Tchê Zu Bê eu cheguei em Burma


Claro que no voo já falei com as pessoas por perto. Havia um senhor de Burma, um Indiano, um Japones e um Thai. E por coincidência o Tai, Sith, estava no mesmo hotel que eu.


Na embaixada mil formulários para preencher mas até fiquei Amiga to moço da imigração quando pedi para ele me ensinar como se dizia obrigada.
Varía de pessoa para pessoa. Ficou registrado a versão mais aceita “tchê zu bê”.

Do lado de fora me esperava o menino do hotel de sarongue e com uma plaquinha . Havia mais 4 pessoas para virem comigo. O sarongue já aprendi com ele se chama Lang ti de homem e Tamei o das mulheres.


Assim conheci melhor Sith, o Tailandês que está no meu hotel. Os outros dois eram australianos e inglês. Falei pouco com eles. Um transito enorme e eu que falava com o nosso receptor. Contou que é proibido para locais de andarem de bikes. Vimos algumas. E eu imaginei que era para estimular a compra de tantos carros. E era na verdade bicicleta podia e motos não em Yangon pelo tanto de acidente que havia.

Sith me convidou para ir com ele a famosa Pagoda Swedagon. E que presente, e que maneira para chegar em Yangon numa Pagoda e do lado de um budista da regias.


Ela é uma obra de arte e leva horas para passear nela toda. São tantas escadas, e partes que não dá para explicar. São tantos os detalhes e Sith me mostra que tem um “corner” de cada dia e que era para eu achar aquela do dia do meu aniversário. Eu não sabia e descobri que nasci numa quinta-feira.

Explicou que tinha que colocar água nas vazilhinhas e regar o Buda, a figura que está por trás e o animal embaixo. Eu faço o ritual e ele me fotógrafa e eu faço para ele. Depois faço para minha avó e o André os dois nasceram numa sexta 🙂 


A Pagoda é enorme e eu não paro de pensar que o André a Maria Tereza gostariam ainda mais. Também ficariam inundados de informações mas ficariam impressionados porque é incrível e eles vêm os detalhes.


Não tem como ver tudo. E tem outras do lado e vendinhas de flor, esculturas, terço budistas e tudo mAis. Tem lago e crianças jogando pipoca para peixes e tartaruga e o meu micro ” tchê zu bê” me faz criancinhas sorrirem para mim.
Todo mundo ri aqui do meu lado. Todos esses daqui que eu nem sei se são Burmeses ou de outra tribo. Falam sua língua e riem e eu quero chorar de alegria. A internet não parece ser boa mas vou tentar postar 🙂  


Tudo que eu tenho a dizer ao mundo é ” Tchê Zu Bê”

1 thought on “Tchê Zu Bê eu cheguei em Burma

  1. Jules, esse teu post acaba de me fazer viajar no tempo e voltar pra quando passei em Yangon. Aproveite MUITO e keep us posted, to adorando!! Beijos

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