatividade consegue enxergar o amor, mas para mim ele até me traz dor.

Mas até quando conseguimos entrar no caminho positivo. As vezes nem queremos escrever , falar, contar. Mas ali, no nosso silencio não é solidão, é uma observação da vida.

Tenho admirando meditar, dormir, e observar a natureza e a nossa vida. Quando tem vindo nessa espiritualidade tem me vindo meus amigos que vieram aparecer na minha mente, e como são alem de encontro a vida.

E para minha surpresa até pela generosidade me dividiu as palavras de quem conhecem na amazonia.

Queridos, estou descobrindo que a voz do silêncio é a nossa espiritualidade. Parece que o nosso vazio é de uma beleza muito profunda.

Me parece na doença, da morte e do caminho que queremos encontrar a nossa vacuidade.

Me tocou ainda mais que aprendi do Pajé Moisés Piyãko , que é da Amazonia vê a espiritualidade do silêncio . O silêncio que está na natureza, os espíritos . Todos podem se conectar com a espiritualidade. Temos que encontrar o Silêncio

Com amor,
Ju

O silêncio como guia, com Moisés Piyãko

Nosso caminho com amor.

Eu amo escrever. Mas uma vez perdi e veio a depreção, ou demorou até para ganhar o presente de estar deprimida.

Parece uma palavra de ignorância, mas na verdade quando tive fortes de lesão do cérebro em 2013, 2017 e 2021.

Nestas trez vezes fui parar no hospital, e tomei cortisona e outros remédios e fiquei fora do planeta.

No dia que voltei a estar presente , nas 3 vezes deu raiva, depressão . Ou como dizem na filosofia doBudismo.

7 , áreas que temos nos libertar.
Raiva, apego , aflições mentais , Arrogância, ignorância, visão aflitiva, e duvida.

Bom tive tudo isso, e tenho mas a doença me faz eu tenta voltar a ser presente e se libertar do meu ego. E ainda erro de novo. .

Eu neste dias eu postei do Covid e fui dividir, e soube que minha médica Euthymia está na india em Dharam Sala. E sentia que deveria conhecer a Monja Tenzin e Gueshe Gyaltsen.

Em 2020 que assisti a palestra a distância, e aprendi que poderia ficar melhor, e utilizar outra area do cérebro. Foi devagar que começou escrever, falar e mais difícil ler . Eu teria que apagar a palavra da minha incapacidade, mas também não correr do ler e de escrever.

Neste covid, fui tentar entender qual era o presente de estar com dor, sem conseguir respirar , desespero. Lembrei que aprendi uma outra palestra numa outra area do corpo. Não focar onde doi, mas como doia tudo, eu comecei descobri que deveria sentir que estou viva.

Comecei a meditar , simples tentando ver a cor verde, a vermelha e o Azul. Tentava sair qualquer coisa fazia a minha mente ativa. E como respirar era difícil, fazia Lota e tentar deixar a mente parada, só observar Lota.

Demora quase 2 semanas mas me faz observar que também não estava na luta com a dor, só observar e aprender da Ayurveda e dormir.

Acho que está doença me fez até ver oSol e vermelho. O corpo queria aceitar o que é comum. A mente sabe muito , se até livra das regras. Agente até descobre que bom que podemos ficar parado.

Na Palestra do Hospital Hospital Sírio Libanês
S.S. 42o Sakya Trizin, Ratna Vajra Rinpoche. Disse aos médicos que devemos dizer coisas positivas aos paciente. Eu concordo muito com ele, porque tanto tempo fiquei apagada, e sendo desvalorizada.

Tive até um grande presente de dois lamas e pude ter um encontro privado. Em 2008 SS Karmapa tocou no e disse tudo está na sua mente.

Em novembro 2023 eu tive um encontro com Sakya Trizin, Ratna Vajra Rinpoche.
contei tudo da minha queda , mas não sabia porque fui. Contei da minha amiga Ana Paula e perguntei da sua doença. Mas de mim, não sabia. Então perguntei o que a árvore significa no Budismo.

“Buda nasceu do lado da árvore, evoluiu do lado da árvore, e morreu do lado da árvore .”

Aquilo me tocou, assim como vejo as árvores. A árvores tem raizes e conectadas com outras e a terra por baixo, e vemos os galhos e são conectados pela terra. E como depois da minha queda até aprendi que árvore sentimentos, só nós seres humanos que não percebemos.

Tudo na nossa vida podemos encontrar a beleza, mas a tristeza faz nos atrapalhar. Temos que encontrar a beleza, e as vezes é bem na queda começa com a dor, neste meu caminho de cura, é se aceitar. Eu e fui a India , em Dharam Sala 2008 e fiz uma aula do Dalai lama, e nem percebia.

Agora eu escrevo apenas para encontrar sua rota de , e aceitar a inpermanencia com compaixão. Assim que começa ver que vem paz e amor.

Com amor,
Ju,

Minha arrogância para defender a Natureza

A minha arrogância é difícil de diminuir.

De uma maneira diminuir de quando eu tenho certeza de uma coisa.

E até um ataque epilético quando quero provar.

Mas quando quero provar eu mesmo que me ataco.

Fugi da minha escola Lycee Pasteur e tinha 13 anos. Ou quando estava na faculdade em Ny e quis ir para Amsterdam. E meu mestrado e no meu doutorado na LSE en Londres e era Sobre Israel e a Palestina, e quis ir embora .


ˋ
Nessa minha busca de defender a Palestina nem sendo Judia, cristã , ou muçulmana.

E eu sempre debatia de uma maneira de ser da elite mental. Fugi

Bom , eu perdendo áreas do meu cérebro, e do corpo, mas a raiva que discordo me fazia até eu mesma ataquei meu corpo quando discordo.

Bom, agora a minha nova area do discordo é como destroem a natureza.

Tento fazer compostagem, e reciclar, e plantar.

Minha casa é na frente do mar e moro com meu marido. Já ouvi tantas coisas.

“ Você é pobre, você é rica, você devia ter filho, você devia adotar, você devia ter segurança você está deixando licho, está e e vindo l bichos etc”

Mas o André sabe diz nada, mas eu falo.Vou dar uma aula da minha arrogância

“ Não coloque carros na frente da minha casa. Não derrube as árvores, e veja o Documentários Solo fértil .

Mas essa arrogância depois me fez arrepender e me fez arrepender muito. E eu só quero poder ajudar a natureza.Somos vegetarianos e veganos. Os resíduos são compostados e reciclados. Pequenos resíduos vão para o lixo. A compostagem de frutas renasce”

Quando o mar entra em casa, até admiro mais a natureza. Quero apenas me conectar com as mesmas pessoas que estão no meu caminho. Esses sabem que é muito mais forte que nós seres humanos

Nada do meu caminho me importa nada de demonstrar riqueza, ou pobreza. Nem ter filhos ou adotar, e de segurança.

No meu caminho também parei de ligar de coisas políticas, filosofia, ou teologia

Todos os dias, vivendo em frente ao mar, a existência da minha jornada, dessa minha arrogância, é defender a natureza.

Quando o mar entrar tentamos observar o que é que a natureza quer. Esses são meus deuses .

Vou deixar o artigo que pode até escutar o som da arvore, e o do documentário. Esse é nosso caminho. Sò tenho que aprender de desloconizar a arrogância da minha mente.

Mas como diz minha amiga Ana Paula

“Sua mente precisa familiarizar o soltar, o fluxo.

Essa questão da arrogância é uma falta de aceitação, falta um relaxar, o que os outros acham, são dos outros…

O que eles fazem você não pode mudá-los, a única pessoa que você pode mudar é você mesma 🙏🏼”

Com amor,

Ju

https://www.terra.com.br/byte/plantas-choram-com-sede-ou-sob-estresse-e-podem-ser-ouvidas-por-animais,c50cadf93f8ad839fa8c37b5a9de10c1en4t8rwp.html

Esta no Netflix tbm