Meu jejum para deixar a vida fluir.

Ontem de manhã, senti que eu não queria comer nada, apenas quero beber. E fui dizer ao André que hoje este é o meu jejum.

O André me disse ” isso não é Jejum🙂 “. De fato não quis fazer por métodos religiosos do Judaísmo , Cristianismo e o Islan. Nem do Budismo e o Hindu de uma forma espiritual. Sinplesmente , senti uma vontade de deixar fluir do que está no meu corpo, e até na minha alma.

Então no meu corpo pensei de sucos como uma forma com vitaminas . Comecei beber água , depois sucos com frutas e legumes e coco, chá e até café . Tudo que não podia derrubar minha imunidade .

Mas nesses julgamentos dos jejuns nosso Jejum de suco , me fez , fiz tentar lembrar quando fiz meu primeiro Jejum , que fiz em no Marrocos e Londres.

Essa primeira vez que fiz um Jejum, foi no Marrocos em 2007 quando era a época do Ramadan. Fui até procurar o Ramadan que foi Setembro até Outubro e como funciona pelo calendário Lunar.

Disso não tem como eu esquecer , lembro de cruzar a fronteira da Espanha até o Marrocos . Eu tinha viajado pelo Marrocos e cruzando para Ceuta , mas quis voltando para o Marrocos .

Ali eu lembro bem do Ramadan , fazendo jejum do lado dos motoristas , o ônibus , mas não sendo a turista que não respeita a cultura . Mesmo que eles diziam que nem era necessário eu fazer .

Mas foi bem nessa época que tive meu primeiro ataque epilético. Eu tinha 26 anos e foi meu primeiro ataque epilético . Claro isso não tem nada a ver com o Jejum, porque a noite pode comer , e na casa da minha amiga em Marraquech nem segue o Jejum.

Mas quando voltei para Londres, onde morava, e fui ao hospital pela primeira vez. Quando eles queriam já me fazer exames e descobrir o que aconteceu no meu cérebro. Meu primeiro erro que consegui escapar já que o médico dizia precisava, e então joguei o remédio fora e não quis voltar para saber dos exames.

Aquela vez, eu queria aprender alguns métodos indianos para me ajudar a me recuperar do que aconteceu. Eu nem sabia o meu ataque, e eu nem sabia que era uma crise epiléptica. Durante aquele jejum da forma do Hinduísmo , passei muitos dias bebendo apenas água, e pós , que nem me lembro o que coloquei na água .

Bom ontem eu acordei com essa vontade , e tomei suco do que imaginei da vitaminas . Fiz suco de cenoura , beterraba , maçã e limão . Segundo foi beterraba , cenoura , batata doce , morango e Mertilo. Depois 2 sucos de coco , café , chá de camomila e água. Esse meu Jejum não fiz péla cultura , nem pelo medo foi mais para limpar meu corpo.

Nossa, isso me deu muita energia, caminhar por aí, regar as plantas que plantamos na rua, até usei uma mangueira para regar as árvores do meu quintal. Até fui dar uma volta para alimentar e acariciar os gatos de rua.

Ainda nesse meu veganismo , acho que faz mais fácil fazer esse Jejum . É quase trazer o que como em suco🙂
Claro tomei remédio de epilepsia, e tbm vitaminas B12.
Mas sabe, mesmo não sendo um jejum não religioso, senti um desejo de me libertar, essa energia surgiu, quase sem usar o celular. Era mais sobre estar perto da natureza, isso me deixou mais presente. Amei como tudo flui da nossa existência

Mas a noite , me deu dor de cabeça . Mas foi bem na hora de dormir . Ai pensei , em vez de focar na dor , resolvi meditar . Vendo que ali na minha mente só pensava que fiz em 2007. Aí no meu meditar fui observando , focando em outras áreas do meu corpo e sentindo fazer regar as plantas , fazendo os sucos não via de nada de preocupações . Ali me fez lembrar Lobsang meditamos em qualquer postura de estar presente .

Mais tarde, quando fui escrever, comecei a pensar no passado e no futuro, o que poderia prejudicar o presente. Meditar me ajudou a dormir bem

E hoje, novamente, acordei sem vontade de comer , mas levantei e fiz alguns alongamentos, ioga e meditação, e preparei meu café da manhã, e um suco como ontem. Mas já senti no meu corpo e na minha mente que tudo fluía de uma maneira muito melhor.

Sim, eu sentia que devíamos observar o que o corpo dizia, bastava observar o que ele nos transmitia. Só faltava eu aceitar o que não conseguia ouvir.

Com amor Ju

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