Passo da Vida

A vida é Engraçada e de Controvérsias . Mas eu queria escrever, mas as vezes é bom é pensar.

Portanto eu falo porque é difícil escrever.

Quem tiver paciência de ler eu vou contando.

A minha mente é ativa mas eu queria contar porque eu sei que eu esqueço.

Eu amava ler escrever e contar as histórias. Antes eu escrevia as histórias das pessoas, mas eu vou contar da minha. Vou contando aos poucos.

De uma maneira eu preciso de uma Fono e as vezes é mais fácil em e inglês francês . .

Eu já me sentia de fora na minha escola, mas me sinto grata. Era Lycee Pasteur e ficar em São Paulo.

. Mas eu me lembro como não havia provas dos livros. Havia uma biblioteca e podíamos escolher qual livro queríamos ler e depois contar aos nossos amigos o que achávamos sobre o que era aquele livro. Ou seja, sempre temos que mostrar o que pensamos sobre o livro, nunca o que o outro pensa sobre ele. um livro. Então comecei a gostar de ler, e hoje é muito difícil.

Lembro que eu pedir para sair da minha escola, a minha escola me fez aprender argumentar. O importante era aprender a defender um pensamento.
Então com 14 anos eu ganhei e fui para escola em português.

Eu fui parar na escola Palmares, meus pais não me deixaram eu ir a

Waldorf. Mas foi no palmares que eu descobri que fazer prova de ler, aquilo me chocou.

Sempre fui chata, minha mãe pensava no intercâmbio, e eu escolhi o lugar mais longe. Com 15 anos eu fuiPara Austrália. Acho que assim se eu comecei a amar a Azia.

A minha escola na Austrália completamente diferente. O melhor que eu fui a Asia.

Na escola na Austrália eu tinha que aprender uma língua diferente do que inglês, eu estudei italiano além do inglês. Eu tinha que aprender uma coisa da casa, nunca tive que aprender isso no Brasil. Na minha dúvida me disseram para ser de mãe, aquilo me surpreendeu.

Usei erros da vida ou eu tive uns pães maravilhosos na Austrália. Eles nunca tinham filhos e me encontraram. A cidade era pequena, e havia uma outra menina que fazia intercâmbio, como eu. Ela se chama Carol , e de Sao Paulo. Ficamos amigos, seus pais de lá já tinham muitos filhos Experiência.

Mas dos pais da Austrália inventar uma viagem maravilhosa e cruzando país . Eu pedi tia Carol podia ir conosco, não queria mas deixaram duas adolescentes falando português o tempo todo e me deram quando voltei a cidade eles disseram que não podia falar em português.

Mais uma vez sai aguentei e sair da casa, fui ficar na casa da Carol mas seus pais no Brasil não deixa. Quando na escolaUm professor me deixou ir mas a mãe não queria.

Mudei de cidade já fica um pouco tempo. A responsável pelo intercâmbio era bêbada mas engraçado, inventou uma viagem os alunos e nenhum responsável. Quatro crianças de 15 anos pegou no avião e com cartão.

15 anos é o começo que eu nunca tive medo as vezes irmos andando e dormimos na praia fiz tudo que é de praia como para quedas.

Mas quando voltei ao Brasil Palmares me pediu a voltar um ano da escola. Vou enviar tudo isso no argumento. Discordei e fui para o Objetivo.

Ou seja fui para o objetivo e entrei na faculdade ESPM .
Mas como sempre eu sair da faculdade e fui para Itaúnas. Levei meu violão e acabei indo virar uma babá uma mulher que mora na capital do Espírito Santo.

Lembro que eu tinha dito o meu pai eu vou embora, e ele me disse que não ia me dar m dinheiro para ir. . Eu lembro que eu tinha 18 anos, e Pela lei não pode mais me controlar, e que ver o violão é meu tinha sido um presente da vovó Jandira.

Mas eu disse babá, foi mais complexo quando comecei a entender um pouco mais polêmico.

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