Eu era a única , a querida , e até tive coragem de dormir com a Ju, e o André. Eu até viajei, dormi em tantas camas.
Duro ter que dizer , eu era pós feminista, como de outra vida,como somos iguais, mas agora tenho que voltar ao feminismo com esse Chico.
O Chico acorda cedo, e vem com o som dos pássaros, e vai pular pela casa, e ninguém nem liga de onde eu dormi. E eu, detesto de dizer, que mas é lamentos das histórias de outras vidas. Está muito pior como era com o Chico. Talvez que nessa tenho que evoluir?
Piora a comida favorita, o André da para o Chico, e escondendo, mais vejo. Pior vejo a Julieta quando da o Andre deu, fica com dó . A Ju pega a comidinha, uma mão, para mim, e outra para o Chico. Nem percebe que esse igualismo , parece que quando mais domina tudo, e eu sempre tenho menos de casa. E eu aprendo meu isolamento.
Assim, para mim o Gandhi, ele forma na rua, e eu dentro de casa. Assim, agora fico mais fora da casa.
Agora , rápido o Chico dorme na cama, nem eu , nem a Julieta.Bom que a casa é grande, mas o triste porque nao durmo nem com da Julieta.
O Chico acorda com o pássaros e vai pular pela casa. E eu, detesto de dizer que mas é lamentos das histórias de outras vidas. Como era melhor para todos , menos eu.
Eu era até jardineira, mas o Chico destrói tudo.
Será , que dessa vez eu vou ficar sozinha na casa? Ou pior é o Chico que vai viajar.
O único espaçao da casa moderna e que o Chico não pode entrar, ali a Ju acho que dorme mas resolveu que eu também não posso dormir, nem entrar.
Mas escutei da amiga da Ju ” raiva vem de ser contrariada, tem que aceitar.”.
Quando escolhi morar na casa porque já sabia que era numa casa grande, com árvores, e com mar, e ouvindo os pássaros e podendo comer. Eu já sabia que teria muita comida dessa casa, mas errei na minha entrada dizendo que lá tem uma composteira e se preocupam com o meio ambiente, mas não sabia que é uma casa vegetariana e fica pior ainda, ele se tornou vegana.
De repente já foram comprar comida de ração igual o dia inteiro.
Nem percebem, que os gatos me visitam para comer a minha comida, mas até que gostam de roubar qualquer uma comida nova.
Mas pelos menos os meus visitantes gostam mais da que comem, do que a rua. Já a comida dos amigos do André e a Ju tem que se preparar.
Imagino que vem para festejar, sair é aproveitar o mar, mas eu deveria avisar, a casa virou ser um spa de fazer perder até do peso.
Nos gatos somos os únicos , que não come nada dos animais mortos.
Talvez por isso que até eu como de manhã mamão com o Andre , e o chico come do mato.
Um dia fui até chegar do sucos deles, era um suco de couve.
Bom que eu gosto de observar, e contar para seus amigos que tem que se preparar para não passar fome, ou pior ter que aprender o que é bom e negativo da alimentação.
Se eu podia até contar para ele me dar a comida que eu adoro, mas me fazem comer todo o dia comer a mesma coisa.
Mas é assim na nossa comida, tudo é para saúde.
Assim, de uma maneira diferente , é na compostagem que vejo umas comidas diferente, uma minhoca , frutas, legumes, e as vezes um pássaro.
É eu acho que sou a única gata que é meio vegana, já que a ração é sem graça, e eu até de manha melhor pelo palemar, o mamão e o café.
Mas se consigo sair de casa quando o Sol nascer, aí eu tento pegar um pássaro, mas é difícil, mas eu tento. Quem me dera se eu podia pegar do Ifood.
O Gandhi me visita a há uns 2 anos, eu achava que ele gostava de mim, mas vejo que quer comer a minha comida, e invadir o meu território.
Mais complicado eu explicar de quantos nomes, e das mudanças do nome do Gandhi.
Quantos gatos veio me visitar, um a Julieta chama que era Gandhi. Depois esse gato desapareceu.
Quando chegou, o novo gato e visitava todos os dias . Julieta quis chamar de Tara, mas quando eu já sabia ele é macho. E na hora que o André viu que não é masculino, Julieta mudou para TaraGandi.
Agora eu, sei que o nome ideal para o Gandhi seria Chaves, já que ele é do gato da rua pedindo coisas.
De toda minha tristeza , sentei na cadeira no jardim, a Julieta que já tava tão triste , e o André procurando o Chico pela rua .
Mas quando a Julieta sentou na cadeira de praia no jardim , eu senti até ouvir o voo dos pássaros e quis até foi contar a sua amiga, que o Chico desapareceu, ela diz.
« Gato não tem dono., já volta. »
Sinto que o André só estava gostando mais do chico mesmo, até me chamava de gato, mas começou até ficar perto de mim, a Julieta meditando e a casa ficou na paz de volta.
Tinha até esquecido que a paz, mesmo que veio o Ghandhi sem brigar.
O Gandhi, não sei onde vai e mora, as vezes aqui é come a minha comida. Mas eu já tinha esquecido eu era a única gata que pode dormir na cama, bom dormir sem Chico.
Mas hoje de manhã quando eu acordei, a Julieta chamando « André , André, André, Dao Chama o Andre, o Chico voltou. »
Ainda para me chocar mais, veio no colo. Ele nem fugiu , foi andando o Chico no colo. Como ele quer me copiar, como.
Toda a minha tristeza voltou mais forte, voltou de tristeza com é raiva.
Eu sou uma única gata que não foge só pela comida. E pior , querem me fazer uma comunidade.
Eu estou detestando que o Chico desapareceu. Eu moro aqui há anos.
Na verdade eu detesto que veio, mas detesto mais que desapareceu.
Primeiro ficou presa na casa grande, não quis ir embora, aí não teve medo como eu tive por meses para confiar nem na Julieta, e no André.
Detestei que a minha comida fina da saúde, já foi pegar minhas comidas, minhas coisas de brincar que não gosto, e ficava vendo a Julieta brincando com o Chico. Coisa de bobo que o Chico é bem pequeno.
Pior, deitou na nossa casa, nossa cama, e ainda aprendeu entrar na geladeira.
A Julieta deixou a geladeira fechada para ele nunca entrar de novo, e eu fiquei com inveja. Nunca fiz isso, sou educada , então quando saiu eu entrei. Queria mostrar que não tenho medo de ficar presa. E quando ficou fechou, e ela abriu não sair Quis mostrar é minha casa . Não fugi como ele, e para comparar fiz uma guerra para não pegar a minha comida favorita
Mas hoje ele sumiu, e eu que moro aqui aqui, e ele só mora a poucos meses , e aquela minha raiva, veio a minha preocupação.
Como não vou observar ele brincar, ele subir no teto e eu também brincava com ele.
Mas eu sempre viajava de carro para as viagens , mas já tinha ficado aqui e quando voltava ele sempre ficava aqui.
Como tenho saudade da minha angústia de não estar aqui dividindo a minha comida.
Será que se machucou muito com o Ghandi , será que se perdeu, acho que nos 3 estamos preocupados.
Eu morava observando os pássaros, sem responsabilidade e um dia apareceu um gato em casa.
André apaixonado do gato, e eu tava feliz que o gato é livre da natureza, mas pensava dos pássaros que voavam e comia do nosso lado. Esse gato, nem saibamos se era femeo, ou macho, por muito tempo. E eu nem considerava que iria ficar em casa.
Um dia, fomos viajar de Ubatuba até Guaratinguetá. E quando chegamos derrepente o André dissse ” Ju o gato veio .”
Assei impossível, é como poderia ter ido, mas no fim era o mesmo gato.
Na casa dos meus sogros com que tem cachorros. Bom, o gato ficou com medo de todos nós. Os cachorros tentava fiscalizar quem estava, e a gente queria levar comida e ficar perto.
Demorou uma semana e o gato morrendo de medo. E eu de medo :), de saber o que é que faz?
André me disse ” agora tem que aceitar o gato de casa.”
Confesso, achei um desastre . Iria comer os pássaros e eu nem iria ver os pássaros. Mas a vida é engraçada , e também comecei a pensar de nomes que seria.
Se descobria fêmia é Tara , se é macho é Gandhi, mas enquanto não sabemos Dao,ou Tão ( do Taoismo.) Tudo que fosse de maneira da Azia.
Imediatamente fui perguntar de amigos que tem gato e dos conselhos. Eu que sempre amo não ter resposabilidade já me disseram . Me fizeram até aprender precisa de ter um clinica Vet, escolher uma Pet Shop, deveria castrar e comprar , é uma caixinha de gato. .
Até descobri da seleção de comida quase de diferença surreal , até considerando absurdo como se fosse tipo que estilo de vinho pode pagar🙂
O André chocado de eu levar até uma casinha para a Dao. E brinqueidos sim, precisamos da caixa de transporte. Mesmo sem saber se iríamos considerar ficar perto da Dao.
Dao passou uma demanda debaixo do carro, e morrendo de medo do cachorro.
Mas quando o Manuel o conseguiu colocar na caixa do transporte. Dao viu dentro do carro, não no motor.
Vou contando a história dos gatos da rua que tão vindo. Há uma gata da rua, que o André adora e chamou de de Chica
A Chica, não confiava muito da gente, mas lógico da comida confiava. Apesar de ser pequena ela é uma gata de generidade enorme. E eu achava que outro gatos vinham , agente tentava ajudar ela, já que era feminina , pequena.
E quando apareceu um bem pequenininho gato , e eu achava que era um desastre , já que corria de tudo. Não conseguia onde iria, e de parar de comer.
Agente resolveu deixar comida em dois lugares, para a Chica e o pequininho, mas ele corria para comer nos dois lugares
Derrepente ele tentava ir correr para interromper a Chica comer, depois comecei achei que o pequininho era egoista, depois até tentava ser mamado pela Chica, mas o André me explicou que a chica era pequena para ser mãe. Então até fiquei pensando até como ser psicóloga do gato, ou abandonado pequeno , ou abusivo
É um dia agente indo dar comida para a Chica, um homen da descobriu quem era que dava comida. Lamentou , era um caseiro e não gosta de gatos, e disse que até pega comida dos cachorros dele, e que podia até morrer do gato e dessa maneira, tem mais gatos que vai aparecer .
Resolvemos tentar levar a Chica para castrar e ficar em casa e ser companheir da Dao. Claro, que nada foi o que aconteceu. Aos poucos vou contando.
Nesse sábado fui no templo da Secretaria Do Mosteiro
Minha amiga Rafaela e Marcelo queriam uma benção dos indígenas, e do budismo, mas para sua filha Orya, a primeira foi através da benção do indígena Benki Piyãko
E eu nem sabia que existe do budismo, mas fui mandando contatos do Budistas que conheço.
Nessa sabado quando fomos, foi de uma beleza profunda.
Marcelo foi meu professor desde 2002, fiz faculdade nos EUA. Lembro que nos conhecemos no meio da faculdade , nos vemos do lado das árvores, e ele me convidou para ir na sua aula de antropologia.
Fui aprender sobres a população indígena do mundo , e aos poucos percebi da espiritualidade da população indígenas na amazonia. Desde que conheci o Marcelo, eu sabia como é perto dos indígenas Ou melhor, de tudo que não sabia, me fez ver como a natureza é. Me fez até conhecer pajés.
A Rafaela também sempre esteve próxima dos povos indígenas da Amazônia e em defesa da população indígena, sendo psicóloga deles.
Nesse sábado, fomos ver o Lama Rinchen fazer a bençao e foi perguntar quem era Budista e eu era a unica. Mas todos que estavam lá , sabem da literatura sobre Sidarta
Bom, quando Lama Richen, perguntou o que fazem e o Marcelo e a Rafaela. Ela contou que somos antropólogos. E contou sobre a defesa da Amazonia e de ter vivido com os indígenas e sobre a espiritualidade.
E de repente o Lama contou que fez faculdade de agronomia, teve bolça de fazer pesquisa do embrapa e teve contato com os indígenas, e mudou de ideia agronomia, e aprender do Budismo e virou ser um Lama.
Aquilo me fez sair lagrimas, como minha amiga Rafaela sentiu aquelaconexao enorme do Budismo.Para mim me fez lembrar Lama Lobsang como vem a lágrima é porque somos conectados de outras vidas. Me fez lembrar como sou de uma vida de fazendas, e tudo de tudo que não fazia. Como até plantei como o Benki disse plantar a coisa local. Cada vez que planto me sinto a planta tem um sentimento ali tem uma espiritualidade
Nessa hora, sinto mais uma vez que a conexão do Budismo, já que se eleva a sidarta do lado da árvore e os indígenas sempre respeitam as árvores, e tudo da natureza.
A Beleza do mistério da vida é que tudo é impermanente, mas nessa impermanencia aos poucos vamos aos poucis vendo a nossa esencia da alma.
Quase tocas vezes como a meditaçao e a natureza nos faz ser presente. Acho que ali, uma arv deve sentir a vacuidade.
Esses dias lembrei de um conto que um Lama Tibetano tinha me contado.
“Era como um Lama foi a montanha sozinho e era para meditar e se iluminar.
Fica dias, meses , anos e chega um outro lama ainda mais elevado no mesmo caminho. E esse Lama disse. ” E a hora de você voltar a cidade e aprender lidar com a sociedade.” O Lama em paz onde está, mas aceita a sua idéia, e quando veio acidade e teve que lidar de tudo que não concordava, e passa tempo, e quando já esta feliz na sociedade. O Lama volta e diz é a hora de voltar a montanha, e tava tao bem na sociedade .”
E eu to em São Paulo, que vim na carona da minha amiga, e dizendo que eu querendo ver um filme e do nada do Cinema.
E veio um Uber e apareceu meu amigo de infância. E eu descobri o teatro, outro amigo que me falou do filme da Amazônia e da arqueologia e do debate
E tantas coisas do Sesc. E meus amigos que não vejo a tanto tempo, e que me faz lembrar da essencia de mim.
Então, estou em São Paulo, e devo ir para Ubatuba esses dias. O caminho para encontrar nosso caminho. Tudo é impermanente e nada preso nas certezas.
A gente até falava sobre meditação. Mas quando eu conversava com uma professora da USP, que não sabia meditar pelas regras que não aguenta, ou com a babá da minha sobrinha tambem não aguenta e quer. Até falei com uma filosofa, ou com uma psicóloga,e e eu simplesmente penso como meditar me faz conseguir o observar o focar, e respiraçao. Me tocou muito dessas conversas. Até mais ainda porque medito até tentando dormir, até no hospital e todos podem conseguir sem regras e posturas .
No nosso caminho é mais fácil apagar as regras. Se num hospital não há como sentar em uma determinada posição. E é claro que todos nós podemos, qualquer maneira funcionará.Digo apaga o pensamento negativo
Tudo que me faz ajudar a todos os debates da mente é só observar a respiraçao. Apague as regras,tambem prende a mente.
Como disse uma monja .,De qualquer maneira, é apenas deixa o pensamento fluir. Em qualquer montanha, qualquer sociedade temos aceitar o pensamento fluir. E na hora que já to tao bem aqui, já deve ser ir a Ubatuba, e voltar.
Esses dias um menino jovem no atendimento e sua palavra parecia que era Budista , falava da inpermanencia e da compaixão . Perguntei se era Budista mas ele , contou que não, mas sempre queria aprender. Me tocou, mas eu nem sabia se eu sabia muito para ensinar. Então fui tentar responder das bases e lembrar como foi também de aprender
são: existe sofrimento, existe uma causa ou origem para o sofrimento, existe a cessação do sofrimento e existe um caminho para abandonar o sofrimento, que é o Óctuplo Caminho.
O budismo entrou na minha vida por acaso, ou como disse lama Lobsanga pelo caminho. E como dizem nada é por acaso.
Nunca queria aprender, e nunca não me obrigou. Mas bem no começo da minha destruição do cérebro em 2007, eu fui em 2008 para a Índia. Por acaso fui a Dharam Sala onde moram os Tibetano Budistas. Ali cheguei da primeira aula aberta a todos que foi o Hn Dalai Lama.
Naquela época, eu já estava na fulga de medicina, uma fuga de mim. Eu estava e desesperada de mim mesma. E nem sabia como o meu cérebro era considerada inteligente e era começou a destruiçao do meu cérebro.
E de repente quando aparecem pessoas budistas, e no caminho quando descubro nada te segura ainda me segura no caminho.
Na minha vida, os Budistas forão me ensinando como não tem nada negativo, é a possibilidade de escolher a coisa bela da queda.
Então quando fui contar ao menino do Budistmo e olhei a internet para ele entender, os pensamentos do budismo. Quando vi as 4 verdades sentido esse é meu caminho , mas não sabia se do que li era do Budismo Tibetano e fui perguntar a Monja Tenzin e a Denise.
Entao aprendi delas.
“O que se conhece hj em dianpor Budismo, nada mais é do que o Buddha Shakyamuni realizou e depois dividiu conosco. Os ensinamentos que ele nos deixou e se praticados corretamente, lideram a um estado de vida mais tramquilo e contente, assim como tb ao estado mais puro e nobre de coracao, que eh o estado de Amor Genuino infinito e Omnisciencia pra ser de beneficio a todos os seres.”
“Mas ele nao ensinou Budismo, ou seja, sejjam meus disciupulos pra eu ganhar nome nem nada. Claro que nao. Mas depois, aos poucos, quem segui os ensinamentos dele, acabaram serem chamados de budistas.”
“O Buddha nasceu em familia Hinduista indiana. Seus ensinamentos permearam o norte da India qdo ele estava “vivo” na forma humana. Depois qdo ele “morreu, ou passou pra prananirvana”, seus discipulos mantiveram e praricaram seus ensinamentos, e qdo veio a epoca de declinio e perseguicao religiosa, eles levaram a outros paises as escrituras a fim de salva-las de serem destruidas. Algumas escrituras dadas em Pali foram espalhadas e mantidas no sudeste asiatico, que hj se conhece por tradicao Pali ou Teravada. E outras de escrituras em sanskrito foram mantidas na Coreia, Japao, China, Tibet, conhecidas por tradicao Mahayana e Vajrayana.”
No meu primeiro Coma foi na Thailandia, num país Budistas Theravada, e na minha segunda lesao no cérebro comprei de cara ir a Myamar por causa me fazia querer ir a base de meditar.
Sabe, vocês que me trazem a beleza da vida, sempre me fazer eu aprender esquecer do negativo, é so a beleza que me fizerem até conseguir ler, escrever e ter me feito ser mais cautelosa de segurar o cérebro e deixar fluir.
Queridos, divido porque vcs do meu caminho, divido porque como foi divido desejo todo amor , e compaixao e sou gratidao de estarmos no mesmo caminho.