7 capítulo, se descolonizar de se abater de uma doença

Vou tentando devagar contar da minha última lesão cerebral em 2021.

Mas, me parece que foi em 2020, que comecei não lamentar tanto, e ainda com as minhas raivas que consegui vir de onde vem, ali que pude encontrar as pessoas que não me classificaram como a doente. Essas pessoas que conhecia antes das doenças , também que ficaram do meu lado com as minhas perdas.

Tento , ali eu vejo que desse meu caminho da minha ignorância clássica do meu cérebro, me fez muito querer ter raiva de não voltar de como era. Mas foi nessas perdas , meus amigos que conheci depois das minhas lesões cerebrais em 2007 , apareceram no meu caminho da minha ignorância , é talvez que seja o desconhecimento da minha incoprencao espiritual da minha mente.

É nesses ensinamentos , é muito de transformar de mim mesma. Ou melhor, que me ajuda de conseguir ver como posso me modificar .

Mas contando do passado,

Como contei dos outros anos , do meu último coma de 2017, e eu ficava tão revoltada como nada dos remédios que estava tomando. Naquela época era a Dr Karen , e eu tomava Gardenal e Kepra, e eu alucinava mesmo com remédio ou sem remédio .

Dessa minha revolta de ficar parada, e como não podi voltar a Ásia , contei a Dr Karen e dessa vez eu queria fazer o meu marido André conhecer a Ásia como amo. O primeiro da Ásia que conheci foi Hong Kong e a Índia, e depois conheci o Sudeste Asiático .

Ali em 2018 nos iríamos ficar 1 meses , queria que ele fosse conhecer o norte da Tailândia , o Laus e o Canbodia. Mas por acaso, meu amigo Soummo Mucherje , que chamos ele Sho,contou que queria celebrar o seu aniversário no Vietnam em Sapa. Até o André tava amando a Ásia, e fomos celebrar o aniversários de nós 3 de celebrar em 3 meses em Stembro, outubro e novembro, e em três países.

Conheci o Sho em 2001, e a primeira vez que ele me disse que achava que eu o tinha conhecido em outra vida, ou melhor, que ele até tinha me enviado um papel escrito. Naquela época, eu achava que era completamente ignorante, e eu nem sabia sobre filosofias asiáticas.

O Sho nasceu no Brasil, mas seus pais são indianos, e quando ele era jovem, morou em Nova York. Depois, ele morou em vários países, de tempos em tempos. Nós nos víamos de vez em quando, viajávamos, já que eu também morei em vários países desde pequena, e talvez fosse uma forma de não saber ser presente. O Sho sempre ajudou muitas pessoas e conhece muitas pessoas do mundo

Quando voltei daquela viagem, conversamos e debati mil coisas, principalmente aqueles momentos dos meus debates, e o Sho ainda tentava meditar e evoluir dos seus mil erros na vida. Quando ele vinha ao Brasil, nos víamos, ele estava em São Paulo, e quando fui morar em Ubatuba, ele vinha ficar na minha casa, comecei até ficar próxima do seu pai .

Mas eu, as vezes vinha alucinação e me deixava eu irritada de tomar o remédio Kepra resolvi que eu iria tirar o remédio e não ver mais a Dr. Karem,

Bom, resolvi tirar devagar até o Gardenal, e nem contar a ninguém.

Bom, assim conheçi meu médico Rodrigo de Holanda, no Hospital. Como registou minha mãe. Tive um ataque epilético, quando estava em Ubatuba , e estava eu minha avó e o Andre , que me levou para São Paulo..

“Julieta sente fortes dores de cabeça, e em meio a muita confusão mental, é novamente internada no H. Samaritano onde fica até o 22/01. Faz muitas RMs e EEGs e novamente é submetida à pulsoterapia c/ cortisona, varios anti-convulsivos etc. Na sua chegada, em 4 horas o eletro registrou 90 descargas eletricas, o que segundo o Dr. Rodrigo, ja configura estado de mal epiletico. Em 12 horas as descargas caem para menos de 50. A RM, por sua vez, nao mostrou novas lesões. Dr. Rodrigo achou que esta crise foi por abstinencia medicamentosa e a propria Julieta admitiu que estava parando de tomar os remedios. Ele ja explicou para ela que se isto se repetir, ela pode entrar numa crise irreversivel.”

“Mas sabe a primeira vez que conheci o Rodrigo, já foi ali quando dr Getúlio faleceu. Ali ele é Dr Rodrigo, e minha avó é o André me trouxeram a vida de volta e eu não falecer.

Em 2020 a minha avó faleceu, e era a pessoa mais próxima de mim, eu sentia que era a única pessoa que gostava de mim, mesmo de como sou. Aliás , quando eu falava do meus comas , a minha avó dizia “ Julieta , mas como você adora esse coma, já foi.” Minha avó tinha 95 anos e sofria 3 anos de herpes zoster, e eu a vi que ela faleceu em casa, me veio um enorme desespero tão grande .

Eu nunca vou esquecer da enfermeira que me disse “ você quer que a sua avó viva é por causa dela , ou é por causa de você?. “ Eu já estava tão desesperada . Ali eu entendi que ela voou por que até deixou de onde poder morar num lugar mais calmo e perto da natureza. Mas quando o Sho faleceu, e eu tomando remédio, e de novo fui parar para o Hospital

Mas vou contando devagar , me parece eles que me trouxeram ser presentes com os espirituais . Me fez entender que essa lesão cerebral dês bloquiou de outras áreas do meu cérebro. Ainda nem sabem o que tenho, e menos de como pude me recuperar.

Mas no próximo capítulo , divido a última lesão e de tudo que me parece me ajudou fazer outras opções que me ajudaram, descobri devagar que temos mil pessoas que nos amam, mas nem sabem demonstrar que pensamos. Até essas pessoas que perdi, me fizeram até descobrir como podemos sentir ainda deles e também dos que sempre estão pertos. Me parece só falta nós mesmo aprender se equilibrar a nossa vida .

Com amor , Ju

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Com amor , Ju

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